Redação
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Uma publicação do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Ceará
Ano 3 - Edição 25 - junho de 2009
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Rica, mas ameaçada 
A caatinga, o único bioma exclusivamente brasileiro, já teve cerca de 70% de sua área alterada pelo homem. Mesmo assim, apenas 1% dela se encontra protegida em unidades de conservação
 

 

POR GEVAN OLIVEIRA

Quem viaja pelo sertão nordestino, principalmente nos meses mais quentes, como agosto e setembro, tem a sensação de estar passando por um extenso deserto. Terra seca a perder de vista, vegetação rala de galhos espinhosos e retorcidos, poucos animais e temperaturas que podem alcançar até 60 graus Celsius no solo estorricado. Os longos e característicos períodos de estiagem, que podem chegar a nove meses por ano, fizeram com que animais e plantas se adaptassem ao clima para conseguir viver nesse ambiente.

As folhas de alguns vegetais, por exemplo, se tornaram finas, ou inexistentes. Outros passaram a armazenar água, como os cactos, ou mesmo fixar suas raízes praticamente na superfície para absorver o máximo de chuva, que na região varia historicamente entre 300 a 800 milímetros por ano, embora em certas localidades do Ceará possa chegar a apenas 200 milímetros em períodos de seca. São raros os anos de chuvas em demasia, como ocorre na atual quadra invernosa.

Apesar dessa descrição pouco convidativa da caatinga, um olhar mais atento revela um bioma surpreendente, abrigando centenas de animais, plantas e invertebrados. Nele, vivem mais de 25 milhões de pessoas nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e norte de Minas Gerais.

Ocupando em torno de 11% do território nacional, com cerca de 844.000 quilômetros quadrados, a importância da caatinga se revela, ainda, pelo fato de este ser o único bioma exclusivamente brasileiro, com muitas espécies de fauna e flora não encontradas em nenhum outro lugar do planeta.

O melhor período para se visitar esse ecossistema é durante a estação das chuvas, geralmente de janeiro a abril. Isso porque o solo, apesar de castigado na maior parte do ano pelo sol inclemente, é rico em nutrientes. Com as primeiras gotas d’água,a paisagem muda rapidamente – as árvores se cobrem de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas cujas flores coloridas e de extrema beleza contrastam com a paisagem seca de antes.

Riqueza natural
No meio da aridez, o visitante de repente pode se deparar com as terras férteis das chamadas ilhas de umidade e dos brejos, que quebram a monotonia das condições físicas e geológicas dos sertões. Nelas, é possível produzir quase todos os alimentos e frutas peculiares aos trópicos do mundo. Essas áreas normalmente se localizam próximas às serras. No Ceará, por exemplo, boa parte das flores produzidas e exportadas para a Europa e Estados Unidos pelo Brasil é cultivada na região da serra da Ibiapaba. Em Pernambuco, na região de Petrolina, o grande cultivo de uvas, dentre outras frutas tropicais características de climas frios, é o que chama a atenção. Na Paraíba, o algodão que brota da terra vem em diversas cores, graças a uma tecnologia desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária (Embrapa).

Na caatinga vivem alguns dos animais brasileiros mais ameaçados de extinção, como a suçuarana, o gato-maracajá e a ararinha-azul. A lista de pássaros tem mais de 500 espécies e inclui aves de rapina como a águia chilena, o urubu-rei, o acauã, cujo canto, segundo a tradição local, anuncia a estação seca; a araponga-do-nordeste, com um canto que se assemelha a um martelo batendo numa bigorna; o cancão, o galo de campina, a seriema e o arapaçu do nordeste. Outros animais típicos da região são o sapo-cururu, asa-branca, cotia, gambá, preá, tatu-peba e o sagui do nordeste, dentre outros.

Quanto à flora, já foram registradas mais de mil espécies, estimando-se que haja um total de 2.000 a 3.000 plantas. Além da importância biológica, essa diversidade apresenta um potencial econômico ainda pouco valorizado. Em termos forrageiros, há espécies como o pau-ferro, a catingueira verdadeira, a catingueira rasteira, a canafístula, o mororó e o juazeiro, que podem ser utilizadas como opção alimentar para caprinos, ovinos, bovinos e muares. Dentre as de potencialidade frutífera destacam-se o umbu, o araticum, o jatobá, o murici e o licur. Já as medicinais mais conhecidas são a aroeira, a braúna, o quatro-patacas, o pinhão, o velame, o marmeleiro, o angico, o sabiá e o jericó.

