Fortaleza, CE - quinta-feira, 07 de junho de 2012

AIRM – ASSESSORIA DE IMPRENSA E RELAÇÕES COM A MÍDIA - UNIDADE DE CLIPPING


FIEC
- Diário Político - Recepção
- Indústria cearense apresenta sinais de retração em abril
- Produção cearense volta a declinar: 4,7%
- Ceará apresenta queda de 4,7% em abril, segundo IBGE
- Indústria cearense apresenta sinais de retração em abril
- Exportações do CE saltam 21,8%
- FIEC - Incentivos Fiscais
- FIEC - Incentivos Fiscais
- Jornal O Estado - Empresas do Bem

ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL
- Retorno de ex-secretários à AL é cartada decisiva de Cid
- Egídio Serpa - Adece ganha bom reforço

ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
- Investimento cai, mas receita sobe em Fortaleza
- Vaivém - Cuca

BANCOS
- Curtas - BNB vende máquinas e bens diversos

CIC
- Diário Político - Explanação

ECONOMIA
- Inflação perde força em maio na RMF

EMPRESAS
- Fim da parceria entre J. Macêdo e Bunge

ESPORTE
- Monte Mckinley - Rosier inicia desafio

INDÚSTRIA DE CALÇADOS
- Há um ano, calçados aguardam para entrar na Argentina

INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS
- Egídio Serpa - Análise lenta

INDUSTRIALIZAÇÃO - CEARÁ
- Indústria cearense volta a sofrer perdas em abril
- Montadora exige cabotagem para se instalar no CE

INFRA-ESTRUTURA
- O Povo Economia - Foco no mercado

POLÍTICA
- Política - A crise do PSDB

PRÊMIO
- Egídio Serpa - Bom - Medalha a Alberto

SINDICATO
- Termina a greve da construção civil
- Mercado Imobiliário mais aquecido no interior do Ceará
- Entidades debatem sobre a obrigatoriedade do registro de imóvel
- Custo de construir no Ceará subiu 1,34% neste ano


O ESTADO

07 de junho de 2012

 
HOMENAGEM A ROBERTO CLÁUDIO
Diário Político - Recepção
Coluna do Fernando Maia

O presidente da Fiec, Roberto Macêdo, homenageou o deputado Roberto Cláudio, presidente da AL, com a presença maciça de empresários, na sede do Sinduscon.
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ANTÔNIO VIANA ON LINE

07 de junho de 2012

 
INDÚSTRIA CEARENSE
Indústria cearense apresenta sinais de retração em abril
Resultados negativos foram registrados, no período considerado, com quedas para as vendas, pessoal total empregado, horas trabalhadas, exportações, dentre outros itens.

O Instituto de Desenvolvimento Industrial (INDI), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará(FIEC), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgou ontem, quarta-feira (6/12) os indicadores industriais do Ceará relativos ao mês de abril de 2012.

Segundo as análises, a indústria de transformação cearense apresentou sinais de retração de suas atividades em abril, com resultados negativos para praticamente todas as variáveis pesquisadas, comparativamente aos números obtidos em março. Assim, foram registradas, no período considerado, quedas para as vendas, pessoal total empregado, horas trabalhadas, exportações de produtos industrializados e utilização da capacidade instalada.

E mais: o estudo ressalta que o resultado é comum em abril, mês que historicamente conta com menor número de dias úteis. Por outro lado, o setor continua a apresentar resultados positivos no acumulado do ano, com destaque para o crescimento de 6,91% nas vendas totais.

Em abril, as vendas totais apresentaram expansão real de 6,24% em relação aos números de abril de 2011, resultado que se deve ao crescimento apresentado em cinco dos sete setores pesquisados. Em comparação a março, o faturamento da indústria sofreu retração de 12,61%. Vale salientar que a indústria de transformação cearense apresentou comportamento similar à indústria nacional, cuja variação anunciada pela CNI alcançou -11,0% na mesma base de comparação.

Exportações
Segundo informações fornecidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações cearenses de produtos industrializados, em abril, alcançaram US$ 62.272 milhões, representando decréscimo de 21,79% em relação ao montante comercializado em março e de 10,64% contra igual mês do ano anterior.

A participação da indústria no total exportado elevou-se de 71,1% no primeiro quadrimestre de 2011, para 72,8% em 2012.

Pessoal empregado
Em abril de 2012, a indústria de transformação cearense apresentou decréscimo de 4,51% na variável pessoal total empregado, em comparação com abril do ano imediatamente anterior. O estudo sublinha que o comportamento desta variável apresenta alguns meses de defasagem, de modo que a elevação nas vendas só gerará contratações caso seja mantida nos próximos meses. A redução no número de funcionários ocorreu em três segmentos: minerais não netálicos (- 14,88%), calçados (- 12,13%) e têxtil (- 13,50%).

As horas trabalhadas registraram variação de -0,29% em relação a abril do ano anterior, com expansão em três setores, contra redução nas outras quatro atividades econômicas. A massa salarial real apresentou acréscimo real de 3,48% frente aos números de igual período de 2011, destacando-se as variações positivas ocorridas nos setores de vestuário, químico, produtos alimentares e metalúrgicos.

A utilização da capacidade instalada registrou redução em abril, sendo inferior aos índices obtidos no mês imediatamente anterior (86,19%) e abril de 2011 (82,96%). Os menores índices de uso do maquinário ocorreram nos setores de produtos alimentares (75,21%) e calçados (76,09%).

Assessoria de Comunicação Sistema FIEC
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
INDI - PRODUÇÃO INDUSTRIAL CEARENSE
Produção cearense volta a declinar: 4,7%
Ceará é o quarto entre os estados brasileiros que mais apresentaram queda e lidera o recuo na região Nordeste

Após dois meses seguidos de avanço, período em que acumulou expansão de 5,6%, a produção industrial do Ceará voltou a cair no mês de abril, segundo indicadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados ontem. Na comparação com março, a indústria cearense produziu 4,7% menos, descontados os efeitos sazonais, ficando inclusive bem acima da média nacional, que também foi negativa (-0,2%).

Entre os 14 estados brasileiros pesquisados pelo IBGE, o Ceará ficou na quarta posição entre aqueles com maiores quedas, ficando atrás apenas de Goiás (-7,6%), Paraná (-7%) e Amazonas (-5,8%). Como o estudo só abrange três estados nordestinos, a produção cearense também liderou as quedas da região, já que Pernambuco e Bahia apresentaram índices de -0,6% e -0,3%, respectivamente.

"Essa queda no mês de abril acabou nos pegando de surpresa, já que a produção industrial local vinha se recuperando bem e a projeção era de estabilidade por conta de datas como o Dia das Mães e Dia dos Namorados. Acredito que o motivo do recuo acabou sendo a cautela dos produtores, provocada pela queda de 12,6% nas vendas de março", comenta o coordenador da unidade de economia e estatística do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi), Pedro Jorge Ramos Vianna.

Setor têxtil ainda é vilão

Na comparação com abril do ano passado, o recuo na produção industrial do Ceará foi um pouco menor (-3,2%), mas também ficou acima da média nacional (-2,9%). Nesse período, o impacto negativo mais relevante foi observado novamente no setor têxtil (-21,9%), que segundo Pedro Jorge, é prejudicado por importações. "Não há dúvida de que o setor têxtil é o que mais sofre com a concorrência internacional, principalmente por conta de produtos oriundos da China", explica.

Quanto à principal contribuição positiva para o total da indústria cearense, o maior destaque foi o setor de refino de petróleo e produção de álcool (118,0%), impulsionado em grande parte pela baixa base de comparação, já que o setor havia recuado 67,4% em abril de 2011.

