5/22/2012

terça-feira
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PUBLICAÇÃO PERIÓDICA DA UEE - UNIDADE DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA
Indicadores Econômicos
 
>> Panificação e Confeitaria

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, através da Unidade de Economia e Estatística – UEE, e a Universidade de Fortaleza – UNIFOR realizaram, no período de novembro de 2002 a fevereiro de 2003, pesquisa nas indústrias da panificação e confeitaria na cidade de Fortaleza.


Equipe de Pesquisadores

Da Universidade de Fortaleza - UNIFOR

Débora Moreira Lima - Curso: Administração - Matrícula: 0210766-0

Fernando A.Coutinho Fernandes Curso: Administração - Matrícula: 0121728-3

Juliane Sá Lima - Curso: Administração - Matrícula: 0223304-5

Mônica Façanha Álvares - Curso: Administração - Matrícula: 0222196-9

Paola Martins Cunha da Costa - Curso: Administração - Matrícula: 0111737-8

Coordenador da Equipe UNIFOR: Prof. Sérgio Fortes

Da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC

Alexandre Alencar de Figueiredo

Carla Iatiara Melo Almeida de Sousa

Giselle Maria Façanha da Mata

Leonardo Cabral Teixeira

Roberto Sinibaldi

Rodrigo Gomes de Oliveira

Thiago Soares Marques

Coordenador Geral do Projeto

Hélio Beltrão Soares – FIEC / Unidade de Economia e Estatística


SUMÁRIO

 
   
   

APRESENTAÇÃO

5

INTRODUÇÃO

6

CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS

6

ANÁLISE E CONCLUSÕES DAS INFORMAÇÕES

8

   

1.   Situação dos Estabelecimentos Industriais

8

2.   Área Total nos Estabelecimentos Segundo a Área total do Estabelecimento

10

3.   Número de Indústrias Segundo o Tipo do Estabelecimento

11

4.   Mão-de-obra

12

5.   Informatização

14

6.   Filiação e Avaliação das Ações do Sindicato

15

7.   Informações Sobre o Setor da Indústria de Panificação e Confeitaria

17

8.   Tipos de Fornos e Número de Indústrias

18

9.   Matéria–prima / Fabricantes

22

10.  Venda do Pão Tipo Francês

25

11. Faturamento

27

12. Atendimento aos Clientes

28

13. Necessidade de Assistência

30

   

CONCLUSÕES GERAIS

33

TABELAS COMPLEMENTARES

34

Tabela 31 – Grau de Instrução dos entrevistados

34

Tabela 32 – Empresas industriais com estacionamento para os clientes

34

Tabela 33 – Número de indústrias segundo o número de funcionários totais

34

Tabela 34 – Número de sócios dos estabelecimentos

35

Tabela 35 – Número de funcionários totais

35

Tabela 36 – Número de empresas que responderam a pesquisa

35

EMPRESAS QUE RESPONDERAM A PESQUISA

37

EMPRESAS DO SETOR

40

QUESTIONÁRIO DE COLETA DE INFORMAÇÕES

 
   

APRESENTAÇÃO

Em atenção ao pleito feito pelo Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Ceará – SINDPAN, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, através da Unidade de Economia e Estatística – UEE, em parceria com a Universidade de Fortaleza - UNIFOR, tem a grata satisfação em apresentar os resultados obtidos, nas pesquisas, entre as indústrias localizadas na cidade de Fortaleza instaladas nos seguintes bairros: Messejana; Curió; Ancurí; Alagadiço Novo; Lagoa Redonda; Pirambu; Quintino Cunha, Jardim Iracema, Jardim Guanabara; Cristo Redentor; Jacarecanga, Vila Velha; Barra do Ceará, Álvaro Weyne; Floresta; Genibaú; Conjunto Ceará; Autran Nunes; Parque Guanabara; José Walter; Mondubim; Aldeota; Dionísio Torres; Damas; Jardim América; Joaquim Távora; Montese; Parquelândia; Varjota; Cidade dos Funcionários; Água Fria; Cajazeiras; e Luciano Cavalcante.  

Este trabalho visa contribuir positivamente para um maior conhecimento do setor, além de oferecer subsídios para reflexões nas mudanças estratégicas que visem um maior dinamismo, com ganhos de competitividade e produtividade.

Destacamos a participação das empresas que contribuíram, fornecendo informações atualizadas, sem as quais não seria possível concluir nosso diagnóstico.

Esperamos que esta publicação seja útil a todos aqueles que necessitam de informações sobre o setor e suas relações com a comunidade.


INTRODUÇÃO

Para elaboração do diagnóstico, nossas ações foram divididas em duas etapas, que se completam e dão uma idéia da situação do setor. A primeira etapa compreendeu todo o levantamento das informações, no formato de dados, sobre a atividade atual de cada indústria. A segunda etapa compreendeu a analise dos dados que representado em forma de relatório.

CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS

Em função dos objetivos ao quais nos propomos e a população alvo da pesquisa, definimos, a utilização da técnica estatística da amostragem, utilizada no cálculo de estimativas de uma ou mais características de uma população com base na observação de uma fração do todo. Esta técnica tem como vantagem economia nos custos, obtenção de resultados mais rápidos que propiciam objetivos mais amplos, dentre outros.

Para o método de coleta de dados utilizamos, procedimentos diretos - aplicação do questionário e entrevistas, onde tivemos como alvo os proprietários, gerentes e funcionários das indústrias de Fortaleza.

Do cálculo do tamanho do erro:

O cálculo do erro foi determinado através da seguinte expressão: Uma proporção “p” levando-se em consideração o valor de 50%, com tamanho conseguido da amostra e uma variância desejada para um nível de confiança, de 95%, sob a curva normal que assegura o erro estimado.

n =   z2.N.p.q__

      N.d2+z2.p.q

Onde: z = valor tabelado da normal padrão com confiança de 95%,

p = proporção desejada,

q = 1-p,

N = população listada,

n = tamanho de amostra conseguido,

d = erro padrão.

 

Diagnóstico do setor em 1996

Na primeira pesquisa realizada, em 1996, a população utilizada para definição da amostra teve a base, dados constantes no cadastro do SIC – Sistema de Informações do Contribuinte – da SEFAZ, que resultou numa amostra de 309 empresas, com um erro padrão final garantido de amostragem na ordem de 10%.


Diagnóstico do setor em 2002/2003

Na definição da população utilizamos, os dados constantes nos cadastros: Da lista telefônica local; Do Guia Industrial da FIEC, totalizando 450 empresas, com uma amostra representativa de 115 indústrias, com um erro padrão final garantido de aproximadamente 8% (7,885%).

Para analisar a atuação das indústrias e definir as necessidades do segmento, foram utilizadas as seguintes variáveis:

 

·  Características gerais do estabelecimento;

·  Área total/produção/comercial do estabelecimento;

·  Nº total de empregados segundo os setores de atividade interna;

·  Consumo de matéria-prima;

·  Equipamentos utilizados;

·  Principais produtos fabricados;

·  Principais ingredientes;

·  Vendas (balcão e terceiros);

·  Faixa de faturamento;

·  Necessidade de assistência;

·  Necessidade de treinamento;

·  Principais sugestões e observações de gerentes e proprietários com relação ao setor em estudo;

·  Avaliação do Sindicato/Associação do setor;

·  Principais veículos utilizados para obter informações sobre o setor;

·  Principais tipos de marcas/fornecedores utilizados pelos estabelecimentos;

·  Número de clientes mensalmente;

·  Percentual de participação no faturamento total para produtos e serviços comercializados pelos estabelecimentos do setor de panificação.


ANÁLISE E CONCLUSÕES DAS INFORMAÇÕES

Conforme os critérios metodológicos adotados para o desempenho desse estudo, apresentaremos a seguir a análise dos dados coletados, inferindo conclusões pragmáticas, baseando-se nos questionários aplicados, tabulados e apresentados em tabelas de freqüência estatística.