Historicamente, a região da caatinga também é bastante rica em costumes, crenças e tradições, tendo sido palco de importantes acontecimentos que marcaram o passado político e social do Brasil. Foi entre espinhos e sobre o chão rachado do leito de rios secos que, no final do século 19, Antônio Conselheiro construiu a sociedade de Canudos, dizimada anos depois pelas tropas federais sob alegação de que seria uma  ameaçava à República recém-proclamada.

Lampião e seu bando de cangaceiros também aterrorizaram as cidades pobres do sertão, ao mesmo tempo em que eram admirados pela população descrente com os desmandos dos políticos e coronéis. Outro que fez história foi o religioso, político e depois santo do povo, Padre Cícero Romão Batista, cuja memória está preservada numa gigantesca estátua, a terceira maior do mundo, construída no município de Juazeiro do Norte, região Sul do Ceará.

Para os estudiosos e aventureiros, a caatinga também reserva surpresas que remontam à pré-história. Há na região sítios arqueológicos com gravuras (em Ingá, na Paraíba) ou pinturas rupestres (Serra da Capivara e Sete Cidades – ambas no Piauí), Lajedo de Soledade (Rio Grande do Norte) e fósseis de dinossauros e outros animais que viveram antes mesmo do homem (em Souza e São Rafael, na Paraíba, e na Chapada do Araripe, no município cearense de Santana do Cariri).

Porém, esse patrimônio brasileiro, e por que não dizer mundial, encontra-se bastante ameaçado. A exploração feita de forma extrativista pela população local, desde a ocupação do semiárido, tem levado a uma rápida degradação ambiental. Segundo estimativas do Ministério do Meio Ambiente, cerca de 70% da caatinga já foi alterada pelo homem e pouco mais de 1% de sua área está protegida em unidades e parques de conservação, a exemplo da Reserva Natural Serra das Almas. Esses números conferem à caatinga a condição de ecossistema brasileiro menos preservado e um dos mais degradados do mundo.

Estudo realizado pelo Banco Mundial e pela organização não-governamental WWF, denominado A Conservation Assessment of the Terrestrial Ecoregions of Latin America and the Caribbean, definiu prioridades para a conservação da biodiversidade em todo o mundo, as quais são estabelecidas em cinco níveis por ordem de relevância: prioridades I, II, III, IV e V. O ecossistema caatinga foi classificado no nível I, ou seja, o mais alto. Segundo o gerente executivo da Reserva Natural Serra das Almas, em Crateús, no sertão cearense, Carlos Rodrigo Castro, tem-se a alta prioridade quando se considera, além da situação de vulnerabilidade do ecossistema, a sua representatividade para a biorregião.

De fato, os domínios da caatinga estão presentes em quase todo o Nordeste brasileiro, mais precisamente na área denominada de Polígono das Secas, que inclui ainda parte do norte de Minas Gerais. A questão socioeconômico de grande parte da população residente no semiárido é considerada pelos especialistas a principal causa da degradação do ecossistema. “Exemplo disso é que até hoje a lenha e o carvão vegetal, juntos, são a segunda fonte de energia na região, perdendo somente para a eletricidade”, justifica Rodrigo.

O gerente salienta que o uso dos recursos da flora e da fauna pelas necessidades do homem nordestino é uma constante, já que ele não encontra formas alternativas para o seu sustento. “Como consequência, a cobertura vegetal está atualmente reduzida a menos de 50% da área dos estados e a taxa anual de desmatamento é de aproximadamente meio milhão de hectares”, alerta Rodrigo.

Ele diz que o desmatamento e a caça de subsistência são de fato os principais responsáveis pela extinção da maioria dos animais de médio e grande portes nativos da caatinga. Tal fenômeno ocorre porque, durante as grandes secas periódicas, quando as safras agrícolas são frustradas e os animais domésticos dizimados pela fome e falta d’água, a caça predatória desempenha importante papel social na região.

