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Fortaleza,
27/08/2004 - 18h10
Fonte: Folha Online
O
ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando
Furlan, disse hoje que não acredita que o racha
na direção da Fiesp (Federação das Indústrias
do Estado de São Paulo) vá durar por muito
tempo. Segundo ele, a disputa entre o futuro
presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e o candidato
derrotado, Claudio Vaz, é "momentânea".
"O assunto da Fiesp é momentâneo. O
presidente [da Fiesp] continua sendo o Horacio
Lafer Piva até o final de setembro. Até lá, a
poeira vai assentar", disse ele hoje em São
Paulo.
Segundo ele, é natural que ocorram animosidades
em momentos de disputa, como a eleição para a
presidência da Fiesp, ocorrida na última
quarta-feira. "É natural que hajam
excessos e eventualmente algumas caneladas. Mas
é preciso encontrar um caminho de convergência
para o objetivo principal se alcance, que é o
crescimento sustentável, progresso e contribuição
para o país."
Furlan disse que ninguém sai ganhando com um
eventual racha na direção da Fiesp. "Eu
acho que o bom senso deve predominar. Não
interessa a ninguém que classe empresarial de São
Paulo fique desunida."
Furlan participou hoje do lançamento do IDV
(Instituto para o Desenvolvimento do Varejo).
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