Metalurgia básica (47,2%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,5%) também se destacaram positivamente.

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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
INDÚSTRIA CEARENSE
Ceará apresenta queda de 4,7% em abril, segundo IBGE
Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, o setor no Ceará apresentou, em abril, o pior desempenho do Nordeste e o quarto pior do Brasil

Segundo dados divulgados, ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da Pesquisa Industrial Mensal, a produção industrial do Ceará de abril de 2012, ajustada sazonalmente, recuou 4,7% frente ao mês imediatamente anterior, após avançar por dois meses consecutivos, período em que acumulou expansão de 5,6%.
As perdas mais intensas foram observadas em Goiás (-7,6%), no Paraná (-7%) e Amazonas (-5,8%). O Ceará lidera isoladamente a Região Nordeste, já que o segundo Estado a apresentar queda na produção foi Pernambuco, com -0,6%. Detalhe: o Nordeste apresentou desempenho de -0,7%.
Na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral mostrou variação positiva de 0,2% entre os trimestres encerrados em março e abril, mas com redução no ritmo de crescimento frente ao resultado do mês anterior (0,9%).
No confronto com igual mês do ano anterior, a produção industrial cearense recuou 3,2% em abril de 2012, após registrar expansão de 2,8% em março último. O índice acumulado nos quatro primeiros meses do ano mostrou queda de 3,7% frente a igual período do ano anterior. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, ao recuar 9,0% em abril de 2012, reduziu a intensidade de queda frente aos resultados de fevereiro (-11,5%) e de março (-10,3%).

DESTAQUES
O índice mensal da indústria cearense recuou 3,2% em abril de 2012, com seis dos dez ramos pesquisados apontando redução na produção. O impacto negativo mais relevante sobre o total da indústria foi observado no setor têxtil (-21,9%), vindo a seguir as perdas verificadas em produtos químicos (-12,8%), calçados e artigos de couro (-5,8%) e produtos de metal (-34,4%), em razão, respectivamente da queda na produção de tecidos e fios de algodão; vacinas para medicina veterinária; calçados de plástico de uso feminino; e rolhas e tampas metálicas e latas de ferro e aço para embalagem.
Por outro lado, a principal contribuição positiva sobre o total da indústria ficou com o setor de refino de petróleo e produção de álcool (118,0%), impulsionado em grande parte pela baixa base de comparação, já que o setor havia recuado 67,4% em abril de 2011. Nessa atividade sobressaiu a maior produção de óleo diesel e outros óleos combustíveis e asfalto de petróleo. Vale destacar também os resultados positivos assinalados por metalurgia básica (47,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,5%) e minerais não metálicos (18,0%), impulsionados, principalmente, pelo aumento na fabricação de vergalhões de aços ao carbono, no primeiro ramo, transformadores, no segundo, e ladrilhos e placas de cerâmica para revestimento e cimentos “Portland”, no último.

QUEDA NAS VENDAS
A indústria de transformação cearense apresentou sinais de retração de suas atividades em abril, com resultados negativos para praticamente todas as variáveis pesquisadas, comparativamente aos números obtidos em março.
Segundo o Instituto de Desenvolvimento Industrial (INDI), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) foram registradas, em abril, quedas para as vendas, pessoal total empregado, horas trabalhadas, exportações de produtos industrializados e utilização da capacidade instalada. O estudo ressalta que o resultado é comum em abril, mês que historicamente conta com menor número de dias úteis. Por outro lado, o setor continua a apresentar resultados positivos no acumulado do ano, com destaque para o crescimento de 6,91% nas vendas totais.
Em abril, as vendas totais apresentaram expansão real de 6,24% em relação aos números de abril de 2011, resultado que se deve ao crescimento apresentado em cinco dos sete setores pesquisados. Em comparação a março, o faturamento da indústria sofreu retração de -12,61%, com destaque para o recuo de -24,08% do setor Químico, além de Calçados (-20,86%), Têxtil (-12,97%), Minerais não Metálicos (-12,88%) e Produtos Alimentares (-7,74%).
O comportamento da indústria cearense, segundo informou o Indi, foi similar à indústria nacional, cuja variação anunciada pela CNI alcançou -11,0% na mesma base de comparação.

EXPORTAÇÕES
Segundo informações fornecidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações cearenses de produtos industrializados, em abril, alcançaram US$ 62.272 milhões, representando decréscimo de -21,79% em relação ao montante comercializado em março e de -10,64% contra igual mês do ano anterior. A participação da indústria no total exportado elevou-se de 71,1% no primeiro quadrimestre de 2011, para 72,8% em 2012.

ANÁLISE
Ao comentar o desempenho da indústria cearense, o economista do Indi, Pedro Jorge Ramos Viana, informa que o resultado das vendas foi um reflexo da menor quantidade de dias trabalhados no período analisado.
Para os próximos meses, especificamente ao setor Químico, que registrou o menor desempenho nas vendas, Viana explica que, mesmo com incentivos do Governo Federal para a a Construção Civil, “parece que as indústrias decidiram não apostar [no aumento da produção]”. Ele acredita que nos próximos meses haja uma melhora dos índices, principalmente em setores como calçados, vestuário e alimentos.
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CEARÁ AGORA

07 de junho de 2012

 
INDÚSTRIA CEARENSE
Indústria cearense apresenta sinais de retração em abril
Foram registrados resultados negativos com quedas nas vendas, pessoal total empregado, entre outros.
Por: Luciano Augusto

A indústria de transformação cearense apresentou sinais de retração de suas atividades em abril, com resultados negativos para praticamente todas as variáveis pesquisadas, com relação a março.

O levantamento faz parte dos indicadores industriais do Ceará, divulagdos pelo Instituto de Desenvolvimento Industrial (INDI), da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado

De acordo com os dados, divulgados nesta quarta-feira (6), a indústria de transformação cearense apresentou sinais de retração de suas atividades em abril, com resultados negativos para praticamente todas as variáveis pesquisadas, comparativamente aos números obtidos em março.

Assim, foram registradas, no período considerado, quedas para as vendas, pessoal total empregado, horas trabalhadas, exportações de produtos industrializados e utilização da capacidade instalada.

O estudo ressalta ainda que o resultado é comum em abril, mês que historicamente conta com menor número de dias úteis. Por outro lado, o setor continua a apresentar resultados positivos no acumulado do ano, com destaque para o crescimento de 6,91% nas vendas totais.

Em abril, as vendas totais apresentaram expansão real de 6,24% em relação aos números de abril de 2011, resultado que se deve ao crescimento apresentado em cinco dos sete setores pesquisados.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
CIN - EXPORTAÇÕES CEARENSES
Exportações do CE saltam 21,8%
Volume dos produtos exportados registrou um avanço depois de sofrer queda notável durante o mês de abril

As exportações cearenses do mês de maio apresentaram um crescimento de 21,8% frente a abril, quando os números caíram depois de um índice linear registrado nos três primeiros meses do ano. Os dados são do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Neste mês, o Estado exportou um total de US$ 102,2 milhões, enquanto abril fechou em US$ 83,8 milhões. Se comparado ao mês de maio de 2011, a alta foi de 5%.

Já as importações registraram números superiores em maio, com um aumento de 75,1% em relação ao mês de abril deste ano, com US$ 198.1 e US$ 113.1, respectivamente. O crescimento foi de 9,9% se comparado ao mesmo mês de 2011.

De acordo com o superintendente do Centro Internacional de Negócios da Fiec (CIN), Eduardo Bezerra, os números alcançados neste mês são bastante positivos. "O comercio exterior sempre flutua. O normal dele é elevar e cair. Quando nós temos três meses seguidos sempre caindo ou sempre subindo, temos uma tendência e podemos fazer uma projeção para o futuro. Este mês de abril foi um mês absolutamente fora do que se poderia esperar. As exportações caíram absolutamente. Quando você chega no fundo do poço, tudo o que vem é para melhorar", disse.

