PIB do Ceará atinge o maior crescimento em dez anos

A economia do Ceará está em expansão. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas, bens e serviços produzidos, cresceu 4,4%. O crescimento deve elevar o PIB do Estado - os valores ainda não estão fechados - para R$ 28 bilhões. Em 2003, o PIB cearense encolheu 0,8%. O resultado, com destaque para o crescimento da indústria (7,0%), seguido dos serviços (3,9%) é o maior dos últimos 10 anos.

Taxa maior que esta só ocorreu em 1994, ano de lançamento do plano Real, quando o PIB alcançou 6,3%. Para este ano, as previsões são de continuidade do crescimento, tanto em nível local quanto nacional. A expectativa é que o PIB cearense fique um pouco abaixo, entre 3,5% e 4,0%, da taxa do ano passado. Já a estimativa para o PIB brasileiro é de 3,8% contra 5,3% de 2004.

''O cenário macroeconômico para 2005 é um pouco menos favorável que o de 2004'', comenta o presidente do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), Marcos Holanda, que divulgou os dados ontem. Traduzindo: a elevação dos juros no Brasil e a tendência de alta dos juros da economia norte-americana com reflexos na economia mundial vai diminuir o ritmo do crescimento. Ele considera, entretanto, que o mercado interno pode surpreender.

A indústria cearense cresceu, em 2004, 7,0% em comparação a 2003 com destaque para a indústria de transformação que registrou uma elevação de 11,2%. Esse crescimento foi puxado pela ampliação nas produções dos setores de alimentos e bebidas, têxtil, calçados e artigos de couro, metalúrgica básica, vestuário e acessórios. No caso de produtos alimentares e bebidas o destaque foi para o beneficiamento da amêndoa da castanha de caju. As exportações de castanha de caju renderam US$ 142 milhões. Um crescimento de 29,3% em relação a 2003. No segmento de calçados e artigos de couro, o melhor resultado foi para a produção de calçados de plástico.

O setor de serviços apresentou o segundo melhor desempenho. Todos os segmentos que integram o setor obtiveram taxas positivas. ''A maior taxa de crescimento ficou com o comércio, 10,8% em 2004 sobre 2003''. Na análise do Ipece, ''O volume das vendas reais do comércio varejista registrou, em 2004, a maior variação desde 2000, início da pesquisa''. Fonte: O Povo

PIB do Ceará atinge o maior crescimento em dez anos
A economia do Ceará está em expansão. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas, bens e serviços produzidos, cresceu 4,4%. O crescimento deve elevar o PIB do Estado - os valores ainda não estão fechados - para R$ 28 bilhões. Em 2003, o PIB cearense encolheu 0,8%. O resultado, com destaque para o crescimento da indústria (7,0%), seguido dos serviços (3,9%) é o maior dos últimos 10 anos.

Taxa maior que esta só ocorreu em 1994, ano de lançamento do plano Real, quando o PIB alcançou 6,3%. Para este ano, as previsões são de continuidade do crescimento, tanto em nível local quanto nacional. A expectativa é que o PIB cearense fique um pouco abaixo, entre 3,5% e 4,0%, da taxa do ano passado. Já a estimativa para o PIB brasileiro é de 3,8% contra 5,3% de 2004.

''O cenário macroeconômico para 2005 é um pouco menos favorável que o de 2004'', comenta o presidente do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), Marcos Holanda, que divulgou os dados ontem. Traduzindo: a elevação dos juros no Brasil e a tendência de alta dos juros da economia norte-americana com reflexos na economia mundial vai diminuir o ritmo do crescimento. Ele considera, entretanto, que o mercado interno pode surpreender.

A indústria cearense cresceu, em 2004, 7,0% em comparação a 2003 com destaque para a indústria de transformação que registrou uma elevação de 11,2%. Esse crescimento foi puxado pela ampliação nas produções dos setores de alimentos e bebidas, têxtil, calçados e artigos de couro, metalúrgica básica, vestuário e acessórios. No caso de produtos alimentares e bebidas o destaque foi para o beneficiamento da amêndoa da castanha de caju. As exportações de castanha de caju renderam US$ 142 milhões. Um crescimento de 29,3% em relação a 2003. No segmento de calçados e artigos de couro, o melhor resultado foi para a produção de calçados de plástico.

O setor de serviços apresentou o segundo melhor desempenho. Todos os segmentos que integram o setor obtiveram taxas positivas. ''A maior taxa de crescimento ficou com o comércio, 10,8% em 2004 sobre 2003''. Na análise do Ipece, ''O volume das vendas reais do comércio varejista registrou, em 2004, a maior variação desde 2000, início da pesquisa''. Fonte: O Povo

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