Fortaleza, CE - quinta-feira, 26 de julho de 2012

AIRM – ASSESSORIA DE IMPRENSA E RELAÇÕES COM A MÍDIA - UNIDADE DE CLIPPING


FIEC
- Vaivém - Hoje
- Diário Político - Comemorando
- Vertical - Ele merece!
- Economia - A Festa da Indústria
- Regina Marshall - Dia da Indústria
- Egídio Serpa - Prêmio ao empreendedor
- Lêda Maria - Lideranças
- No Dia da Indústria, Fiec e CNI fazem homenagens
- DIA DA INDÚSTRIA - CNI e Fiec homenageiam personalidades hoje
- Vilmar, da Aço Cearense, é uma usina de ideias
- FIEC homenageia Vilmar Ferreira do Grupo Aço Cearense com Medalha de Mérito Industrial
- DIA DA INDÚSTRIA - CNI e Fiec homenageiam personalidades hoje
- FIEC e CNI promovem nesta 5ª feira festa pelo Dia da Indústria
- Indústria espera melhor resultado
- Edilmar Norões - Fiec: debate inovação
- Edilmar Norões - Complexo Industrial e Portuário do Pecém
- Alunos do ITA visitam Redação
- Perspectivas para economia cearense continuam positivas
- III Fórum de Deficiência e Acessibilidade
- Fiec - Incentivos Fiscais
- III Fórum de Deficiência e Acessibilidade
- Seminário HSM - Fortaleza

SESI
- Programa da BSPAR investe em capacitação de operários da Construção Civil

SENAI
- Senai recruta - Instrutor Educacional

COMÉRCIO EXTERIOR - CEARÁ
- Exportação de frutas avança 23%

ENERGIA
- Regras para renovar as concessões elétricas preocupam setor

INFRA-ESTRUTURA
- Empresários do CIPP participam do pacto

RESÍDUOS
- Ceará terá 30 consórcios para construção de aterros sanitários

SINDICATO
- Setor de locação de máquinas aquecido

TRABALHO
- 36 mil vagas foram criadas na RMF


DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Vaivém - Hoje
Coluna do José Maria Melo

HOJE, no La Maison, a Fiec, tendo à frente o presidente Roberto Macedo, comemora o "Dia da Indústria".
TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Diário Político - Comemorando
Coluna do Fernando Maia

Hoje, 26, o presidente da Fiec, Roberto Macêdo, recepciona o universo industrial do Estado, no La Maison Dunas, onde comanda as comemorações do "Dia da Indústria". No cardápio, "prato" inevitável: as preocupações com as causas de uma eventual retração do setor.

TOPO

O POVO

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Vertical - Ele merece!
Mais do que justa a homenagem que o cearense Fernando de Mendonça ganhará hoje da Fiec, durante festa pelo Dia da Indústria, no La Maison Dunas. Ele foi o fundador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Economia - A Festa da Indústria
Coluna do Rubens Frota

O evento comemorativo do Dia da Indústria será realizado hoje pela Confederação Nacional da Indústria e pela Federação da Indústria do Ceará, quando serão outorgadas as comendas de Ordem do Mérito Industrial, da CNI, a Fernando de Mendonça, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), a Herbert Fisk Johnson, José Vilmar Ferreira e Maria Suzete Dias de Vasconcelos. O evento será presidido por Robson Braga de Andrade, da CNI e Roberto Macedo, da Fiec.