1. Situação dos estabelecimentos industriais

Tabela 01

Número de indústrias segundo a situação do estabelecimento

     

Situação

Nº de indústrias

%

Próprio

66

57,39

Alugado

48

41,74

Outro

1

0,87

Total

115

100

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

 
Tabela 02

Número de indústrias segundo o valor

 do aluguel do imóvel

       

Classes

Nº de indústrias

%

% Acumulado

até 499

15

32,61

32,61

500 |- 1000

10

21,74

54,35

1000 |- 1500

6

13,04

67,39

1500 |- 2000

3

6,52

73,91

2000 |- 2500

5

10,87

84,78

2500 |- 3000

0

0,00

84,78

3000 |- 3500

2

4,35

89,13

3500 |- 4000

1

2,17

91,30

4000 |- 4500

1

2,17

93,48

4500 |- 5000

0

0,00

93,48

5000 |- 5500

1

2,17

95,65

5500 |- 6000

0

0,00

95,65

6000 |- 6500

0

0,00

95,65

6500 |- 7000

0

0,00

95,65

7000 |- 7500

1

2,17

97,83

7500 ou mais

1

2,17

100,00

Total

46

100,00

-

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Segundo os entrevistados, em 2002/2003, foi observado que, 57,39%, possuem estabelecimento próprio; 41,74%, alugados; e 0,87%, em outra situação. Na pesquisa feita, em 1996, o índice de empresas instaladas em imóveis alugados representava, 33,33%. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 25,23%, na classe, em 2002/2003.  

Das 115 empresas que responderam a pesquisa, 48, estão instaladas em imóveis alugados. Constatamos também um único caso de imóvel arrendado.

Percebe-se também que a maioria dos imóveis alugados, 54,35%, não tem valor do aluguel superior a R$1.000,00.

Tabela 03

Número de indústrias segundo o tempo de

existência do estabelecimento

       

Classes (anos)

Nº de indústrias

%

% Acumulada

1 |- 5

33

29,46

29,46

5 |- 10

28

25,00

54,46

10 |- 15

13

11,61

66,07

15 |- 20

13

11,61

77,68

20 |- 25

13

11,61

89,29

25 |- 30

3

2,68

91,96

30 |- 35

4

3,57

95,54

35 ou mais

5

4,46

100,00

Total

112

100

-

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

O número de empresas abertas com tempo de até cinco anos, representa 29,46%. No intervalo de cinco até dez anos, representa 25%. O acumulado no período de dez anos corresponde a 54,46%. Na pesquisa feita, em 1996, o índice acumulado para o mesmo intervalo de tempo foi de 65,55%. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação negativa de 16,92%.

No intervalo de tempo entre dez e vinte e cinco anos, o índice acumulado é de 34,83%. Na pesquisa anterior, o índice acumulado era de 26,63%. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 30,79%.

No intervalo de tempo entre vinte e cinco e trinta e cinco anos, o índice acumulado é de 6,25%. Na pesquisa anterior, o índice acumulado era de 6,20%. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 0,81%. 



2. Área total nos estabelecimentos industriais

Tabela 04

Número de indústrias segundo a área total do estabelecimento

       

Área (m²)

Nº de indústrias

%

% Acumulada

até 99

12

12,63

12,63

100 |- 200

23

24,21

36,84

200 |- 300

14

14,74

51,58

300 |- 400

15

15,79

67,37

400 |- 500

10

10,53

77,89

500 |- 600

6

6,32

84,21

600 |- 700

3

3,16

87,37

700 |- 800

2

2,11

89,47

800 ou mais

10

10,53

100,00

Total

95

100,00

-

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

 

Quanto a área total dos imóveis pesquisados, descritas em m2, observa-se uma maior concentração na classe entre 100 e 200m2, com índice de 24,21%. Se ampliarmos a classe para até 300m², temos um índice acumulado de 51,58%.

Na pesquisa feita, em 1996, a área dos imóveis descritas em m², observou-se uma maior concentração nas classes entre 28 e 228m², com índice de 42,77%; e de 229 a 428m², com índice de 34,25%. O acumulado ficou em 77,02%.

Comparando as classes de 0 até 500m², nas duas pesquisas, não observamos alteração significativa no índice acumulado.

Tabela 04.1

Número de indústrias segundo a área

Destinada à produção – em m2

       

Área (m2)

Nº de indústrias

%

% Acumulada

Até 99

41

45,56

45,56

100 |- 200

17

18,89

64,44

200 |- 300

12

13,33

77,78

300 |- 400

10

11,11

88,89

400 ou mais

10

11,11

100,00

Total

90

100,00

-

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

 

 Observações: Menor valor: 8m2

 Maior valor: 2500m2

                          Área média da produção total do imóvel: 197,09m2

Constatamos, também, que a área maior dos estabelecimentos industriais pesquisados está disponível para a produção. Mesmo aqueles que utilizam equipamentos modernos, de menor tamanho, com maior índice de produtividade.

Observamos que, 45,56%, tem uma área destinada para a produção industrial de até 99m². O segundo maior índice, 18,89%, corresponde intervalo de 100 até 200m². O acumulado das duas classes, de 0 até 200m², tem um índice de 64,44%.

Comparando os índices acumulados na área destinada a produção, de 0 até 400m², nas duas pesquisas, encontramos: 92,95%, em 1996; e 88,89%, em 2003, o que representa uma variação negativa de 4,37%. 

Tabela 04.2

Número de indústrias segundo a área comercial atendimento ao público - em m²

       

Área (m2)

Nº de indústrias

%

% Acumulada

até 99

47

53,41

53,41

100 |- 200

29

32,95

86,36

200 |- 300

7

7,95

94,32

300 |- 400

2

2,27

96,59

400 ou mais

3

3,41

100,00

Total

88

100,00

-

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

     Observações: Menor valor: 4m2

                               Maior valor: 1050m2

                               Área média destinada ao atendimento ao público: 118,51m2

Verificamos, também, que a segunda maior área dos estabelecimentos industriais pesquisados está disponível ao atendimento. 53,41% tem uma área para o atendimento de até 99m². Na pesquisa feita, em 1996, 76,60% tinha uma área para o atendimento de até 106m². Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação negativa de 30,27%.

O segundo maior índice, 32,95%, corresponde intervalo de 100 até 200m². O acumulado das duas classes, de 0 até 200m², tem um índice de 86,36%.

3. Número de indústrias segundo o tipo do estabelecimento

Tabela 05

Número de indústrias

segundo o tipo do estabelecimento

     

Classificação

Nº de indústrias

%

Padaria

33

28,70

Confeitaria

4

3,48

Ambos

69

60,00

Outros

9

7,83

Total

115

100,00

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Quanto ao tipo de estabelecimento, verificamos que 60% das empresas são padarias e confeitarias; 28,7% se dizem somente padarias; 3,48%, apenas confeitaria; e 7,83%, agregam outro tipo de atividade ao seu negócio.

Outras classificações utilizadas: Industria de pães embalados;

 Padaria e Mercadinho; e

 Mercadinho, Padaria e Confeitaria.

4. Mão-de-obra

Tabela 06.1

Número de empregados segundo os setores de atividade interna dos estabelecimentos

nov/2002 e jan/2003

     

Setor

Nº de empregados

%

 Administração

187

13,94

 Produção

601

43,82

 Vendas

444

33,11

 Controle de Qualidade

30

2,24

 Manutenção

38

2,83

 Empregados Avulsos

41

3,06

Total

1341

100,00

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Os estabelecimentos pesquisados empregam ao todo 1.341 empregados, sendo: 601 na produção, 43,82%; 444 no setor de vendas, 33,11%; 187 na administração, 13,94%; 30 no controle de qualidade, 2,24%; 41 empregados avulsos, 3,06%; e 38 na manutenção, 2,83%.

 

Tabela 06.2

Número de indústrias segundo o número de funcionários da administração

       

Nº de funcionários

Nº de indústrias

%

% acumulada

1 |- 3

66

74,16

74,16

3 |- 5

19

21,35

95,51

5 |- 7

1

1,12

96,63

7 ou mais

3

3,37

100,00

Total

89

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Média geral do pessoal empregado na administração: 2,10

Na pesquisa realizada, em 1996, a média geral do pessoal empregado na administração era, de 2,00 pessoas. Na pesquisa realizada, em 2002/2003, a média ficou, em 2,10 pessoas. Portanto houve uma variação positiva na ordem de 5%.