O saldo da Balança Comercial, que foi negativo, aparece como o segundo maior do ano, com US$ 95,9 milhões, com aumento de 228,7% em relação do mês de abril deste ano. Com base no mesmo mês do ano passado, o incremento foi de 14,5%.

Análise

Para Bezerra, o saldo negativo não é sinônimo de intranquilidade ao Estado. "Não atinge de jeito nenhum na Balança Comercial do Brasil. Não é um motivo de preocupação. O Cearpá está comprando bem aquilo que nós importamos", justifica.

A corrente de comércio exterior cearense - soma de todos os valores de exportação e importação - obteve um aumento de 52,4% neste mês em relação a abril, com o valor de US$ 300,4 milhões, sendo 8,5% acima do registrado em maio de 2011.

Acumulado do ano

De janeiro a maio de 2012, as exportações cearenses somaram o valor de US$ 514,9 milhões, com incremento de 2,1% diante do mesmo período de 2011. Já as importações cresceram 19,60% no mesmo período.

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O POVO

07 de junho de 2012

 
FIEC - INCENTIVOS FISCAIS
FIEC - Incentivos Fiscais
FIEC - Incentivos Fiscais

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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
FIEC - INCENTIVOS FISCAIS
FIEC - Incentivos Fiscais
FIEC - Incentivos Fiscais

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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
SESI - EMPRESAS DO BEM
Jornal O Estado - Empresas do Bem
Empresas do Bem

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O POVO

07 de junho de 2012

 
GOVERNO CID GOMES
Retorno de ex-secretários à AL é cartada decisiva de Cid
Volta de petistas ligados a Cid Gomes e a ida de Antônio Carlos para a Secretaria de Cultura abre espaço para o governador negociar com o PT

No dia em que dois secretários do governo Cid Gomes reapareceram na Assembleia Legislativa com a certeza de que voltarão às atividades parlamentares, o cenário é tratado no legislativo cearense como estratégia do governador para que novos nomes sejam oferecidos ao PT na disputa pela Prefeitura de Fortaleza. Ontem, os agora ex-secretários Nelson Martins (PT) e Francisco Pinheiro ressurgiram em plenário, após se descompatibilizarem de seus cargos.

O retorno à Assembleia sinaliza um desconforto do PSB. A decisão do PT por Elmano de Freitas não teria agradado a maioria socialista, que estaria colocando à disposição do PT os nomes de Nelson e Pinheiro, além de Camilo Santana. Apesar de certo o retorno deste último à Assembleia, Camilo não foi visto ontem na Casa.

A estratégia do PSB seria a última cartada de Cid na tentativa de salvar a aliança, revertendo o quadro atual, em que Elmano aparece como pré-candidato, e oferecendo três opções petistas que teriam a simpatia do PSB. "A vinda dos três secretários representa uma decisão do governador no sentido de dizer que continua aberto a manter a aliança com o PT", interpretou o ex-secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins (PT). Segundo ele, caso Cid não tivesse decidido pela exoneração dos secretários, as opções que poderiam salvar a aliança com o PT não existiriam mais.

Contrariando as expectativas do PSB, o ex-líder do governo Cid, Antônio Carlos (PT), garantiu que a possibilidade de reversão dentro do PT está descartada. "O governador é favorável à manutenção da aliança, mas ele tem a intenção de tentar ainda uma reviravolta. Quanto a isso, estamos certos de que o nome do Elmano será mantido. Essa é a determinação do PT", garantiu. (Colaborou Marcos Robério.)
Quem

ENTENDA A NOTÍCIA
Os secretários petistas Camilo Santana, Francisco Pinheiro, Nelson Martins e Ivo Gomes (PSB) deixaram as pastas um dia antes do prazo final para descompatibilização de secretários neste ano eleitoral.


SERVIÇO
As sessões plenárias da Assembleia acontecem sempre pela manhã

Quando: Terça a sexta-feira

Horário: 9 horas

- Podem ser acompanhadas presencialmente das galerias


Sérgio Aguiar assume como líder do governo
Com a saída de Antônio Carlos da Assembleia Legislativa, o posto de líder do governo fica, interinamente, com o deputado Sérgio Aguiar (PSB), que até então era o vice-líder. Segundo Aguiar, a decisão sobre sua permanência ou não como líder será feita apenas na próxima segunda-feira, quando o governador Cid Gomes se reunirá com membros do partido para tratar sobre a sucessão municipal. "Nessa reunião deverá sair a decisão sobre quem ficará na liderança do governo", adianta o deputado."Sou um homem de partido e também um homem de governo. Feito o convite certamente a gente atenderá", disse Aguiar. Nos bastidores da Assembleia, no entanto, alguns deputados já davam como certa sua confirmação no posto, que tem como principal atribuição fazer a defesa, no Legislativo, das ações do Governo do Estado.Os parlamentares se mostraram surpresos com o iminente retorno de Ivo Gomes (PSB), até então chefe de gabinete de Cid Gomes. "Não sei o que determinou a volta do Ivo", disse Nelson Martins (PT). Antônio Carlos (PT) foi
na mesma linha. Ele disse imaginar que Ivo fará "política de articulação" no Estado e afirmou ter respeito pelo irmão do governador, "apesar das críticas que ele faz à gestão". (MR)

Antônio Carlos pode ficar só este mês na Secult
Ao mesmo tempo em que tira três secretários petistas da gestão, Cid Gomes coloca outro na Secretaria de Cultura: Antônio Carlos, que até ontem era seu líder de governo na Assembleia e agora substitui Francisco Pinheiro (PT) na secretaria. "Acho que minha ida para a secretaria foi mais um gesto do governador pela manutenção da aliança", avaliou Antônio Carlos.Sua gestão na Secult, porém, deve ser meteórica, já que Antônio Carlos disse ter recebido do próprio governador a garantia de que voltará à Assembleia em julho, "independente de qualquer situação". Para voltar, outra alteração teria que ocorrer na AL, já que ele é o terceiro suplente na coligação. Antônio Carlos comentou ainda a possível aproximação entre o governador Cid Gomes e o pré-candidato do DEM à prefeitura, Moroni Torgan. O petista classificou Moroni como "um cidadão de direita, conservador, reacionário", e considerou que "um homem progressista como Cid Gomes não vai procurar um homem tão conservador como esse". (MR)

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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
ADECE
Egídio Serpa - Adece ganha bom reforço
Procedente da Diretoria de Fundos, Incentivos e de Atração de Investimentos da Sudene, chegou a Fortaleza o economista Cláudio Frota, novo diretor de Atração de Investimentos da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece). Ao longo desta semana, ele está dedicado ao conhecimento da estrutura institucional da Adece, ao estudo dos principais eixos da economia cearense e à identificação das boas oportunidades de investimento que possam atrair o interesses de grupos nacionais e estrangeiros. Cláudio Frota teve origem no BNB, onde integrou um time de craques de que também fizeram parte Geraldo Luciano Matos Júnior, Célio Fernando e Geraldo Gadelha. A Adece está, pois, muito bem reforçada.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
PERFIL FISCAL DE FORTALEZA
Investimento cai, mas receita sobe em Fortaleza
Apesar das receitas correntes do Município de Fortaleza terem crescido 83% de 2000 a 2011, o volume investido foi 25% menor neste período. Segundo o diretor Geral do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), professor Flávio Ataliba, o aumento na receita decorre da "forte influência de transferência da União".