Homenageados - O cientista Fernando de Mendonça é engenheiro eletricista pelo ITA. Doutor em Ciências Espaciais pela Universidade de Stanford, com grau de Ph.D. aviador da Força Aérea Brasileira e da Marinha Americana. Pesquisador nos segmentos de construção de foguetes, instalação de satélites e sensoriamento remoto, dentre outros. Implantou o Programa Espacial brasileiro; O industrial Herbert Fisk Johnson Jr (in memorian) foi presidente da SC Johnson, fabricante mundial de produtos de higiene e limpeza, fundada em 1886. Sua história no Ceará nasceu em 1935, com a "Expedição Carnaúba", voo histórico do hidroavião S-38 "Carnaúba", de Racine - USA para Fortaleza; O industrial José Vilmar Ferreira é presidente do Grupo Aço Cearense fundado em 1979, que atualmente compõe-se pelas empresas Aço Cearense Comercial, Aço Cearense Industrial e Siderúrgica Norte Brasil - Sinobras, sediada no Pará; a industrial Maria Suzete Dias de Vasconcelos é líder do laboratório Madrevita, dedicou-se à expansão e consolidação daquel
a indústria, fundada por seu esposo, José Dias de Vasconcelos.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Regina Marshall - Dia da Indústria
Para marcar o Dia da Indústria, haverá uma sessão solene, hoje, às 19 horas, no La Maison, quando serão outorgadas as comendas Ordem do Mérito Industrial, a Fernando Mendonça, e Medalha do Mérito Industrial, a Herbert Fisk Johnson Jr, José Vilmar Ferreira e Suzete Dias de Vasconcelos.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Egídio Serpa - Prêmio ao empreendedor
Uma conversa com o empresário Vilmar Ferreira, sócio majoritário da Aço Cearense - maior importadora brasileira de aço e já operando sua própria aciaria - revela, logo no primeiro instante, o espírito ativo de quem nasceu para empreender. Sua cabeça é uma usina que produz análises sobre o hoje e o amanhã do setor em que atua e uma fábrica de ideias de como bem aproveitar, de modo sustentável, o potencial que o Brasil oferece. Vilmar recebe hoje a Medalha do Mérito Industrial que, com muita justiça e oportunidade, lhe outorgou a Federação das Indústrias do Ceará. Ele não tem dúvida: "O Ceará e sua economia têm um futuro brilhante e a Aço Cearense, que já participa do presente, também quer estar no futuro. E estará".
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Lêda Maria - Lideranças
Roberto Macedo, presidente da Fiec e Beto Studart, empresário de sucesso estarão juntos na festa desta noite, onde cearenses ilustres, como eles, receberão homenagens.

Lideranças

Presidente da Fiec, Roberto Macedo, comanda, esta noite, no La Maison Buffet, mais uma festa marcando o Dia da Indústria.

Momento marcante...

...será a entrega da Ordem do Mérito Industrial ao cientista cearense Fernando de Mendonça, enquanto os industriais José Vilmar Ferreira (Aço Cearense), Maria Suzete Dias de Vasconcelos (Laboratório Madrevita) e Herbert Johnson (post-mortem), receberão da Fiec a Medalha do Mérito Industrial.

TOPO

O POVO

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
No Dia da Indústria, Fiec e CNI fazem homenagens
Na solenidade em comemoração do Dia da Indústria, serão entregues a Medalha do Mérito Industrial e a Ordem do Mérito Industrial. O evento será realizado hoje à noite

O Dia da Indústria será comemorado na noite de hoje em sessão solene no La Maison Buffet. Na ocasião, será entregue a Medalha do Mérito Industrial a Vilmar Ferreira, da Aço Cearense, Suzete Dias Vasconcelos, do Laboratório MadreVita e Hebert Johnson (post-mortem), do Grupo Johnson. Fernando de Mendonça, cientista, receberá a Ordem do Mérito Industrial. As homenagens serão concedidas pela Federação da Indústria do Estado do Ceará (Fiec) e Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Vilmar Ferreira é presidente e fundador do Grupo Aço Cearense, que agrega duas unidades industriais em Caucaia, além da Siderúrgica Norte Brasil (Sinobras) em Marabá (PA). Juntas, as empresas geram aproximadamente cinco mil empregos diretos. O Grupo também estuda instalar uma laminadora no Pecém, com investimento de US$ 1,2 bilhão, conforme antecipou O POVO.

"É uma honra receber a homenagem da Fiec que, para nós, da Aço
Cearense, é um reconhecimento pelos anos de dedicação contínuos esforços dedicados às empresas do Grupo. A medalha é, sobretudo, uma forma de agradecimento a todos aqueles que formam o Grupo Aço Cearense", disse Vilmar Ferreira.

Suzete Dias é a líder do laboratório Madrevita, dando continuidade ao trabalho inciado por seu marido, José Dias Vasconcelos. No portfólio da empresa, com mercado nacional, está a marca Aseptol.

Herbert Johnson foi presidente da Sc Johnson, fabricante mundial de produtos de higiene e limpeza fundada em 1886, que trouxe veio ao Ceará pesquisar sobre a carnaúba.