Tabela 06.3

Número de indústrias segundo o número de funcionários da produção

       

Nº de funcionários

Nº de Indústrias

%

% acumulada

1 |- 5

42

46,67

46,67

5 |- 10

35

38,89

85,56

10 |- 15

8

8,89

94,44

15 ou mais

5

5,56

100,00

Total

90

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Média geral do pessoal empregado na produção: 6,68

Na pesquisa realizada, em 1996, a média geral do pessoal empregado na produção era, de 6,00 pessoas. Na pesquisa realizada, em 2002/2003, a média ficou, em 6,68 pessoas. Portanto houve uma variação positiva na ordem de 11,33%.

Tabela 06.4

Número de indústrias segundo o número de funcionários setor de vendas

       

Nº de funcionários

Nº de indústrias

%

% acumulada

1 |- 5

41

54,67

54,67

5 |- 10

23

30,67

85,33

10 |- 15

5

6,67

92,00

15 ou mais

6

8,00

100,00

Total

75

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Média geral do pessoal empregado no setor de vendas: 5,92

Na pesquisa realizada, em 1996, a média geral do pessoal empregado nas vendas era, de 4,70 pessoas. Na pesquisa realizada, em 2002/2003, a média ficou, em 5,92 pessoas. Portanto houve uma variação positiva na ordem de 26,4%.

Tabela 06.5

Número de indústrias segundo o número de funcionários no controle de qualidade

     

Nº de funcionários

Nº de indústrias

%

1

12

57,14

2

9

42,86

Total

22

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística -UEE

Na pesquisa realizada, em 1996, a média geral do pessoal empregado no setor de qualidade era, de 1,50 pessoa. Na pesquisa realizada, em 2002/2003, a média ficou, em 1,43 pessoa. Portanto houve uma variação negativa na ordem de 4,67%.

Tabela 06.6

Número de indústrias segundo o número de funcionários setor manutenção

       

Nº de funcionários

Nº de indústrias

%

% acumulada

1

16

64,00

64,00

2

6

24,00

88,00

3

2

8,00

96,00

4

1

4,00

100,00

Total

25

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística -UEE

Na pesquisa realizada, em 1996, a média geral do pessoal empregado na manutenção era, de 1,31 pessoa. Na pesquisa realizada, em 2002/2003, a média ficou, em 1,52 pessoa. Portanto houve uma variação positiva na ordem de 16,03%.

Tabela 06.7

Número de indústrias segundo o número de funcionários avulsos

       

Nº de funcionários

Nº de empresas

%

% acumulada

1 |- 3

10

66,67

66,67

3 |- 5

2

13,33

80,00

5 ou mais

3

20,00

100,00

Total

15

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Na pesquisa realizada, em 1996, a média geral do pessoal empregado avulso era, de 2,21 pessoas. Na pesquisa realizada, em 2002/2003, a média ficou, em 2,73 pessoas. Portanto houve uma variação positiva na ordem de 23,53%.

5. Informatização

 

Tabela 07.1

Informatização segundo a

Estrutura organizacional – setor administrativo

Informatização

Administração

%

Sim

35

31,25

Não

77

68,75

Total

112

100,00

                         Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE    

A utilização da informática, como instrumento de controle administrativo e de planejamento, é restrita. Das 112 empresas que responderam a esta questão, 77 não utilizam nenhum recurso, que corresponde ao índice de 68,75%. 35 responderam que utilizam, que corresponde ao índice de 31,25%.

Tabela 07.2

Informatização segundo a

estrutura organizacional – setor das vendas

     Informatização

      Vendas

         %

Sim

Não

36

77

      31,86

      68,14

          Total

          113

    100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

A utilização da informática, como instrumento de controle das vendas, também é restrita. Das 113 empresas que responderam a pesquisa, 77 não utilizam nenhum recurso, que corresponde ao índice de 68,14%. Das 36 que utilizam os recursos da informática, 50% destas somente para atender ao fisco estadual. O índice do setor de vendas, das pesquisadas, é de 31,86%.

Tabela 07.3

Informatização segundo a

estrutura organizacional – setor de produção

     Informatização

     Produção Industrial

         %

Sim

Não

    9

104

 7,96

92,04

          Total

113

     100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

A utilização da informática, como instrumento de controle da produção, também é restrita. Das 113 empresas que responderam a pesquisa, 104 não utilizam nenhum recurso, que corresponde ao índice de 92,04%. Das 9 que utilizam os recursos da informática, todas são indústrias de grande porte, cujo índice corresponde a 7,96%.

6. Filiação e avaliação das ações do Sindicato

Tabela 08

Número de indústrias quanto a filiação ao sindicato

     

Filiado

Nº de empresas

%

Sim

77

66,96

Não

38

33,04

Total

115

100,00

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística – UEE

Quanto ao número de indústrias sindicalizadas ao Sindicato de Panificação do Estado do Ceará, das 115 indústrias que responderam a pesquisa, 77 dos entrevistados disseram ser filiados, 66,96%. Os 38 entrevistados restantes, 33,04%, disseram não possuir nenhuma filiação. Na pesquisa realizada, em 1996; 74,43% disseram ser filiados. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação negativa de 10,04%.

Tabela 09

Avaliação do desempenho do sindicato segundo

as indústrias filiadas

     

Grau de avaliação

Nº de empresas

%

 Péssimo

3

3,90

 Ruim

3

3,90

 Regular

21

27,27

 Bom

30

38,96

 Ótimo

13

16,88

 Não sabe/Não respondeu

7

9,09

Total

77

100,00

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística – UEE

Os empresários e os representantes das indústrias associadas que responderam a pesquisa, 30 indicaram, como bom o desempenho da atual gestão do Sindicato, que representa um índice de 38,96%. A pesquisa feita, em 1996, o índice de aprovação representava, 29,77%. Comparando os índices acumulados nas duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 30,87%.

Em 2002/2003, o segundo lugar na pesquisa obteve uma freqüência de 21 avaliações, correspondendo ao grau regular, representando um índice de 27,27%. Na pesquisa realizada, em1996, o grau regular obteve o índice de 17,80%. Comparando os índices acumulados nas duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 53,20%.

Em 2002/2003, o terceiro lugar na pesquisa obteve uma freqüência de 13 avaliações, correspondendo ao grau ótimo, representando 16,88%. Na pesquisa realizada, em 1996, o grau ótimo obteve o índice de 6,15%. Comparando os índices acumulados nas duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 174,47%.

Em 2002/2003, o quarto lugar na pesquisa obteve uma freqüência de 7 avaliações, correspondendo ao grau indefinido “não sabe/não respondeu”, representando 9,09%. Na pesquisa realizada, em 1996, o grau indefinido obteve o índice de 8,09%. Comparando os índices acumulados nas duas pesquisas, encontramos uma variação positiva de 12,36%.

Em 2002/2003, o quinto lugar focou com o grau de avaliação ruim/péssimo, com uma freqüência de três respostas, respectivamente, representando um índice individual de 3,90%; e acumulado de 7,8%. Na pesquisa realizada, em 1996, o grau de avaliação ruim/péssimo, obteve o índice de 12,62%. Comparando os índices acumulados nas duas pesquisas, encontramos uma variação negativa de 38,19%.


7.      Informações sobre o setor da indústria de Panificação e Confeitaria

As informações pontuais sobre a indústria de panificação e confeitaria chegam, aos empresários e administradores, pelos seguintes meios seguindo as freqüências de citações.