Os dados sobre o perfil fiscal de Fortaleza serão apresentados nesta segunda-feira pelo Ipece, que divulga o Informe nº 34, intitulado Perfil Municipal de Fortaleza - Tema II: Situação Fiscal de 2000 a 2011. O trabalho faz uma análise da situação fiscal da Capital considerando informações sobre a evolução de diversas variáveis, como receitas e despesas correntes, com seus principais componentes, as despesas nas áreas de educação e saúde, o resultado orçamentário e a dívida consolidada. São feitas também comparações com as cidades de Recife, Salvador e Belo Horizonte.

Evolução

De acordo com Ataliba, houve uma evolução nos gastos com saúde e educação. Ele acrescenta, adiantando certas análises: "A dívida pública de Fortaleza é baixa. Há capacidade de endividamento. A renda per capita e a despesa per capita andam próximo. Isso mostra equilíbrio orçamentário do município".

Supervisionado pelo diretor geral do Ipece, o estudo foi elaborado por Paulo Araújo Pontes, Doutor em Administração Pública do IPECE. O trabalho será disponibilizado, após o lançamento, no www.ipece.ce.gov.br.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
CUCA DA MARAPONGA - CARLOS FUJITA
Vaivém - Cuca
Por José Maria Melo

O engenheiro Carlos Fujita, que esteve circulando ligeiramente em Salvador, visitando um cliente, anunciando para setembro a entrega do Cuca da Maraponga, cujo projeto está sendo executado pela Fujita Engenharia.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
BNB
Curtas - BNB vende máquinas e bens diversos
Até o próximo dia 15 de junho, o Banco do Nordeste estará recebendo propostas de preço para alienação de máquinas e bens diversos, que haviam sido adquiridos mediante financiamento pela Suape Têxtil, empresa que já teve sua falência decretada. A relação completa dos bens e mais informações do Edital estão disponíveis no endereço online da Inova Leilão: www.inovaleilao.com.br.
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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
FERRÚCIO FEITOSA
Diário Político - Explanação
coluna do Fernando Maia

Outro personagem que ganhou almoço especial, foi Ferrúcio Feitosa, titular da Secretaria Especial da Copa, numa iniciativa do Centro Industrial do Ceará-CIC, que tem à frente a empresária Nicolle Barbosa. Na ocasião, ele fez uma explanação sobre as obras em andamento.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
INFLAÇÃO
Inflação perde força em maio na RMF
Alta foi de 0,35% em maio na RMF, abaixo de 0,67% apurado em abril. O índice atual é o quarto menor no País

Os preços subiram em maio, mas com menos força do que os aumentos de abril. A inflação na região metropolitana de Fortaleza seguiu a desaceleração registrada na média nacional, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). A alta foi de 0,35% em maio na RMF, abaixo de 0,67% apurado em abril. O índice atual é o quarto menor, entre as onze regiões pesquisadas.

No acumulado de janeiro a maio deste ano, a inflação ficou em 2,07%, inferior aos 3,34% registrado em igual período do ano passado. É o quinto menor resultado do País

Considerando os últimos 12 meses, o índice acumulou uma alta de 5,14%, sexta menor variação. Os dados foram divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Produção ajuda

Para a economista do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), Eloísa Bezerra, a desaceleração no aumento dos preços ocorre porque está entrando alguma produção no mercado, apesar de não ser um fluxo igual ao ano passado. "Mas quem está produzindo consegue escorrer suas mercadorias". Para ela, o índice da inflação ainda está alto. "Mas já foi bem maior em abril", compara.

De acordo com ela, a inflação no Ceará, Pernambuco e Bahia tende a ser mais alta que a média brasileira porque são regiões com problemas com a seca, impactando no preço dos alimentos e bebidas.

Vestuário impacta

Bezerra chama atenção para a queda ou desaceleração em todos os grupos de produtos em maio, ante abril, com exceção dos itens de vestuário. Este grupo passou de uma alta de 0,42% para 1,79%.

Os índices negativos, em maio, foram registrados nos preços de habitação (-0,81%), artigos de residência (-1,01%), transportes (-0,11%) e comunicação (-0,53%). As desacelerações, de abril para maio, vieram dos grupos de alimentação e bebidas (de 0,99% para 0,81%), de saúde e cuidados pessoais (de 1,18% para 0,39%), despesas pessoais (2,51% para 1,53%) e educação (1,09% para 0,16%).

De acordo com Eloísa Bezerra, a elevação em maio foi influencia pelo desempenho dos preços do grupo de vestuário que enfrenta problemas de concorrência com os produtos importados da China. "Isso deixa os preços do mercado interno mais elevados", diz.

No ano

De janeiro a maio, em relação a igual período do ano passado, as influências positivas foram registradas nos grupos de educação (8,77%), despesas pessoais (5,09%), alimentação e bebidas (2,96%), saúde e cuidados pessoais (2,84%), habitação (0,93%), transportes (0,75%), vestuário (0,10%). No acumulado do ano, houve deflação nos grupos de artigos de residência (-2,46%) e comunicação (-0,10%). Segundo Eloísa Bezerra, a inflação de 2,07% no ano não foi maior porque a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na linha branca influenciou o resultado. Além disse, ela cita o ajuste nas tarifas de água e luz em abril, o que elevou a base de comparação.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou variação de 0,55% em maio, abaixo do resultado de 0,64% de abril. Com isto, o ano fechou em 2,29%, também abaixo da taxa de 3,48% relativa a igual período de 2011. Considerando os últimos doze meses, o índice situou-se em 4,86%, próximo dos doze meses imediatamente anteriores (4,88%). Em maio de 2011 o INPC havia ficado em 0,57%. Os produtos alimentícios apresentaram variação de 0,89% em maio, enquanto os não alimentícios aumentaram 0,42%. Em abril, os resultados ficaram em 0,57% e 0,67%, respectivamente.

Entre os índices regionais, o maior foi o de Salvador (0,84%). O menor índice foi o de Brasília (0,30%). Em Fortaleza, ficou em 0,47% em maio.

´Liberdade´ à política monetária

Brasília/ São Paulo. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que o resultado da inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), foi muito positivo e dá "liberdade para o governo ter uma política monetária mais flexível com redução de taxa de juros e aumento do crédito". Em maio o indicador desacelerou para 0,36%, ante alta de 0,64% em abril.

"O IPCA de 0,36% é muito bom. Significa que a inflação anualizada, em 12 meses, está abaixo de 5% o que nos dá grau de liberdade para termos política monetária mais flexível", afirmou Mantega na chegada ao Ministério da Fazenda. Considerando os últimos 12 meses, o índice registrou alta de 4,99% --o nível mais baixo desde setembro de 2010 (4,7%).

O índice foi divulgado pelo IBGE ontem e ficou abaixo da expectativa do mercado, que girava em torno de 0,43% no mês. Segundo o ministro, já é possível observar aumento do crédito em maio e também uma redução na taxa de juros. "A economia já está em uma rota de crescimento positiva. As vendas do setor automotivo cresceram muito, 10,8%, e isso antes ainda de entrarem as ações de estímulos. Na verdade, só na última semana de maio que houve aquele estímulo de redução do IPI que gerou a redução de preços nos automóveis. Isso vai continuar em junho e, portanto, teremos maio e junho com taxas de crescimento muito maiores que a abril e que o primeiro trimestre", afirmou Guido Mantega.

Investimentos

Sobre investimentos, o ministro disse que o governo investe 30% a mais do montante do mesmo período do ano passado, incluindo o setor habitacional. Afirmou também que as empresas estatais, como a Petrobras, irão investir mais este ano. O plano de negócios da empresa deverá ser anunciado na próxima semana, segundo o ministro. Em relação aos investimentos privados, ele afirmou que o setor ainda está um pouco "assustado" com a crise internacional que se prolonga, porém se mostrou otimista com possíveis investimentos.