Fernando de Mendonça foi fundador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), implantando o Programa Espacial. Também funcou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Na Nasa, agência espacial norte-americana, foi o representante do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Mérito Industrial
A Medalha do Mérito Industrial homenageia personalidades fundamentais ao desenvolvimento industrial e econômico do Ceará. Criada pela Fiec em 1974, o primeiro agraciado foi o então governador César Cals, o ex-governador Raul Barbosa e o empresário Thomaz Pompeu de Sousa Brasil Neto.

A Ordem do Mérito Industrial foi criada pela CNI em 1958, com o objetivo de homenagear personalidades e instituições reconhecidas pela indústria brasileira. O número máximo de concessões da Ordem do Mérito Industrial é de dez agraciados por ano. Nomes como o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitscheck, já foram agraciados com a Ordem.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

Com a entrega da Medalha do Mérito Industrial e da Ordem do Mérito Industrial, a indústria homenageia personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do setor no Ceará e no País.

SERVIÇO

Comemoração do Dia da Indústria
Quando: hoje, 26, às 19 horas
Onde: La Maison Buffet (avenida Eng. Luiz Vieira, 555, Dunas)
Restrito para convidados
Homenageados

José Vilmar Ferreira
Presidente do Grupo Aço Cearense, um dos maiores distribuidores de produtos siderúrgicos do País, sendo líder regional do setor.

Fernando de Mendonça
Engenheiro eletricista pelo ITA, foi responsável pela implantação do Programa Espacial Brasileiro.

Maria Suzete Dias de Vasconcelos
Líder do Laboratório Madrevita, indústria fundada por seu marido, José Dias de Vasconcelos.

Herbert Fisk Johnson Jr (in memoriam)
Presidente da SC Johnson, na década de 1940, construiu fábrica da empresa na rua Dragão do Mar.

TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
DIA DA INDÚSTRIA - CNI e Fiec homenageiam personalidades hoje
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realizam hoje, às 19 horas, no La Maison Buffet, a entrega das comendas Ordem do Mérito Industrial e Medalha do Mérito Industrial, durante a solenidade em homenagem ao Dia da Indústria. O cientista cearense Fernando de Mendonça será agraciado com a Ordem do Mérito Industrial, comenda máxima da CNI. Os industriais José Vilmar Ferreira, presidente da Aço Cearense; Maria Suzete Dias de Vasconcelos, presidente do Laboratório Madrevita; e Herbert Johnson (post-mortem), empresário norte-americano precursor do Grupo Johnson no Ceará, receberão da Fiec a Medalha do Mérito Industrial.

A Ordem do Mérito Industrial foi criada pela Diretoria da CNI em 1958, e é destinada a premiar personalidades e instituições - nacionais e estrangeiras -, que se tenham tornado dignas do reconhecimento ou da admiração da indústria brasileira. A Fiec criou a Medalha do Mérito Industrial, em 1974, para ser concedida a empresários e outras personalidades com atuação marcante no impulso das atividades fabris e do desenvolvimento econômico do Ceará. A primeira edição da Medalha do Mérito Industrial homenageou o então governador César Cals de Oliveira Filho, o ex-governador Raul Barbosa e o empresário Thomaz Pompeu de Sousa Brasil Neto.

PERSPECTIVAS
Em 2012, a economia mundial tende a reduzir seu crescimento para aproximadamente 2,5%. Nesse cenário, a perspectiva para a economia brasileira este ano, segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega, é crescer 2,5%, embora economistas garantam que dificilmente passe dos 2%. A CNI aposta no índice de 2,1% para a economia brasileira e de apenas 1,6% para a indústria nacional. Quanto à economia cearense, porém, a previsão é otimista. As projeções do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) para o Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará, em 2012, indicam incremento de até 5%, mais que o dobro do esperado para a economia brasileira.
TOPO

BLOG EGÍDIO SERPA

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Vilmar, da Aço Cearense, é uma usina de ideias
Uma conversa com o empresário Vilmar Ferreira, sócio majoritário da Aço Cearense - maior importadora brasileira de aço e já operando suas próprias aciarias - revela, logo no primeiro instante, o espírito ativo de quem nasceu para empreender.