Tabela 10.1

Número de indústrias segundo

 meio de obtenção de informações

   

Meio

Nº de empresas

 Sindpan

50

 Televisão

48

 Jornal

45

 Empresários do setor

30

 Contador

28

 Outras revistas

24

 Ass. Bras. Ind. Panificação

23

 Revista Tecnopan

15

 Revista Padaria Moderna

12

 Revista Padaria 2000

12

 Rádio

15

 Revista IP

10

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Segundo os empresários e administradores as informações pontuais com grau de eficácia, tem as seguintes origens com os números de freqüências de citações.


Tabela 11

Número de indústrias segundo

 o informador mais eficaz

     

Informador

Nº de empresas

%

 Sindpan

31

26,96

 Associação

9

7,83

 Contador

9

7,83

 Empresários

12

10,43

 Televisão

13

11,30

 Rádio

1

0,87

 Jornal

10

8,70

 Revista IP

2

1,74

 Revista Padaria Moderna

3

2,61

 Outras Revistas

11

9,56

 Não responderam

14

12,17

Total

115

100,00

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística – UEE

Vale salientar que o meio de informação mais eficaz, segundo os entrevistados, é o Sindicato de Panificação, correspondendo ao índice de 26,96%. O segundo lugar ficou com a televisão, com um índice de 11,30%; o terceiro lugar ficou com os empresários, com um índice de 10,43%.

8. Tipos de fornos e números de indústrias

Tabela 12.1

Número de indústrias e tipos de fornos utilizados

     

Tipo de forno

Nº de indústrias

Nº de fornos

Lenha

26

36

Elétrico

38

50

Gás

59

86

Fonte: Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Das 110 indústrias que responderam a esta questão, na pesquisa 2002/2003, 26 utilizam forno a lenha; 38 utilizam forno elétrico; e 59 utilizam forno a gás, que correspondem, respectivamente, 21,14%; 30,89%; e 47,97%.

Na pesquisa feita, em 1996, a relação número de indústria x tipo de forno, correspondia respectivamente a: 36,54%; 31,41%; e 32,05%.

Comparando os índices das duas pesquisas, constatamos uma redução na ordem de 15,40% no número de empresas que utilizam forno a lenha; redução na ordem de 0,52% no número das que utilizam o forno elétrico; e elevação na ordem de 15,92% nas usuárias do forno a gás.

Tabela 12.2

Número de indústrias segundo o consumo de lenha em m3

       

Classes (m3)

Nº de empresas

%

% acumulada

1 |- 10

6

27,27

27,27

10 |- 20

3

13,64

40,91

20 |- 30

7

31,82

72,73

30 ou mais

6

27,27

100,00

Total

22

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Consumo médio de lenha: 45,64m3

Das 22 indústrias que responderam a questão, 7 possui forno a lenha e consomem, mensalmente, entre 20 e 30m³ de lenha, que corresponde um índice de 31,82%. Seis indústrias consomem, entre 1 e 10m³ de lenha, que corresponde um índice de 27,27%. Outras seis consomem, 30m³ ou mais lenha, que corresponde também a um índice de 27,27%. Três indústrias consomem, entre 10 e 20m³, que corresponde a um índice de 13,64%. 


Na pesquisa feita, em 1996, 44,74% consumiam, entre 20 e 30m³ de lenha; 22,81% consumiam, entre 10 e 20m³ de lenha; 11,40% consumiam, entre 30 e 40m³ de lenha.

Comparando os dados das duas pesquisas, percebemos uma redução número de indústrias, em 2002/2003, que consomem entre 20 e 30m³ de lenha, na ordem de 12,92%. Elevação no consumo entre 1 e 20m³ de lenha, na ordem de 4,46%. Elevação, também, no consumo entre 30m³ ou mais de lenha, na ordem de 15,87%.

Tabela 12.3

Número de indústrias com fornos a lenha

     

Nº de fornos

Nº de empresas

%

1

18

69,23

2

6

23,08

3

2

7,69

Total

26

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Das 26 indústrias que responderam a questão, 18 possuem, apenas, um forno a lenha, que corresponde um índice de 69,23%. Seis indústrias possuem dois fornos a lenha, que corresponde um índice de 23,08%. Outras duas possuem três fornos a lenha, que corresponde a um índice de 7,69%.

Na pesquisa feita, em 1996, 76,12% possuía, apenas, um forno a lenha; 22,12% possuíam, dois fornos a lenha; 0,88% possuía, três fornos a lenha; e os outros 0,88% possuía, seis ou mais fornos a lenha.

Comparando os dados das duas pesquisas, percebemos uma redução número de indústrias, em 2002/2003, que possui apenas um forno a lenha, na ordem de 6,89%. Elevação no número de indústrias que possui dois fornos a lenha, na ordem de 0,96%. Elevação, também, no número de indústrias que possui três fornos a lenha, na ordem de 6,81%.

Tabela 12.4

Número de indústrias segundo o consumo de energia elétrica em kWh

       

Classes (Kwh)

Nº de empresas

%

% acumulada

Até 999

24

41,38

41,38

1000 |- 2000

9

15,52

56,90

2000 |- 3000

7

12,07

68,97

3000 |- 4000

2

3,45

72,41

4000 |- 5000

3

5,17

77,59

5000 |- 6000

3

5,17

82,76

6000 |- 7000

2

3,45

86,21

7000 ou mais

8

13,79

100,00

Total

58

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Consumo médio de energia elétrica: 3849,24Kwh

Das 58 indústrias que responderam a pesquisa, 24 estão na classe de consumo de até 999 kWh, que corresponde um índice de 41,38%. Nove indústrias estão na classe de consumo, entre 1000 e 2000Kwh, o que corresponde um índice de 15,52%. Sete indústrias estão na classe de consumo, entre 2000 e 3000 kWh, o que corresponde um índice de 12,07%. Duas indústrias estão na classe de consumo, entre 3000 e 4000 kWh, o que corresponde a um índice de 3,45%. Três indústrias estão na classe de consumo, entre 4000 e 5000 kWh, o que corresponde a um índice de 5,17%. Outras três indústrias estão na classe de consumo, entre 5000 e 6000 kWh, o que corresponde a um índice de 5,17%. Duas indústrias estão na classe de consumo, entre 6000 e 7000 kWh, o que corresponde a um índice de 3,45%. Oito indústrias estão na classe de consumo, de 7000 kWh ou mais, o que corresponde a um índice de 13,79%.  

Na pesquisa feita, em 1996, 15,84% das indústrias que possuíam fornos elétricos estava na classe de consumo, entre 0 e 1013 kWh; outras 15,84% das indústrias estavam na classe de consumo entre 1013 e 2013 kWh; 10,89% das indústrias estavam na classe de consumo entre 2013 e 3013 kWh; 11,88%  das indústrias estavam na classe de consumo entre 3013 e 4013 kWh; outras 11,88% das indústrias estavam na classe de consumo entre 4013 e 5013 kWh; 7,93% das indústrias estavam na classe de consumo entre 5013 e 6013 kWh; 25,74% das indústrias estavam na classe de consumo entre 2013 e 3013 kWh

Comparando os dados das duas pesquisas, percebemos uma elevação número de indústrias, em 2002/2003, na classe de consumo entre 0 e 999 kWh, na ordem de 25,54%. Redução no consumo da energia elétrica, na classe entre 1000 e 2000 kWh, na ordem de 0,32%. Elevação no consumo da energia elétrica, na classe entre 2000 e 3000 kWh, na ordem de 1,18%; Redução no consumo da energia elétrica, na classe entre 3000 e 4000kWh, na ordem de 8,43%. Redução no consumo da energia elétrica, na classe entre 4000 e 5000kWh, na ordem de 6,71%. Redução no consumo da energia elétrica, na classe entre 5000 e 6000kWh, na ordem de 2,76%. Redução no consumo da energia elétrica, na classe de 6000kWh ou mais, na ordem de 8,50%.

Tabela 12.5

Número de indústrias com fornos a energia elétrica

     

Nº de fornos

Nº de empresas

%

1

30

78,95

2

6

15,79

4

2

5,26

Total

38

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Das 38 indústrias que responderam a pesquisa, trinta possuem, apenas, um forno a energia elétrica, que corresponde um índice de 78,95%. Seis indústrias possuem dois fornos a energia elétrica, que corresponde um índice de 15,79%. Outras duas possuem quatro fornos a energia elétrica, que corresponde a um índice de 5,26%.