“O hábito de consumir animais da fauna local é antigo, vindo desde antes da colonização e, ainda hoje, é grande sua importância social para o sustento dessas famílias, já que não contam com ajuda suficiente das autoridades”, lamenta, acrescentando que, além dos animais, a flora também tem sido historicamente ameaçada pela ação do homem, seja por meio das queimadas, fabricação de carvão e estacas, ou mesmo para uso na construção de casas. “Procuramos, aqui na reserva, orientar o homem para o manejo correto e consciente desse recurso. Se a flora se extinguir, sua fonte de sustento também se vai”, adverte.

Política da preservação
Para tentar reverter o quadro sombrio de ameaça à caatinga que, além da ação direta do homem, sofre com o processo climático de desertificação (segundo o Ministério do Meio Ambiente, em torno de 1.500 dos mais de 1.800 municípios do Nordeste já apresentam algum sinal de desertificação), o governo federal instituiu, em 28 de abril de 2003, o Dia Nacional da Caatinga. Três anos depois, foi a vez de a Organização das Nações Unidas (ONU) declarar 2006 como o Ano Internacional de Deserto e Desertificação no intuito de chamar a atenção do mundo para os problemas que atingem especialmente as regiões semiáridas, como o Nordeste brasileiro.

No Ceará, mesmo antes dessas tentativas de preservação, precisamente em outubro de 1998, no município de Crateús, a 385 quilômetros de Fortaleza, era constituída pelo empresário americano Samuel Curtis Johnson, com apoio de ambientalistas locais, uma associação com o objetivo de preservar a caatinga cearense. Denominada de Associação Caatinga, já nasceu determinada e com grandes sonhos. Tantos que, no ano seguinte, buscava recursos para a compra de uma área de conservação permanente do bioma. Em 2000, o próprio Johnson comprou e doou à associação 6.146 hectares de mata de caatinga, fundando a Reserva Natural Serra das Almas. Abrangendo os municípios de Crateús/CE e parte em Buriti dos Montes/PI, ela é hoje uma das oito destinadas exclusivamente à conservação ambiental da caatinga no Ceará.

O local foi reconhecido como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e classificado como de alta relevância para a conservação do bioma pelo Ministério do Meio Ambiente. Recentemente, foi indicado a receber o título de posto avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga, parte do programa Homem e Biosfera desenvolvido pela Unesco.

Ao longo de dez anos, explica a gerente de projeto Cristine Negrão, a instituição contribuiu diretamente para a conservação de mais de 30.000 hectares de caatinga, além de ter beneficiado cerca de 62.000 pessoas em suas ações. “Foram 24 projetos e diversos prêmios recebidos pelo trabalho realizado graças ao apoio de inúmeros parceiros que acreditaram e continuam investindo nas ações da instituição”, afirma Cristine.

Para ela, o maior desafio da reserva tem sido unir a preservação da biodiversidade remanescente da caatinga com as necessidades e desenvolvimento humano da população local, composta de aproximadamente 1.700 famílias. Os recursos são minguados. Por isso, elas dependem fortemente daquilo que a caatinga lhes propicia: a retirada de produtos madeireiros (lenha, carvão, estacas, material para construção etc.) e não madeireiros (frutos, plantas medicinais, mel etc.), além da agricultura de subsistência, que utiliza a famigerada técnica da queimada – todos fatores contrários à preservação ambiental.

A reserva
Localizada nos Sertões dos Inhamuns, a Reserva Natural Serra das Almas tem oficialmente uma área de 5.646 hectares e abriga amostras significativas da flora e da fauna e comunidades biológicas da caatinga. A sede da reserva fica a 50 quilômetros da cidade de Crateús. O local, aberto ao público, possui um centro de visitas em sua sede, com alojamento para 18 pessoas, cozinha, refeitório, ecodemia (academia ao ar livre) e área de descanso.  O espaço é ideal aos aventureiros e amantes da natureza que podem experimentar a vida na reserva com caminhadas em três trilhas ecológicas (trilha dos macacos, trilha do lajeiro e trilha das arapucas). A reserva conta, ainda, com o Centro Ecológico Samuel Johnson, composto de auditório, cozinha, refeitório, viveiros de mudas e capacidade para 16 pessoas, ideal para visitas escolares.