"Como estamos mostrando que a economia brasileira pode crescer mesmo com uma crise muito forte lá fora, o setor privado começa a se animar e estamos dando condições para o setor privado investir com custos mais baixos, custos tributários e custos financeiros."

Desinflação

Os dados do IBGE mostram que o país vive um processo de desinflação diante do menor consumo e da crise externa --que fez baixar os preços das commodities e reduz a pressão principalmente dos alimentos.

No acumulado do ano, o indicador registra alta de 2,24%. O resultado do acumulado dos últimos 12 meses ficou pouco acima do centro da meta do governo, de 4,5% ao ano, com teto de 6,5%. Os números apontam ainda que se a economia se mantiver em ritmo de desaceleração (com o revelaram os dados do PIB) a inflação tende a ser menor neste ano. O resultado de janeiro a maio deste ano está abaixo do registrado em igual período de 2011, alta de 3,71%.

Pressões

De abril para maio, as maiores pressões sobre o IPCA vieram dos grupos de alimentação, que passou de 0,51% para 0,73%. Já o grupo habitação repetiu a taxa de abril e fechou em 0,80%. A maior fonte de desaceleração do IPCA de abril para maio veio do grupo transportes, que cedeu de uma alta de 0,10% para uma queda de 0,58%.

Em 12 meses

4,99 por cento é o IPCA nos últimos 12 meses na média nacional em maio. É o nível mais baixo desde setembro de 2010 (4,7%), segundo informou o IBGE

CAROL DE CASTRO
REPÓRTER

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O POVO

07 de junho de 2012

 
J. MACÊDO E BUNGE
Fim da parceria entre J. Macêdo e Bunge
As duas empresas tinham acordo de industrialização recíproca desde 2004. Parceria vai durar até março de 2013

A gigante nacional do setor de alimentoso J. Macêdo anunciou o cancelamento do acordo de industrialização recíproca com a Bunge Alimentos, que também atua no ramo de agronegócios e serviços portuários. A parceria segue até dia 1º de março de 2013, conforme publicado, ontem, em "fato relevante", no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por meio de nota, a J. Macêdo informou que o abastecimento e a distribuição de farinha aos clientes e consumidores continuará normalmente. "Essa é uma decisão (fim do contrato) conjunta das duas empresas, coerente com as suas atuais estratégias de atuação. Com o fim da aliança, cada moinho passa a ser comandado exclusivamente pela empresa proprietária do mesmo e o Consórcio Trigo Brasil deixa de existir".

Para a empresa cearense, o fim da parceria não exclui novos acordos com a mesma ou com outras empresas. "Esta iniciativa abre novas possibilidades de negócios para a Bunge e a J. Macêdo, entre elas a entrada em mercados e categorias de produtos que até então não podiam ser explorados", consta na nota.

Até o final definitivo da aliança, as empresas vão seguir atuando juntas em período de transição, enquanto é organizada a operação sob as novas condições.

O contrato havia sido firmado em 30 de dezembro de 2003, quando a Bunge assumira as linhas de farinhas industriais Soberana, Jangada e Tropical, além das pré-misturas para panificação e confeitaria Bentamix.

Por outro lado, a J. Macêdo ficara responsável pelas massas Petybon, Boa Sorte, Familiar, Madremassa, Favorita e Paraíba, assim como as farinhas domésticas Sol, Boa Sorte, Lili e Veneranda; misturas para bolos Sol e Boa Sorte e sobremesas Sol, segundo informações da Bunge.

Na época, a estratégia, inclusive com equipes integradas, trouxe especulações de que a J. Macêdo estaria repassando seus negócios à Bunge. Não se confirmou.


Crédito do BNDES

No início deste ano, a J. Macêdo teve aprovado no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiamento de R$ 52,8 milhões. O dinheiro será aplicado em melhorias na armazenagem de trigo e no empacotamento de biscoitos nas unidades de Salvador e Simões Filho, ambos na Bahia.

A investida da empresa cearense projeta também a construção de silos de concreto para armazenagem de trigo na unidade de moagem, além de contemplar a modernização do sistema de empacotamento de biscoitos na fábrica de Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador.

A J. Macêdo possui, no País, cinco centros de distribuição, dois escritórios, seis escritórios de vendas, sete unidades fabris e três unidades de faturamento.


O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Com a parceria, a J. Macêdo pôde expandir e consolidar negócios no eixo Sul e Sudeste. A empresa cearense está presente em 13 Estados e é uma das líderes nacionais de farinha de trigo doméstica e mistura para bolos

SERVIÇO
Comissão de Valores Mobiliários
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
ROSIER ALEXANDRE
Monte Mckinley - Rosier inicia desafio
Após cuidadosa fase de preparação, é chegado o momento de expor o corpo aos rigores do frio para cumprir o objetivo

O começo de uma expedição é um momento especial. A aclimatação é a fase mais delicada, e até que o desafio seja superado ela segue como ação contínua. A cada dia, o corpo se adequa a uma nova condição de temperatura, altitude e oxigenação inclusive. Neste momento é essa aclimatação o obstáculo do montanhista cearense Rosier Alexandre.

Depois de sair do Brasil, passar dois dias entre voos e conexões, a primeira parada no Alaska foi em Anchorage, para compra de equipamentos, roupas e material necessário para compor a escalada. Daí seguiu para Talkeetna, onde fica a base do Denali National Park, a casa do Monte Mckinley, onde cumpriu a programação burocrática e esperou o tempo melhorar para começar sua escalada e seguir para o campo base 1, de onde conversou com a reportagem.

"Estive aqui há dois anos e uma tempestade não nos permitiu chegar ao cume. Voltar à montanha com a experiência de já ter estado aqui ajuda, mas o clima ainda é o fator decisivo para a conquista. O tempo esses dias esteve ruim, precisamos esperar dois dias em Talkeetna para poder pegar o avião que os alpinistas devem usar para chegar ao Glaciar, a 2.100m de altitude. Porém, tempo ruim é comum, não pode é estar péssimo! Uma tempestade é o pesadelo de todos nós, não são as baixas temperaturas, nuvens escuras ou frio intenso que nos assustam. Onde estou agora a temperatura alterna entre 0 a -20 graus. A neve está alta, fofa, mais difícil que em 2010. Do Glaciar ao campo base 1 subimos mais 200m, e levamos 5h para trazer a bagagem e montarmos acampamento", disse Rosier por telefone.

Nesta quinta-feira, para chegar ao campo base 2 serão mais de mil metros de subida. A expedição deverá sair a qualquer momento, depende da condição climática. A expectativa é que uma boa janela de tempo permita que ao amanhecer ou, em até mais um dia Rosier siga em frente.

Riscos

Considerada a montanha mais fria da terra, o McKinley não facilita a vida de ninguém. Desde a saída do Brasil ao ajuste do corpo ao fuso horário e, na sequência, a uma condição extrema, Rosier sabe que o preparo psicológico será mais exigido que o físico.

"Sair do calor de Fortaleza, e estar em temperaturas tão baixas só é possível porque estou 100% focado na conquista. Carregar trenó com mais de 70kg de bagagem em meio a fendas, precipícios e piso instável exige atenção, e não podem ser o frio, o cansaço, superiores a minha determinação", ressaltou Rosier.

E ele prosseguiu: "hoje o dia foi de sol, com nuvens, e após uma linda noite estrelada, com mais vento. Para amanhã, a previsão é que tenhamos sol, e seguimos rumo aos 3.400m, campo base 2, quase metade do caminho. E precisaremos ser ágeis, pois a previsão de tempo alerta para chuva com rajadas de ventos de até 10km já a partir da tarde", finalizou o cearense.