Na pesquisa feita, em 1996, 76,53% possuía, apenas, um forno a energia elétrica; 18,36% possuíam, dois fornos a energia elétrica; 3,06% possuíam, três fornos a energia elétrica; e os outros 2,04% possuíam, de quatro a cinco fornos a energia elétrica.

Comparando os dados das duas pesquisas, percebemos uma elevação número de indústrias, em 2002/2003, que possui apenas um forno a lenha, na ordem de 2,42%. Redução no número de indústrias que possui dois fornos a lenha, na ordem de 2,57%. Elevação no número de indústrias que possui quatro fornos a energia elétrica, na ordem de 4,24%.

Tabela 12.6

Número de indústrias segundo

o consumo de gás

       

Classes (em Kg)

Nº de empresas

%

% acumulada

até 99

16

27,12

27,12

100 |- 200

7

11,86

38,98

200 |- 300

5

8,47

47,46

300 |- 400

5

8,47

55,93

400 |- 500

6

10,17

66,10

500 |- 600

2

3,39

69,49

600 |- 700

2

3,39

72,88

700 ou mais

16

27,12

100,00

Total

59

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Consumo médio de gás: 506,24

 

Das 59 indústrias que responderam a pesquisa, 16 estão na classe de consumo de até 99 kg, o que corresponde um índice de 27,12%. Sete indústrias estão na classe de consumo, entre 100 e 200Kg, o que corresponde um índice de 11,86%. Cinco indústrias estão na classe de consumo, entre 200 e 300 kg, o que corresponde um índice de 8,47%. Outras cinco indústrias estão na classe de consumo, entre 300 e 400 kg, o que corresponde a um índice de 8,47%. Seis indústrias estão na classe de consumo, entre 400 e 500 kg, o que corresponde a um índice de 10,17%. Duas indústrias estão na classe de consumo, entre 500 e 600 kg, o que corresponde a um índice de 3,39%. Outras duas indústrias estão na classe de consumo, entre 600 e 700 kg, o que corresponde a um índice de 3,39%. Outras dezesseis indústrias estão na classe de consumo, de 700 kg ou mais, o que corresponde a um índice de 27,12%.

Na pesquisa feita, em 1996, 36,00% das indústrias que possuíam fornos a gás estava na classe de consumo, entre 0 e 500 kg; outras 22,00% das indústrias estavam na classe de consumo entre 500 e 1000 kg; 15,00% das indústrias estavam na classe de consumo entre 1000 e 1500 kg; 12,00%  das indústrias estavam na classe de consumo entre 1500 e 2000 kg; 4,00% das indústrias estavam na classe de consumo entre 2000 e 2500 kg; 5,00% das indústrias estavam na classe de consumo entre 2500 e 3000 kg; 6,00% das indústrias estavam na classe de consumo acima de 3000 kg. 

Comparando os dados das duas pesquisas, percebemos uma elevação número de indústrias, em 2002/2003, na classe de consumo entre 0 e 500 kg, na ordem de 30,10%.  O consumo médio de gás ficou, na ordem de 506,24Kg.

Tabela 12.7

Número de indústrias segundo

o número de fornos a gás

     

Nº de fornos

Nº de empresas

%

1

39

66,10

2

14

23,73

3

5

8,47

4

1

1,70

Total

59

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Das 59 indústrias que responderam a pesquisa, 39 possuem, apenas, um forno a gás, o que corresponde um índice de 66,10%. Quatorze indústrias possuem dois fornos a gás, o que corresponde um índice de 23,73%. Outras cinco possuem três fornos a gás, o que corresponde a um índice de 8,47%. Apenas uma indústria respondeu possuir quatro fornos, o que corresponde a um índice de 1,70%.

 

9. Matéria-prima / Fabricantes

9.1. Consumo de farinha de trigo

Tabela 13

Quantidade média de sacos de farinha desmanchados - Jan/2003

     

Sacos de farinha

Total de desmancho (sacos)

Total de desmancho (toneladas)

25 Kg

2306

57,65

50 Kg

12749

637,45

Total

15055

695,1

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística – UEE

A quantidade média de sacos de farinha desmanchados, pelas indústrias informantes, em janeiro/2003, totalizou 15.055 sacos, o que corresponde, aproximadamente, 695 toneladas de farinha de trigo. Dezenove indústrias, que representa, 17%, do total das indústrias pesquisadas, consumiram sacos de 25kg, resultando num volume de desmancho de 2.306 sacos. Noventa e cinco indústrias, que representa, 83%, do total das indústrias pesquisadas, consumiram sacos de 50kg, resultando num volume de desmancho de 12.749 sacos. Nenhuma empresa informou ter usado os dois tipos de embalagem de farinha de trigo.

O consumo médio, no mês de janeiro de 2003, de sacos de farinha de trigo, foi de 121 unidades de 25kg e 134 sacos de 50kg.

Em função do resultado descrito acima, constatamos que as panificadoras utilizam um número bem maior de sacos, de 50kg, de farinha de trigo.


Na pesquisa feita, em 1996, 43,04%, das indústrias consumiram sacos de 25Kg; 87,70% consumiram sacos de 50Kg.

Comparando os dados das duas pesquisas, percebemos uma redução no consumo de sacos de 25Kg, na ordem de 26,04%, elevação no consumo de sacos de 50Kg, na ordem de 26,04%.

Tabela 13.1

Número de indústrias segundo a quantidade média de sacos de 25kg de farinha de trigo desmanchado

Janeiro 2003

       

Classes (nº de sacos)

Nº de empresas

%

% acumulada

até 49

6

31,58

31,58

50 |-100

6

31,58

63,16

100 |- 150

1

5,26

68,42

150 ou mais

6

31,58

100,00

Total

19

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

As dezenove indústrias, que responderam a pesquisa, seis desmancham, mensalmente, até 49 sacas de 25Kg, o que corresponde a um índice de 31,58%. Outras seis desmancham, entre 50 e 100 sacas de 25Kg, o que corresponde também, um índice de 31,58%. Apenas uma informou, o consumo entre 100 e 150 sacas de 25Kg, o que corresponde um índice de 5,26%. As seis restantes informaram, o consumo de 150 ou mais sacas de 25Kg, o que corresponde um índice de 31,58%.

Tabela 13.2

Número de indústrias segundo a quantidade média de sacos de 50kg de farinha de trigo desmanchado

Janeiro/2003

       

Classes (nº de sacos)

Nº de empresas

%

% acumulada

até 49

26

27,37

27,37

50 |-100

28

29,47

56,84

100 |- 150

17

17,89

74,74

150 ou mais

24

25,26

100,00

Total

95

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

As noventa e cinco indústrias, que responderam a pesquisa. Vinte e seis  desmancham, mensalmente, até 49 sacas de 50Kg, o que corresponde a um índice de 27,27%. Outras vinte e oito desmancham, entre 50 e 100 sacas de 50Kg, o que corresponde também, um índice de 29,47%. Dezessete desmancham, entre 100 e 150 sacas de 50Kg, o que corresponde um índice de 17,89%. As vinte e quatro restantes informaram, o consumo de 150 ou mais sacas de 50Kg, o que corresponde um índice de 25,26%.


9.2. Tipos da farinha de trigo e misturas completas consumida

Tabela 14

Freqüência dos Tipos de farinha de trigo e

misturas completas consumida pela indústria

Tipo Especial

Freqüência

 

Tipo Comum

Freqüência

Medalha de Ouro

57

 

Soberana

9

Soberana

14

 

Cearense

8

Dona Maria

11

 

Medalha de Prata

7

Dona Benta

5

 

Suprema

5

Cearense

5

 

Trigo Flor

1

Suprema

4

 

Três Zeros

1

Dorita

1

     

Premesca

1

     

Rosa Branca

1

     

Finam

1

     

Misturas Completas

Freqüência

Finnamix

7

Bentamix

3

Jangada

2

Premesca

2

Odorita

1

            Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Tabela 14.1

Número de empresas segundo o tipo

 de farinha de trigo mais utilizado

     

Tipo de farinha

Nº de empresas

%

  Especial

97

88,18

  Comum

9

8,18

  Misturas Complexas

4

3,64

Total

110

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Quanto ao tipo de farinha consumida, noventa e sete utilizam o tipo especial, o que corresponde a um índice de 88,18%. Nove utilizam o tipo comum, o que corresponde a um índice de 8,18%. Quatro utilizam misturas completas “PREMIX”, o que corresponde a um índice de 3,64%.