Aves
A avifauna da reserva impressiona por sua riqueza e diversidade. São conhecidas para o bioma caatinga mais de 500 espécies, distribuídas em 62 famílias, das quais 193 espécies possuem registros confirmados para a área, entre elas: urubu-rei, gavião, carcará, siriema, jacu-verdadeiro, juriti-azul, caburé, pica-pau-branco, arapaçu, siriri, gibão-de-couro, cancão, azulão e galo de campina.

Mamíferos
Na reserva, até o momento, foram identificadas 42 espécies de mamíferos, entre herbívoros, carnívoros e onívoros. As duas espécies de felinos do local estão inclusas na lista de animais ameaçados de extinção no território brasileiro: a suçuarana  e o gato-maracajá. Na reserva, os animais que sofrem maior pressão de caça são o tatu, cotia, tamanduá-mirim e mocó. As espécies mais encontradas no local são o gambá, tatu, cateto, tamanduá-mirim, cachorro do mato, macaco-prego, onça-parda, gato-maracajá, preá, cotia,
veado e guaxinim.

Flora
O nome caatinga é de origem tupi-guarani e significa floresta branca, referência à aparência que a vegetação toma nos meses de seca. As caatingas podem ser caracterizadas como florestas arbóreas ou arbustivas, variando entre 5 e 17 metros de altura. Na área da reserva, três unidades fisionômicas são dominantes: caatinga, mata seca e carrasco. Até agora, foram identificadas 419 espécies de plantas na área da reserva, dentre elas a carnaúba, juazeiro, jurema, pau-branco, aroeira, sabiá, jatobá, xique-xique, mandacaru, croata e coroa de frade.

Invertebrados
Estudo recente promovido na reserva descreveu 76 espécies de formigas, sendo três delas novas (não descritas pela ciência). Uma das espécies coletadas foi considerada rara, sendo o primeiro registro para o Ceará e semiárido nordestino. Também foram confirmadas 93 espécies de aranha, sendo nove raras e quatro até
então desconhecidas.
Répteis e anfíbios

A herpetofauna da reserva, nome científico para este grupo de animais, inclui 57 espécies, sendo 22 de anfíbios, duas de anfisbenas, 19 de lagartos, 13 de serpentes e uma de jacaré (papo-amarelo). Vale ressaltar que seis das espécies encontradas são novos registros para o estado do Ceará; 16 são restritas ao Nordeste e uma é endêmica do Ceará. Algumas das espécies encontradas: sapo cururu, rã-pimenta, sapo-boi, papa-vento, calango-liso, jacaré do papo amarelo, cascavel, jararaca, cobra coral, teiú e iguana.

Projetos que preservam a vida

A Associação Caatinga é uma entidade que efetivamente desenvolve dezenas de projetos cujos resultados podem ser medidos em hectares.  Dentre eles está a Aliança da Caatinga, promovido em parceria com a organização não-governamental The Nature Conservancy do Brasil (TNC). A iniciativa, presente hoje em todos os estados nordestinos, com exceção de Sergipe, visa à criação de reservas particulares do patrimônio natural, como a da Serras das Almas.

Antes do programa, existiam 35 RPPNs em toda a região, protegendo mais de 100.000 hectares de caatinga. Após o lançamento do primeiro edital, outras 18 unidades de conservação foram fundadas, agregando mais de 12.000 hectares à área total preservada no Nordeste. O segundo edital da Aliança da Caatinga será lançado ainda este ano.

Outra iniciativa da Associação Caatinga, que vem dando bons frutos na Reserva Serra das Almas, é o Programa Ecodesenvolvimento. Criado em 2006, o trabalho visa à implementação de ações que promovam o desenvolvimento sustentável de comunidades presentes no entorno da reserva. Atualmente, três projetos estão em operação: a meliponicultura com a abelha jandaíra (espécie exclusiva e ameaçada da caatinga brasileira), a produção de sabonetes artesanais a partir de plantas e extratos naturais presentes no local (aroeira e malva, dentre outras) e a confecção de chapéus com palha da carnaúba.