Nesta temporada, 1.300 pessoas estão registradas no Denali National Park, entre visitantes e escaladores, sendo que 42% deles querem chegar ao cume. O próximo contato deve acontecer após a chegada ao campo base 2.

ZARHI EL MALEK
ESPECIAL PARA O JOGADA

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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
CALÇADOS NA ARGENTINA
Há um ano, calçados aguardam para entrar na Argentina
Maior exportador, em número de pares, do País, o Ceará é um dos estados mais prejudicados

As restrições impostas pela Argentina à entrada de calçados brasileiros e a demora para a emissão de licenças não automáticas de importação resultou em um saldo de 1,69 milhão de pares hoje aguardando a liberação para embarque, segundo levantamento feito pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Do total, 223,2 mil pares são pendências desde junho do ano passado, enquanto 1,46 milhão de pares compõem saldo deste ano.

Ainda segundo o levantamento, que se refere até o dia 31 de maio último, a média de tempo de trâmite das licenças liberadas desde junho de 2011 foi de 153 dias. Já a média de trâmite das licenças ainda pendentes encontra-se em 210 dias. Em valores, o saldo pendente é de US$ 41 milhões, dos quais US$ 35,8 milhões são deste ano e US$ 5,2 milhões referem-se a 2011.

Pressão

De acordo com o diretor-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a associação tem pressionado o governo federal para que este exija da Argentina o cumprimento de normas da Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo as quais o prazo máximo para a emissão de licenças não automáticas é de 60 dias. Conforme o diretor executivo, o receio brasileiro de sofrer desgaste nas relações com os argentinos - e consequente redução no superávit das exportações ao país vizinho - faz com que o governo aja de forma mais branda para solucionar o caso. "O Brasil tem agido, mas não tem sido tão eficaz", diz.

Conforme Klein, o Ceará - maior exportador de calçados, em número de pares, do País - está entre os estados mais prejudicados, entre os quais também se destacam Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

Ele frisa que a Argentina é a maior compradora de calçados brasileiros na América Latina e a segunda maior no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para Klein, ainda que haja o risco de desgaste nas relações comerciais, o governo brasileiro deveria agir de forma mais incisiva contra a postura protecionista argentina, adotando medidas comerciais que forçassem o país vizinho a atender ao apelo brasileiro ou fazendo uma queixa formal à OMC.

Imagem prejudicada

Além dos prejuízos para os exportadores, que, nesse cenário, acabam perdendo clientes em potencial e tendo suas vendas reduzidas, Klein destaca um impacto negativo para o setor como um todo - mesmo para aqueles que ainda não exportam - uma vez que a imagem das marcas brasileiras pode ser prejudicada no exterior, devido à demora nas entregas.

Os danos à imagem da empresa são uma das preocupações da diretora comercial Mirela Duarte, que atua na fábrica Cariris Calçados, de Juazeiro do Norte. Conforme Mirela, desde outubro de 2011, 16 mil pares de calçados vendidos pela fabricante a um cliente argentino encontram-se retidos. Ela conta que o comprador já pagou os US$ 40 mil referentes à venda, ainda em outubro, mas, até agora, não conseguiu ter acesso ao material, que está em uma cidade fronteiriça, aguardando liberação.

"Nós aqui também tentamos agilizar isso, mas ainda não conseguimos. A gente teme que ele não queiram mais fazer negócios com os brasileiros", comenta. Por enquanto, acrescenta, a empresa praticamente não tem feito novos negócios na Argentina. "Nosso representante na Argentina está parado. Ele já está fazendo contatos em Israel, porque, na Argentina, não tem conseguido clientes".

No primeiro quadrimestre deste ano, as exportações de calçados do Brasil para a Argentina caíram 55% em volume, tendo sido enviado 1,25 milhão de pares, contra os 2,8 milhões do mesmo período de 2011. O faturamento também teve retração. As divisas foram de US$ 32,4 milhões em 2012, enquanto, de janeiro a abril, de 2011 somaram US$ 62 milhões, representando queda de 48%.

JOÃO MOURA
REPÓRTER
O repórter viajou a convite do Sebrae Paraíba
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
PRODUÇÃO DE LEITE BOVINO - BNB
Egídio Serpa - Análise lenta
Empresários que querem implantar projetos para a produção de leite bovino em perímetros irrigados no Ceará reclamam da lentidão do setor de análise do BNB. Um deles entrou no dia 5 de outubro de 2011 com pedido de financiamento. "Até ontem, nada", contou ele.
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O POVO

07 de junho de 2012

 
PRODUÇÃO INDUSTRIAL CEARENSE
Indústria cearense volta a sofrer perdas em abril
Pesquisa do IBGE mostra que a produção industrial cearense teve queda de 4,7% em relação a março. No acumulado do ano, as perdas chegam a 9%Após dois meses de resultados positivos, a produção industrial do Ceará voltou a ter queda em abril, segundo levantamento divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo em relação ao mês de março foi de 4,7%.

Na soma dos últimos 12 meses, o Estado acumula perdas de 9% da produção industrial, pior resultado entre as 14 áreas pesquisadas. Queda que já foi mais intensa em meses anteriores: de -11,5% em fevereiro e de -10,3% em março.

Na comparação com abril de 2011, também houve queda de 3,2% da produção, de acordo com o IBGE. No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, em comparação com o ano passado, também há queda de 3,7% da produção cearense.

Houve perdas de desempenho em seis dos dez ramos pesquisados pelo IBGE no Ceará. O impacto mais negativo se deu na indústria têxtil, que amargou uma queda de 21,9% em relação a abril de 2011, especialmente pela baixa na produção de tecidos de algodão. Em seguida aparece o setor químico (-12,8%), com a redução da produção de vacinas para uso veterinário, e de calçados e artigos de couro (-5,8%). Neste último, o maior freio se deu na produção de calçados femininos de plástico.

Por outro lado, a principal contribuição positiva ficou com o setor de refino de petróleo e produção de álcool, com alta de 118%, impulsionado principalmente pela baixa base de comparação, já que o setor havia recuado 67,4% em abril de 2011.

Os resultados nacionais também não são positivos. Em 12 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE houve perdas na comparação entre os meses de abril e março deste ano. As maiores perdas se deram em Goiás (-7,6%), no Paraná (-7%) e no Amazonas (-5,8%).

A região Nordeste como um todo teve queda de 0,7% entre abril e março - a média nacional também foi negativa, com recuo de 0,2%. Por outro lado, Pará (4,3%) e Santa Catarina (0,3%) assinalaram os dois resultados positivos em abril, em relação a março.
O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

Todas as medidas tomadas pelo governo federal, com estímulos ao consumo e ao acesso ao crédito,para manter a economia aquecida, não foram suficientes para reverter a situação da indústria, que segue com perdas.

Números

21,9%percentual de queda da produção da indústria têxtil no Ceará em relação a abril de 2011. Maior perda foi na produção de tecidos de algodão
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
MONTADORA DE CARROS - PECÉM
Montadora exige cabotagem para se instalar no CE
Fonte ligada ao governo estadual revelou que Cid Gomes vai pedir ajuda a Dilma Rousseff para adquirir embarcação

A compra de um navio de cabotagem para transporte de veículos seria a principal exigência que vem emperrando a vinda da norte-americana General Motors (GM), fabricante de carros da marca Chevrolet, para o Ceará. A informação foi confirmada, ontem, ao jornal, por uma fonte ligada ao governador do Estado, Cid Gomes. "A Chevrolet só vem se o governo (estadual ou federal) comprar um navio de cabotagem que vale US$ 185 milhões", afirmou a fonte, que preferiu não se identificar, acrescentando que "a montadora não fechou, ainda, por esse motivo".