As principais marcas de farinha utilizadas pelos estabelecimentos entrevistados estão destacadas logo a seguir.


9.3. Tipos de fermento mais consumidos

Tabela 15

Tipos de fermento mais utilizados

nas indústrias

Fermento Fresco

Freqüência

 

Fermento Instantâneo

Freqüência

 

 Fleishmann

27

 

 Fermpan

13

 

 Mauri

23

 

 Mauri

11

 

 Itaiquara

4

 

 Nevada

2

 

 Levapa

4

 

 SAF

1

 

 Fermpan

3

       
           
 

Fermento Seco

Freqüência

 
 

 Fermpan

18

 
 

 Fleishmann

10

 
 

 Mauri

5

 
 

 Univita

1

 
 

 Padeiro

1

 
 

 Nevada

1

 

 

Tabela 15.1

Números de indústrias segundo o tipo

de fermento mais utilizado

     

Tipo de Fermento

Nº de empresas

%

  Fresco

61

49,19

  Instantâneo

27

21,77

  Seco

36

29,03

Total

124

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Quanto ao tipo de fermento mais consumido, sessenta e um utilizam o tipo fresco, o que corresponde a um índice de 49,19%. Vinte e sete utilizam o tipo instantâneo, o que corresponde a um índice de 21,77%. Trinta e seis utilizam o tipo seco, o que corresponde a um índice de 29,03%.

10. Vendas do pão tipo francês

O número de pães franceses vendidos, no mês de janeiro de 2003, pelas empresas pesquisadas, totalizou 319.113 unidades, sendo 221.260, vendidas no balcão, o que corresponde um índice de 69,34%. Já as vendas para terceiros, totalizou 97.853 unidades, o que corresponde  um índice de 30,66%.


Tabela 16

Número de pães franceses vendidos em Jan/2003

segundo tipo de venda

     

Venda

Nº de pães

%

 Balcão

221260

69,34

 Terceiros

97853

30,66

Total

319113

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Grande parte das micro-indústrias substituiu a venda de pães tradicionais, feitos em suas padarias, pelos congelados. Sua participação corresponde, hoje, com 10,20% do número de indústrias que responderam a pesquisa. Para o comércio de menor porte, mercearias, lanchonetes, restaurantes, a venda das massas congeladas, também, é vantajosa, pois ficam em estoque por até seis meses. A margem de lucro é um dos atrativos para o comércio que adquirir esse tipo de produto.

Tabela 17

Número de indústrias segundo o número de pães vendidos diariamente no balcão

     

Nº de Pães

Nº de empresas

%

até 499

10

10,20

500 |- 1000

9

9,18

1000 |- 1500

15

15,31

1500 |- 2000

6

6,12

2000 |- 2500

23

23,47

2500 |- 3000

8

8,16

3000 |- 3500

9

9,18

3500 ou mais

18

18,37

Total

98

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística – UEE

A média ficou, em aproximadamente, 2.258 por padaria.

A maior parte das indústrias vende, diariamente, entre 2000 e 2500 pães, que corresponde a um índice de 23,47%. As vendas superiores a 3500 ou mais unidades representam, 18,37%, das indústrias informantes. O índice acumulado responde a 41,84%. 


Tabela 18

Número de indústrias segundo o número de pães

 vendidos diariamente para terceiros

     

Nº de Pães

Nº de empresas

%

até 499

17

31,48

500 |- 1000

8

14,81

1000 |- 1500

11

20,37

1500 |- 2000

5

9,26

2000 |- 2500

5

9,26

2500 ou  mais

8

14,81

Total

54

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística – UEE

A média ficou, em aproximadamente, 1.812 para cada fornecedor.

Das cinqüenta e quatro indústrias, que comercializam pães para terceiros, 17 vendem, até 499 unidades por dia, o que corresponde um índice de 31,48%. Onze vendem, entre 1000 e 1500 unidades dia, o que corresponde um índice de 20,37%. Oito vendem, entre 500 e 1000 unidades dia, o que corresponde um 14,31%. Outras oito indústrias vendem, de 2500 ou mais unidades dia, o que corresponde um índice de 14,81%. Dez indústrias, sendo cinco em cada intervalo, produzem, entre 1500 e 2500 unidades dia, o que corresponde a um índice de 9,26%, respectivamente. 

 

11. Faturamento

Tabela 19

Número de empresas segundo as faixas de faturamento em Janeiro/2002

       

Faturamento (Reais)

Nº de empresas

%

% Acumulada

até 10000

30

30,61

30,61

10001 |- 20000

20

20,41

51,02

20001 |- 30000

9

9,18

60,20

30001 |- 40000

15

15,31

75,51

40001 |- 50000

7

7,14

82,65

50001 |- 100000

10

10,20

92,86

100000 |- 150000

3

3,06

95,92

150000 ou mais

4

4,08

100,00

Total

98

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística -UEE

Das 98 indústrias que responderam a pesquisa, 30 estão na faixa de faturamento de até R$10.000,00; o que corresponde um índice de 30,61%. Vinte indústrias estão na faixa de faturamento, R$10.001, e R$20.000,00; o que corresponde um índice de 20,41%. Nove indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$20.001,00 e R$30.000,00; o que corresponde um índice de 9,18%. Quinze indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$30.001,00 e R$40.000,00; o que corresponde a um índice de 15,31%. Sete indústrias estão na faixa de consumo, entre R$40.001,00 e R$50.000,00; o que corresponde a um índice de 7,14%. Dez indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$50.001,00 e R$100.000,00; o que corresponde a um índice de 10,20%. Três indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$100.001,00 e R$150.000,00; o que corresponde a um índice de 3,06%. Outras Quatro indústrias estão na faixa de faturamento, de R$150.000,00 ou mais, o que corresponde a um índice de 4,08%.

Tabela 20

Outros produtos e seus percentuais no faturamento

 em Janeiro/2003

Produtos

% Média

 

 Pães (venda no balcão)

40,40

 

 Pães (venda p/ terceiros)

27,01

 

 Confeitaria

16,67

 

 Biscoito

12,37

 

 Salgados

9,09

 

 Pães embalados por outros fabricantes

8,86

 

 Leite e laticínios

8,85

 

 Serviço de copa (lanche)

7,65

 

 Mercearia

6,79

 

 Refrigerantes

6,70

 

 Serviço de copa (prato rápido)

6,48

 

 Frios

6,35

 

 Café

5,39

 

 Cervejas

5,17

 

 Cigarro/Tabacaria

4,21

 

 Sorvete

4,00

 

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística -UEE

 

 

12. Atendimento aos clientes

Quanto ao atendimento aos clientes, 112 indústrias que responderam a pesquisa. Não tem nenhum mecanismo de controle do atendimento, 83 indústrias, o que representa um índice de 74,11%. As que realizam controle do seu atendimento, 29 indústrias, tem um índice de 25,89%.

 

Tabela 21

Número de empresas segundo controle de clientes

 Janeiro / 2003

     

Resposta

Nº de empresas

%

Realizam

29

25,89

Não realizam

83

74,11

Total

112

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística -UEE


Quanto aos tipos de controle do atendimento, responderam a pesquisa 29 indústrias, que utilizam dois tipos de comandas: em papel e eletrônica. Onze indústrias informaram fazer, através da comanda em papel, o que corresponde a um índice de 37,93%. Treze indústrias informaram fazer, através da comanda eletrônica, o que corresponde a um índice de 44,83%. Outras cinco indústrias informaram fazer, por outros tipos, o que corresponde a um índice de 17,24%.