Sua cabeça é uma usina que produz análises sobre o hoje e o amanhã do setor em que atua e uma fábrica de ideias de como bem aproveitar, de modo sustentável, o potencial que o Brasil oferece.
Vilmar recebe hoje a Medalha do Mérito Industrial que, com muita justiça e oportunidade, lhe outorgou a Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Ele não tem dúvida: "O Ceará e sua economia têm um futuro brilhante e a Aço Cearense, que já participa do presente, também quer estar no futuro. E estará".
TOPO

MAXPRESS

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
FIEC homenageia Vilmar Ferreira do Grupo Aço Cearense com Medalha de Mérito Industrial
A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e a Conferência Nacional da Indústria (CIN) homenageiam o empresário Vilmar Ferreira, presidente do Grupo Aço Cearense com a entrega da Medalha do Mérito Industrial. A cerimônia de entrega acontecerá no dia 26 de junho, às 19h, no Buffet La Maison, por ocasião da sessão solene comemorativa do Dia da Indústria. O prêmio é um reconhecimento pelos 30 anos de empreendedorismo e liderança no setor siderúrgico do Estado.

O empresário cearense Vilmar Ferreira é presidente e fundador do Grupo Aço Cearense, com sede em Fortaleza (CE). A homenagem da FIEC não é apenas pela atuação do empresário no desenvolvimento econômico do mercado no Ceará, mas também, pelo reconhecimento e respeito conquistado na história empresarial do Estado. "É uma honra receber a homenagem da FIEC que, para nós da Aço Cearense, é um reconhecimento pelos anos de dedicação contínuos esforços dedicados às empresas do Grupo. A medalha é sobretudo uma forma de agradecimento a todos aqueles que formam o Grupo Aço Cearense" Afirma o empresário que, com determinação e competência lidera hoje o grupo formado pela sede comercial, duas indústrias em Caucaia (CE) e, ainda, a Siderúrgica Norte Brasil S.A - SINOBRAS em Marabá, norte do Pará. Juntas, as empresas geram juntas aproximadamente 5 mil empregos diretos.

A Medalha do Mérito Industrial também agraciará os empresários Suzete Dias Vasconcelos do Laboratório MadreVita e Hebert Johnson (post-mortem) do Grupo Johnson.

A premiação

A Medalha do Mérito Industrial foi criada pela FIEC, em 1974, para ser concedida a empresários e outras personalidades com atuação marcante no impulso das atividades fabris e do desenvolvimento econômico do Estado, por meio de relevantes serviços prestados ao setor industrial cearense. A primeira edição da Medalha do Mérito Industrial homenageou o então governador César Cals de Oliveira Filho, o ex-governador Raul Barbosa e o empresário Thomaz Pompeu de Sousa Brasil Neto.

O empresário do Aço
Nascido em 1950, no povoado de Tapera Velha, município do Marco, localizado há 201 quilômetros da capital cearense, Vilmar Iniciou sua jornada rumo ao sucesso profissional como balconista no comércio de um parente. Passou do comércio de variedades alimentícias ao de entrega de mercadorias e venda de bebidas, até que no de 1979 iniciou um empreendimento no ramo de produtos siderúrgicos fundando sua primeira empresa, chamada Ferro OK, localizada em Fortaleza e destinada ao mercado da construção civil.

Posteriormente transformada na Aço Cearense, a empresa se dedicou durante 15 anos apenas à comercialização de produtos nacionais, passando mais tarde a trabalhar também com aços planos importados que, depois de industrializados, geram centenas de produtos distribuídos em todo o território nacional.

Seguindo princípios como: "Nunca ludibriar o cliente", "Respeitar os funcionários, desde os graduados aos com menor escolaridade", "Reconhecer o bom desempenho com justos salários", "Tratar o pequeno cliente com a mesma distinção com que trata o grande cliente" e "Ter reconhecimento a quem ajudou a empresa ao longo de sua ascensão", Vilmar conseguiu transformar a Ferro OK em um dos maiores grupos empresariais do Norte e Nordeste do Brasil.

A trajetória da vida do empresário está retratada na obra "A benção não foi por acaso", biografia autorizada, escrita por Juarez Leitão e lançada em 2010.



Data 26/07/2012
Endereço La Maison Buffet. Avenida Engenheiro Luiz Vieira, 555 - Dunas
Cidade FORTALEZA Estado CEARÁ País BRASIL
TOPO

BLOG DO MACÁRIO

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
DIA DA INDÚSTRIA - CNI e Fiec homenageiam personalidades hoje
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realizam hoje, às 19 horas, no La Maison Buffet, a entrega das comendas Ordem do Mérito Industrial e Medalha do Mérito Industrial, durante a solenidade em homenagem ao Dia da Indústria. O cientista cearense Fernando de Mendonça será agraciado com a Ordem do Mérito Industrial, comenda máxima da CNI. Os industriais José Vilmar Ferreira, presidente da Aço Cearense; Maria Suzete Dias de Vasconcelos, presidente do Laboratório Madrevita; e Herbert Johnson (post-mortem), empresário norte-americano precursor do Grupo Johnson no Ceará, receberão da Fiec a Medalha do Mérito Industrial.