"O Estado já ofereceu tudo o que estava a seu alcance para atrair essa fábrica de automóveis. O governador Cid Gomes vai à Dilma Rousseff pedir recursos para adquirir esse navio. Falta apenas o apoio do governo federal para que a Chevrolet venha para o Ceará", reforçou.

Outra exigência da GM, revelada ontem pela fonte ao jornal, é de que a Cearáportos, administradora do Porto do Pecém, deveria ter sua razão social modificada para "Cearáportos e Cabotagem", a fim de possibilitar alterações necessárias em sua infraestrutura para receber o tipo específico de navio, chamado de roll on roll off, mas também conhecido como rôs-rôs.

"Somente atendendo a essas condições essenciais, a Chevrolet aceita abrir o canal de negociação com o Estado", disse, destacando que o ´acertado´, em Brasília, até o momento, "é a Chevrolet para o Ceará, a Fiat em Pernambuco, e a ampliação da Ford, na Bahia", concluiu.

Cid sinalizou atender

No mês passado, durante o lançamento do Pacto pelo Pecém, celebrado no plenário da Assembleia Legislativa, o próprio governador Cid Gomes chegou a divulgar que pretendia comprar um navio de cabotagem e, também, que já estava providenciando a mudança do nome da Cearáportos. "É um prognóstico. Pode se concretizar ou não. E eu acredito que vai", chegou a declarar aos deputados, na ocasião.

O presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Roberto Smith, não confirmou a informação. A assessoria de imprensa do governo estadual também não. Até o fechamento desta edição, a GM do Brasil não tinha respondido a demanda feita pelo jornal.

Determinação federal

No fim de maio, o secretário estadual da Fazenda, Mauro Benevides Filho, chegou a afirmar que dentro de 60 dias o processo de captação da montadora seria finalmente encerrado. Dias depois, ainda sem identificar a marca da fabricante de automóveis, ele disse que restava apenas uma maior participação por parte do governo federal no empenho de atrair o empreendimento para o Ceará.

"O governo estadual já disponibilizou todas as condições fiscais, que foram aceitas pela montadora. Só depende, agora, dos benefícios do governo federal. Nos próximos 30 a 60 dias, haverá uma definição", tinha ratificado o titular da Sefaz-CE, na semana passada.
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O POVO

07 de junho de 2012

 
PACTO DO PECÉM - PORTO DO PECÉM
O Povo Economia - Foco no mercado
Coluna da Neila Fontenele

O deputado federal Danilo Forte (PMDB-CE), que participou do encontro do Pacto do Pecém nesta semana, defende um direcionamento das universidades cearenses e dos institutos tecnológicas para atender às demandas que estão surgindo do mercado. O parlamentar afirma que foi informado que uma empresa que está se instalando no Complexo Industrial e Portuário do Pecém contratou sete mil trabalhadores, dois quais somente dois mil são do Ceará.
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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
SUCESSÃO MUNICIPAL - ELEIÇÕES 2012
Política - A crise do PSDB
Coluna do Macário Batista

É normal a chateação de Marcos Cals com esse converseiro sobre a candidatura da tucanagem para a Prefeitura de Fortaleza. Apareceu aí esse João Mota, dizendo que quer democracia dentro do partido e até fez um leriado pra botar seu nome na relação de possíveis candidatos. Era uma farsa e foi descoberta. João Mota, na verdade, está a serviço de Carlos Matos que, esse sim, é quem gostaria de ser o candidato. João Mota é assessorado pelo ex-marqueteiro do deputado Raimundo Gomes de Matos que tem de cacife o apoio do ex-todo poderoso Assis Machado (não confundir com Machado de Assis) que já chegou a dizer que Carlos Matos seria o grande nome do partido, o que não deixa de ser mais uma grande besteira tucana. Tasso Jereissati, aparentemente afastado das lides partidárias, fica de olho nas ocorrências querendo ver se acerta o passo dos tucanos, o que está difícil. O PSDB, na verdade, jamais terá um nome melhor que o de Marcos Cals para disputar a Prefeitura de Fortaleza. Além de reto, é capaz, amigo e não tem no seu
currículo a mácula de nenhuma traição.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
MEDALHA CLÓVIS ARRAIS MAIA
Egídio Serpa - Bom - Medalha a Alberto
Foi escolhido o ganhador da Medalha Clóvis Arrais Maia de 2012. A Fecomércio elegeu o comerciante Alberto Farias, que também se dedica à literatura, sendo autor de vários livros.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
SINDUSCON
Termina a greve da construção civil
Após 15 rodadas de negociação, terminou, na manhã de ontem, a greve dos operários da construção civil, que durou 33 dias. O acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil na Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) foi fechado na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/CE), na Rua 24 de Maio, Centro.

Conforme a mediadora da audiência e auditora do fiscal da SRTE, Jeritza Jucá, as partes conseguiram chegar a um consenso ainda na noite da terça-feira, por volta das 22h.

O sindicato laboral estava pedindo um adiantamento aos trabalhadores no valor do desconto dos dias não trabalhados, entre o período 7 de maio e 8 de junho, com os respectivos repousos remunerados. O adiantamento, que será realizado até o próximo dia 12, será descontando em folha nos próximos cinco meses.

Os dias parados, porém, não terão reflexos nas férias e na gratificação de Participação em Lucros e Resultados (PLR, que representa quase um décimo quarto salário na renda dos operários). No entanto, os descontos vão incidir sobre o pagamento do décimo terceiro.

Acerto

Dentro das cláusulas econômicas, negociadas desde o último dia 28 de maio, o reajuste médio foi de 10% para servente, meio profissional, profissional, encarregado de setor e mestre de obras e 8% para demais funções, além de R$ 50,00 para auxílio alimentação. "Ainda bem que chegamos em um acordo. Todo mundo perdeu com essa greve", declara Roberto Sérgio Oliveira, presidente do Sinduscon.

Na opinião do diretor do STICCRMF, a greve foi vitoriosa, pois "o patronato reconheceu o valor do trabalhador". Ele admite que o movimento trouxe incômodos para a sociedade, mas afirma que foi por uma boa causa.
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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
SINDUSCON
Mercado Imobiliário mais aquecido no interior do Ceará
Os municípios de Juazeiro do Norte, Crato, Sobral e Tianguá despontam no setor

Por Jessica Fortes
Da Redação

O aumento da renda familiar, juros menores, o crescimento de instituições de ensino e a demanda reprimida, somados ao alto déficit habitacional, têm contribuído para o aquecimento imobiliário no interior do Ceará.

Instalação de grandes indústrias, turismo religioso e expansão universitária são alguns fatores que influenciaram a realidade das cidades do interior do Estado. Nos últimos anos, cidades como Juazeiro, Crato, Iguatu e Sobral têm registrado significativo desenvolvimento econômico e populacional.

DEMANDA MENOR QUE A PROCURA
“Os motivos profissionais, acadêmicos e o turismo religioso tem contribuído para o crescimento da migração para cidades do interior e isto tem movimentado o setor imobiliário”, comenta o diretor do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) Armando Cavalcante.

Se antigamente a construção de residências para uso próprio era uma realidade, a edificação de empreendimentos residenciais e, até mesmo comerciais, é atualmente uma necessidade.

Para tanto, André Montenegro, vice-presidente da área imobiliária do Sinduscon Ceará sinaliza que o crescimento imobiliário dos municípios cearenses ainda encontra-se reprimido, pela falta de estrutura das cidades.