Tabela 22

Número de empresas segundo os tipos

de controle de clientes

     

Tipos

Nº de empresas

%

Comanda de papel

11

37,93

Comanda eletrônica

13

44,83

Outro

5

17,24

Total

29

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Ainda nesse contexto, considerando os dias úteis, o número médio de clientes/dia dos estabelecimentos, em Janeiro de 2003, apresentou uma  concentração, em 71,43%, na faixa até 499 clientes/dia.A média ficou em torno de 459 clientes/dia.

Tabela 23

Número de empresas segundo o número de clientes/dia úteis dos estabelecimentos pesquisados

em Jan/2003

       

Nº de pães

Freqüência

%

% acumulada

até 99

12

14,29

14,29

100 |- 200

13

15,48

29,76

200 |- 300

14

16,67

46,43

300 |- 400

12

14,29

60,71

400 |- 500

9

10,71

71,43

500 |- 600

6

7,14

78,57

600 |- 700

8

9,52

88,10

700 ou mais

10

11,90

100,00

Total

84

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE


Tabela 24

Número de indústrias segundo o número de clientes/dia úteis dos estabelecimentos pesquisados - em Jan/2003

       

Nº de pães

Freqüência

%

% acumulada

até 99

14

17,28

17,28

100 |- 200

17

20,99

38,27

200 |- 300

9

11,11

49,38

300 |- 400

15

18,52

67,90

400 |- 500

9

11,11

79,01

500 |- 600

6

7,41

86,42

600 |- 700

3

3,70

90,12

700 ou mais

8

9,88

100,00

Total

81

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

 

Aos sábados/domingos/feriados, foi verificado um índice de atendimento na ordem de: 79,01%, nas indústrias pesquisadas. O número de atendimento médio de clientes era de até 499 clientes/dia, cuja média ficou em torno de 421 clientes/dia.

 

13. Necessidade de assistência

As necessidades de assistência e/ou orientação, segundo as indústrias pesquisadas, as mais citadas foram: custos, 34,31%; produção, 27,45%; e vendas, 26,47%.

Tabela 25

Porcentagem das necessidades de

assistência técnica e/ou orientação

Produção

Controle de qualidade

Vendas

Marketing

Custos

Higiene

Outros

27,45%

16,67%

26,47%

16,67%

34,31%

16,67%

8,82%

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Quanto às necessidades de treinamento, os representantes das indústrias pesquisadas demonstraram interesse nos seguintes temas: 33, na fabricação de pães; 18, voltado para a confeitaria; 11, na redução do desperdício; 10, atendimento aos clientes, 8, técnicas de gerencia; 7, acompanhamento e controle da qualidade; 7, higiene ambiental e pessoal; 6, gestão de recursos humanos; 4, gestão do marketing; 3, controle do BPF; e 2, aplicação de técnicas de O&M.


Tabela 26

Número de empresas segundo interesse

 em treinamento

   

Treinamento

Nº de empresas

  Fabricação de pães

33

  Confeitaria

18

  Desperdício

11

  Atendimento

10

  Gerencia

8

  Controle de Qualidade

7

  Higiene

7

  Recursos Humanos

6

  Marketing

4

  Controle e operação com BPF

3

  O&M

2

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

56,42% das empresas pesquisadas informaram participar de treinamentos na área de panificação. Não responderam e/ou não participam, 43,48%, na formação de pessoal. Dentre os locais citados, destacam-se o PROPAN e o Moinho Dias Branco, ambos com treinamento em 10 empresas cada, e o CERTREM com treinamento em 8 empresas.

Tabela 27

Número de empresas segundo a participação

 em treinamento

     

Treinamento

Nº de empresas

%

  Sim

65

56,52

  Não

50

43,48

Total

115

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística- UEE

Tabela 28

Número de empresas segundo local onde participam de treinamento

   

Local

Nº de empresas

  PROPAN

10

  Moinho

10

  CERTREM

8

  Própria empresa

6

  Sebrae ou Sindicato

4

  FIEC

3

  Outras empresas

2

  Fábrica Fortaleza

2

  Qualquer local disponível

1

  CIPA

1

                        Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE


Tabela 29

Número de empresas segundo o conhecimento dos serviços oferecidos pelo Certrem

     

Conhecimento

Nº de empresas

%

Conhece

62

56,36

Não conhece

48

43,64

Total

110

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE


Tabela 30

Número de empresas segundo o grau de satisfação com o

CERTREM

       

Grau de satisfação

Nº de empresas

%

% acumulada

  Muito satisfeito

8

17,02

17,02

  Satisfeito

29

61,70

78,72

  Pouco satisfeito

7

14,89

93,62

  Insatisfeito

3

6,38

100,00

Total

47

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Quanto aos serviços oferecidos pelo CERTREM, 43,64%, das indústrias pesquisadas desconhecem os serviços oferecidos pelo Centro Regional de Treinamento em Moagem e Panificação. Das empresas que conhecem os serviços do CERTREM, 78,72%, consideram-se satisfeitos ou muito satisfeitos com o mesmo.


CONCLUSÕES GERAIS

Ressaltamos os principais pontos do diagnóstico:

ü      57,39% possuem estabelecimento próprio; 41,74%, alugados; e 0,87%, em outra situação.

P O número de empresas abertas com tempo de até cinco anos, representa 29,46%. No intervalo de cinco até dez anos, representa 25%. O acumulado no período de dez anos corresponde a 54,46%. Na pesquisa feita, em 1996, o índice acumulado para o mesmo intervalo de tempo foi de 65,55%. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação negativa de 16,92%.

P Quanto à área total dos imóveis pesquisados, descritas em m2, observa-se uma maior concentração na classe entre 100 e 200m2, com índice de 24,21%. Se ampliarmos a classe para até 300m², temos um índice acumulado de 51,58%.

P Quanto ao tipo de estabelecimento, verificamos que 60% das empresas são padarias e confeitarias; 28,7% se dizem somente padarias; 3,48%, apenas confeitaria; e 7,83%, agregam outro tipo de atividade ao seu negócio.

P Os estabelecimentos pesquisados empregam ao todo 1.341 empregados, sendo: 601 na produção, 43,82%; 444 no setor de vendas, 33,11%; 187 na administração, 13,94%; 30 no controle de qualidade, 2,24%; 41 empregados avulsos, 3,06%; e 38 na manutenção, 2,83%.

P A utilização da informática, como instrumento de controle administrativo e de planejamento, é restrita. Das 112 empresas que responderam a esta questão, 77 não utilizam nenhum recurso, que corresponde ao índice de 68,75%. 35 responderam que utilizam, que corresponde ao índice de 31,25%.

P Quanto ao número de indústrias sindicalizadas ao Sindicato de Panificação do Estado do Ceará, das 115 indústrias que responderam a pesquisa, 77 dos entrevistados disseram ser filiados, 66,96%. Os 38 entrevistados restantes, 33,04%, disseram não possuir nenhuma filiação. Na pesquisa realizada, em 1996; 74,43% disseram ser filiados. Comparando as duas pesquisas, encontramos uma variação negativa de 10,04%.

P Quanto às informações disseminadas sobre o setor da indústria de panificação e confeitaria, o meio de informação mais eficaz, segundo os entrevistados, é o Sindicato de Panificação, correspondendo ao índice de 26,96%. O segundo lugar ficou com a televisão, com um índice de 11,30%; o terceiro lugar ficou com os empresários, com um índice de 10,43%.

P Das 110 indústrias que responderam a esta questão, na pesquisa 2002/2003, 26 utilizam forno a lenha; 38 utilizam forno elétrico; e 59 utilizam forno a gás, que correspondem, respectivamente, 21,14%; 30,89%; e 47,97%.