O que chama mais a atenção nessa iniciativa é o fato de ela possibilitar a geração de renda concomitante à preservação de espécies ameaçadas e da cultura dos moradores. No caso da meliponicultura, além de ajudar no sustento das famílias, a ideia contribui para conservar a jandaíra, uma abelha sem ferrão ameaçada em função do desaparecimento do seu habitat, geralmente os troncos da imburana de cheiro, onde constroem suas colmeias.

Para o coordenador do projeto Ecodesenvolvimento e gerente da Reserva Serra das Almas, Ewerton Melo, a criação e reprodução dessa espécie para a fabricação de mel representa uma forma inteligente de conservação da caatinga, associada à melhoria da qualidade de vida do homem sertanejo, que está aprendendo uma lição: conservar a mata é mais rentável que derrubá-la. “Hoje, eles sabem que quanto maior for a área de floresta nativa, maior será o campo de alimentação dessas abelhas e, consequentemente, a produção de mel”, frisa.

O mel de jandaíra é considerado medicinal pela população do Nordeste. Os mais velhos contam que ele era usado para tratar problemas respiratórios, dores de ouvido, inflamações nos olhos, ferimentos, picadas de cobra e até como fortificante. Seu valor comercial pode chegar a oito vezes o do mel de outras abelhas. Isso se deve ao pequeno volume produzido pelas colmeias, cerca de três litros por ano.

Outra atividade que enche de orgulho a Associação Caatinga é o curso  de artesanato em palha de carnaúba. O objetivo é fazer com que o artesanato substitua outros produtos oriundos dessa matéria-prima, como a vassoura, que têm pouco valor comercialem função da grande oferta no mercado.

Ewerton fundamenta que o artesanato agrega valor por ser um produto que mostra a arte e a identidade da comunidade, além de ter um custo de produção menor. “Dessa forma, a comunidade ganha mais uma fonte alternativa de renda e mais uma vez adquire, por consequência, a consciência ecológica, já que se trata de uma atividade que requer o uso sustentável da carnaúba”, acrescenta. O curso já capacitou 12 mulheres. Agora, elas se preparam para expor seus produtos em feiras na cidade de Crateús.

Adote um hectare
O presidente da Associação Caatinga, o empresário e presidente da FIEC, Roberto Proença de Macêdo, explica que toda a sociedade pode contribuir para a preservação desse habitat e manutenção dos projetos que beneficiam as comunidades do entorno da Reserva Serra das Almas. Para tanto, foi a criada a campanha Adote 1 Hectare. Destinado a pessoas físicas, ou jurídicas, a contribuição pode ser é feita por meio de depósito em uma conta do Banco do Brasil. “Fazendo isso você ajudará na conservação de espécies exclusivas, raras e ameaçadas da caatinga, protegerá matas e nascentes e melhorará a qualidade de vida das comunidades sertanejas locais”, justifica Roberto Macêdo.

Como contribuir para preservar a caatinga
Pessoa física – Cada hectare pode ser adotado pelo valor de R$ 45,00. O doador receberá um certificado de adoção, um brinde, materiais informativos da reserva e relatórios semestrais de atividades.

Pessoa jurídica – A adoção é de no mínimo quatro hectares pelo valor de R$ 45,00 cada. As empresas poderão deduzir as doações de seu Imposto de Renda, dentre outros benefícios. A adoção é válida por um ano, podendo ser renovada.

Informações: (85) 3241-0759

Conta para depósito ou transferência Banco do Brasil S/A Favorecido: Associação Caatinga CNPJ: 02.885.544/0001-03 Agência: 3515-7 Conta corrente: 5343-0

Mensagem do Presidente
Mensagem da Presidência

No dia 14 deste mês de março vivenciamos um fato inédito na história da nossa Federação. Esta data ficará na nossa lembrança como a culminância de um processo iniciado de forma tensa em 2006 e que agora se consolida com a união através do voto aberto, expressa na eleição da nova Diretoria, por aclamação por cada um e por todos os 39 sindicatos que compõem o Sistema FIEC.



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