SUPER VALORIZAÇÃO
No entanto, para o corretor de imóveis, Hamilton Cavalcante, o mercado imobiliário ainda encontra-se reprimido pelo alto valor do metro quadrado. Mesmo com os programas do Governo que facilitam o acesso ao crédito imobiliário, as construtoras cearenses reclamam do preço do metro quadrado da construção, que ainda está pouco mais da metade do que se pratica na capital.

Segundo Hamilton, “tem quem compre, mas não tem quem faça”. O profissional avalia que a demanda reprimida no interior do Estado é gerado, também, por não haver iniciativa de grandes construtoras de investir em empreendimentos residenciais. Segundo Cavalcante, cidades como Juazeiro, Sobral, Iguatu, Barbalha e Camocim apresentam forte potencial de desenvolvimento imobiliário, porém, as construtoras ainda não estão com projetos de interiorização.

Compartilhando a mesma análise de Cavalcante, André Montenegro destaca o crescimento imobiliário do interior e o forte potencial de consumo da região. “Hoje o aumento da renda familiar, o acesso ao crédito imobiliário, e a baixa de juros, tem contribuído para que o interior desponte para o mercado imobiliário. Hoje, lá em Juazeiro e Sobral, por exemplo, o que a gente construir vende”, comenta Montenegro.

NOVOS PROJETOS
De acordo com o diretor do Cofeci, há vários projetos imobiliários previstos para o interior do Estado. “O interior está despontando para o setor imobiliário. O Cariri, especialmente Juazeiro, está muito aquecido e agora também estão descobrindo Sobral, Crato, Crateús, Iguatu e Tianguá”, sinaliza.

Segundo Armando Cavalcante, tem tido muita oferta de loteamentos no interior do estado, por serem mais rentáveis e menos burocráticos que na capital. Em Tianguá, por exemplo, já existem mais de 30 loteamentos disponíveis, alguns diferenciados, mais sofisticados. Isso é reflexo do crescimento da economia dos municípios. A instalação de novas indústrias e universidades no interior do Ceará tem contribuído para a geração de mão de obra e movimentação do mercado.

“Quem ganha, gasta. Quem vem estudar ou trabalhar no interior, precisa de um lugar para morar, tem muita gente construindo casas, apartamentos e quitinetes para abrigar esses novos moradores”, explica o diretor do Cofeci.
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O ESTADO

07 de junho de 2012

 
SINDUSCON
Entidades debatem sobre a obrigatoriedade do registro de imóvel
Segundo o Creci-CE, cerca de 30% dos imóveis que estão sendo lançados em Fortaleza apresentam problemas com documentação

O sonho da casa própria está cada vez mais próximo dos brasileiros. Com a facilidade do crédito imobiliário e a baixa nas taxas de juros, cada dia tem se tornado mais fácil adquirir um imóvel.

São muitos investimentos no setor, basta andar um pouco por Fortaleza pra ver a quantidade de novos empreendimentos que estão sendo construídos. Dados do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI-CE) apontam que pelo menos 30% dos imóveis que estão sendo lançados em Fortaleza apresentam problemas com documentação.

Por esse motivo, os compradores têm que ficar de olho e antes de fechar negócio, se certificar de que a obra possui Registro de Incorporação e não correr o risco de comprar “gato por lebre”.

O Registro de Incorporação Imobiliária é considerado requisito essencial para a comercialização das unidades autônomas a serem construídas em condomínio, os chamados imóveis na “planta”.

REGULARIDADE DO IMÓVEL
Salim Ary, vice-presidente do CRECI, explica que o Registro de Incorporação deve estar registrado em cartório competente de Registro de Imóveis. Isso assegura que requisitos obrigatórios serão cumpridos pelo incorporador, afirma Salim Ary.

Segundo o vice-presidente do CRECI, o registro contém informações importantes, como o registro jurídico do terreno, o histórico, o número do Alvará de Construção, as plantas aprovadas pela prefeitura da cidade onde imóvel será construído, assim como o memorial descritivo, informando a área e até os materiais que serão utilizados na construção.

TOMANDO PROVIDÊNCIAS
Devido à gravidade da situação e as reclamações que a OAB vem recebendo, representantes do Ministério Público, da OAB-CE, dos Procons Fortaleza, Creci, da Assembleia Legislativa do Ceará e do SINDUSCON participam esta semana, de audiência pública, para discutir o comportamento de algumas construtoras que estariam comercializando imóveis na planta, sem o devido registro de incorporação imobiliária, na Prefeitura de Fortaleza.

Segundo Fábio Timbó, coordenador dos conselhos de Direito Imobiliário, Ambiental e Urbanístico da OAB-CE, o objetivo do fórum, foi comunicar as construtoras e depois aos corretores que o Ministério Público junto com o Procon, Decon, Creci e Sinduscon vão trabalhar para que nenhum empreendimento seja oferecido sem o RI.

Segundo ele, o objetivo do fórum é debater com representantes da construção civil e do segmento imobiliário a necessidade de regulamentação do setor. “O Registro de Incorporação é um documento básico, que deve ser apresentado ao comprador no ato da exposição do projeto do imóvel, devendo, inclusive, ficar exposto nos estantes de vendas”, finaliza Timbó.

Vale ressaltar que, é um dever do empresário, a apresentação do Registro de Incorporação imobiliária e um direito do comprador, cobrá-lo, antes de adquirir um imóvel.
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DIÁRIO DO NORDESTE

07 de junho de 2012

 
SINDUSCON
Custo de construir no Ceará subiu 1,34% neste ano
O custo da construção do metro quadrado no Ceará encerrou o mês de maio em R$ 759,59, de acordo com pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A cifra apresentou variações de 0,03% em relação ao mês anterior e de 1,34% neste ano. Mas, se já é caro o valor do metro quadrado construído para os bolsos de alguns cearenses, este custo tende a ficar "bem maior" no próximo mês, segundo avalia o vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Ceará (Sinduscon-CE), André Montenegro.

O impacto desse acréscimo é atribuído por ele ao reajuste salarial dos trabalhadores da construção, fechado ontem.

Diferentemente do apontado para o País - onde o custo nacional da construção por metro quadrado é de R$ 830,28, sendo R$ 446,56 relativos aos materiais e R$ 383,72 à mão de obra -, no Ceará, o vice-presidente do Sinduscon, aponta que é sobre o pagamento dos trabalhadores que recaem os maiores custos.

Estabilidade

Depois do aumento "expressivo" concedido aos trabalhadores, Montenegro afirma que o mercado deve se estabilizar.

"A Caixa (Econômica Federal) alargou o prazo de pagamento do financiamento de imóveis para 35 meses e isso deve gerar maior estabilidade ao mercado", declarou.

Setor aquece no 2º semestre

De acordo com André Montenegro, o segundo semestre deve ser um período mais aquecido para a construção civil cearense e isso vai contribuir para a estabilidade dos custos com o setor.

Ranking

No que diz respeito ao comparativo do custos para construir no Ceará em relação aos outros estados nordestinos, o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) apontou o Rio Grande do Norte como o mais barato (R$ 735,77/metro quadrado) em maio. No topo, com os maiores valores do setor, estão Maranhão (R$ 831,66/m²), Bahia (R$ 793,26/m²) e Alagoas (R$ 790,29/m²). Comparado aos estados de outras regiões, os custos cearenses destacam-se ainda por perderem apenas para o Espírito Santo (R$ 717,83/m²).

Entre as regiões, a ordem do mais caro para o menos é: Sudeste (875,40/m²), Norte (836,20/m²), Centro-Oeste (R$ 819,92/m²), Sul (R$ 818,32/m²) e, por fim e abaixo dos R$ 800/m², o Nordeste (782,01/m²).

Valor

759 reais e 59 centavos é o valor necessário para erguer um metro quadrado na construção civil cearense, conforme o IBGE
TOPO