P A quantidade média de sacos de farinha desmanchados, pelas indústrias informantes, em janeiro/2003, totalizou 15.055 sacos, o que corresponde, aproximadamente, 695 toneladas de farinha de trigo. Dezenove indústrias, que representa, 17%, do total das indústrias pesquisadas, consumiram sacos de 25kg, resultando num volume de desmancho de 2.306 sacos. Noventa e cinco indústrias, que representa, 83%, do total das indústrias pesquisadas, consumiram sacos de 50kg, resultando num volume de desmancho de 12.749 sacos.

P Grande parte das micro-indústrias substituiu a venda de pães tradicionais, feitos em suas padarias, pelos congelados. Sua participação corresponde, hoje, com 10,20% do número de indústrias que responderam a pesquisa. Para o comércio de menor porte, mercearias, lanchonetes, restaurantes, a venda das massas congeladas, também, é vantajosa, pois ficam em estoque por até seis meses. A margem de lucro é um dos atrativos para o comércio que adquirir esse tipo de produto.

P Das 98 indústrias que responderam a pesquisa, 30 estão na faixa de faturamento de até R$10.000,00; o que corresponde um índice de 30,61%. Vinte indústrias estão na faixa de faturamento, R$10.001, e R$20.000,00; o que corresponde um índice de 20,41%. Nove indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$20.001,00 e R$30.000,00; o que corresponde um índice de 9,18%. Quinze indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$30.001,00 e R$40.000,00; o que corresponde a um índice de 15,31%. Sete indústrias estão na faixa de consumo, entre R$40.001,00 e R$50.000,00; o que corresponde a um índice de 7,14%. Dez indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$50.001,00 e R$100.000,00; o que corresponde a um índice de 10,20%. Três indústrias estão na faixa de faturamento, entre R$100.001,00 e R$150.000,00; o que corresponde a um índice de 3,06%. Outras Quatro indústrias estão na faixa de faturamento, de R$150.000,00 ou mais, o que corresponde a um índice de 4,08%.

P Quanto ao atendimento aos clientes, 112 indústrias que responderam a pesquisa. Não tem nenhum mecanismo de controle do atendimento, 83 indústrias, o que representa um índice de 74,11%. As que realizam controle do seu atendimento, 29 indústrias, tem um índice de 25,89%.

P Quanto às necessidades de treinamento, os representantes das indústrias pesquisadas demonstraram interesse nos seguintes temas: 33, na fabricação de pães; 18, voltado para a confeitaria; 11, na redução do desperdício; 10, atendimento aos clientes, 8, técnicas de gerencia; 7, acompanhamento e controle da qualidade; 7, higiene ambiental e pessoal; 6, gestão de recursos humanos; 4, gestão do marketing; 3, controle do BPF; e 2, aplicação de técnicas de O&M.


TABELAS COMPLEMENTARES

Tabela 31

Grau de instrução dos entrevistados

     

Grau

Entrevistados

%

Primário Incompleto

6

5,41

Primário Completo

17

15,32

Ginasial Incompleto

8

7,21

Ginasial Completo

52

46,84

Superior Incompleto

1

0,90

Superior Completo

25

22,52

Pós-Graduação

2

1,80

Total

111

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE


Tabela 32

Número de empresas segundo situação do estacionamento dos estabelecimentos pesquisados

     

Situação

Nº de empresas

%

Sim

76

67,26

Não

37

32,74

Total

113

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE


Tabela 33

Número de empresas segundo o

 número de funcionários totais

       

Nº de funcionários

Nº de empresas

%

% acumulada

1 |- 10

56

52,83

52,83

10 |- 20

33

31,13

83,96

20 |- 30

8

7,55

91,51

30 |- 40

4

3,77

95,28

40 ou mais

5

4,72

100,00

Total

106

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Média total de pessoal empregado: 13,51


Tabela 34

Número de empresas segundo o número total de sócios do estabelecimento

     

Nº de sócios

Nº de empresas

%

1

52

46,85

2

44

39,64

3

7

6,31

4

4

3,60

5

4

3,60

Total

111

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Tabela 35

Número de empresas segundo o

 número de funcionários totais

       

Nº de funcionários

Nº de empresas

%

% acumulada

1 |- 10

56

52,83

52,83

10 |- 20

33

31,13

83,96

20 |- 30

8

7,55

91,51

30 |- 40

4

3,77

95,28

40 ou mais

5

4,72

100,00

Total

106

100,00

-

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Obs.: Média total de pessoal empregado: 13,51


Tabela 36

Número de empresas que participaram da pesquisa

     

Situação

Nº de empresas

%

Responderam

115

25,56

Fecharam

130

28,89

Não responderam

205

45,55

Total

450

100,00

Fonte:Pesquisa Direta/Unidade de Economia e Estatística - UEE

Empresas que responderam a pesquisa

01.  Alder Pan

02.  Art Pão

03.  Balu Doces

04. Boxe Serrano

05. Candial

06. Casa do Bolo

07. Casa do Padeiro

08. Cinco Quinas

09. Confeitaria Avelã

10. Contrigo

11. Delicia de Pão

12. Delitalia

13. Duda´s Burger I

14. Duda´s Burger II

15. Duda´s Burger III

16. Emopan

17. Flor do Trigo

18. Frangopan

19. Glacê Doces e Salgados

20. J. Lemos

21. JM Confeitaria

22. MG Panificação I

23. MG Panificação II

24. Mercadinho e Padaria Real

25. Miramar Shop

26. Monte Carlo

27. O Pão

28. Padaria Camila

29. Padaria Central

30. Padaria Estrela

31. Padaria Fortaleza

32. Padaria Globo

33. Padaria Ideal I

34. Padaria Ideal II

35. Padaria Pery

36. Padaria Pão Doce

37. Padaria Romana I

38. Padaria Romana II

39. Padaria San

40. Padaria Santa Cecília

41. Padaria São Lucas

42. Padaria São Raimundo

43. Padaria Tulipa

44. Padaria Vitoria

45. Padaria e Confeitaria O Jorge

46. Pamil

47. Paneplus

48. Panetrigo

49. Panetute

50. Panevila

51. Panificadora Ana Rosa

52. Panificadora Beira Rio

53. Panificadora Bom Gosto

54. Panificadora Bom Pão

55. Panificadora Bruna 3

56. Panificadora Central

57. Panificadora Costa Mendes

58. Panificadora Cristal

59. Panificadora Cristina

60. Panificadora Derly Ltda

61. Panificadora Disk Pão

62. Panificadora Erika II

63. Panificadora Gege

64. Panificadora Granja Portugal

65. Panificadora Idalina

66. Panificadora Jessa

67. Panificadora Jockey Clube

68. Panificadora Luciana

69. Panificadora Mara Ltda

70. Panificadora Mirandas

71. Panificadora Montese

72. Panificadora Natural

73. Panificadora Nogueira

74. Panificadora Nosso Senhor do Bonfim

75. Panificadora Opção

76. Panificadora Polar

77. Panificadora Pão Nosso

78. Panificadora Ravelly

79. Panificadora Ricopane

80. Panificadora São Joaquim

81. Panificadora São José

82. Panificadora Temoteo

83. Panificadora Trigal

84. Panificadora Tripoli

85. Panificadora Três Corações

86. Panificadora Villa Rica

87. Panificadora e Confeitaria Bruna

88. Panificadora e Confeitaria Bruna 2

89. Panificadora e Confeitaria Parquelândia

90. Panificadora e Confeitaria Pontes Vieira

91. Panificadora e Mercadinho Jopan

92. Panita

93. Ponto do Pão

94. Priscila

95. Pães e Algo Mais

96. Pão de Forno I

97. Pão de Forno II

98.       Pão de Ouro

99.       Pão de Trigo I

100.        Pão de Trigo II

101.        Pão de Trigo III

102.        Pão e Sabor

103.        Pão na Forma I

104.        Pão na Forma II

105.        Pão no Ponto I

106.        Pão no Ponto II

107.        Real Panificadora

108.        Santiago

109.        Sedução Confeitaria

110.        Semopan

111.        Shopping Pães

112.        Shopping do Trigo

113.        Solar Pães e Frios

114.        Tripoli Pães e Doces e Salgados

115.        Yandras Panificadora