A Ordem do Mérito Industrial foi criada pela Diretoria da CNI em 1958, e é destinada a premiar personalidades e instituições - nacionais e estrangeiras -, que se tenham tornado dignas do reconhecimento ou da admiração da indústria brasileira. A Fiec criou a Medalha do Mérito Industrial, em 1974, para ser concedida a empresários e outras personalidades com atuação marcante no impulso das atividades fabris e do desenvolvimento econômico do Ceará. A primeira edição da Medalha do Mérito Industrial homenageou o então governador César Cals de Oliveira Filho, o ex-governador Raul Barbosa e o empresário Thomaz Pompeu de Sousa Brasil Neto.
TOPO

BLOG ELIOMAR DE LIMA

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
FIEC e CNI promovem nesta 5ª feira festa pelo Dia da Indústria
Essa informação é do site da FIEC:

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) realizam nesta quinta-feira, às 19 horas, no La Maison Buffet, a entrega das comendas Ordem do Mérito Industrial e Medalha do Mérito Industrial, durante a solenidade em homenagem ao Dia da Indústria, comemorado nacionalmente em 25 de maio. O cientista cearense Fernando de Mendonça será agraciado com a Ordem do Mérito Industrial, comenda máxima da CNI. Os industriais José Vilmar Ferreira, presidente da Aço Cearense; Maria Suzete Dias de Vasconcelos, presidente do Laboratório Madrevita; e Herbert Johnson (post-mortem), empresário norte-americano precursor do Grupo Johnson no Ceará, receberão da FIEC a Medalha do Mérito Industrial. A solenidade contará com a presença do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A Ordem do Mérito Industrial foi criada pela Diretoria da CNI em 1958, e é destinada a premiar personalidades e instituições, nacionais e estrangeiras, que se tenham tornado dignas do reconhecimento ou da admiração da indústria brasileira. O número máximo de concessões da Ordem do Mérito Industrial é de dez agraciados por ano. Estão, entre os agraciados com a Ordem do Mérito Industrial, personalidades como o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitscheck de Oliveira, Sua Alteza Real Príncipe de Gales e herdeiro do trono da Grã-Bretanha, Charles Philip Arthur George, e o industrial Jorge Gerdau Johannpeter.

* O homenageado pela CNI

Fernando de Mendonça

Fundador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e representante do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na National Aeronautics and Space Administration (Nasa), Mendonça é também idealizador e articulador do Instituto Nacional para Pesquisas Científicas e Aplicadas em Energia - organismo similar ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) a ser implantado no estado com o propósito de reter talentos cearenses para impulsionar o avanço tecnológico. O Instituto Nacional de Energias foi registrado em janeiro deste ano na Junta Comercial do Ceará (Jucec).

* Os homenageados pela FIEC

José Vilmar Ferreira - Aço Cearense

Referência para a siderurgia nacional, o presidente da Aço Cearense, José Vilmar Ferreira, tornou-se exemplo de empreendedor no meio industrial por ter fundado e transformado uma pequena loja no bem sucedido Grupo Aço Cearense. Em 1979, o empresário iniciou sua primeira empresa, a Ferro OK - empreendimento no ramo de produtos siderúrgicos localizado em Fortaleza, com foco no mercado da construção civil. Transformada na Aço Cearense, a empresa se dedicou durante 15 anos à comercialização exclusiva de produtos nacionais, passando posteriormente a trabalhar também com aços planos importados, que, depois de industrializados, são distribuídos em todo o território nacional. O Grupo Aço Cearense, composto pelas empresas Aço Cearense Comercial, Aço Cearense Industrial e Siderúrgica Norte Brasil S/A (Sinobras), localizada no Pará. Ao todo, o grupo gera mais de 3 mil empregos diretos, além de muitos indiretos.

Maria Suzete Dias de Vasconcelos - Laboratório Madrevita

A empresária Maria Suzete Dias de Vasconcelos lidera o Laboratório Madrevita, fundado em 1955 pelo esposo, o empreendedor José Dias Vasconcelos. A história de sucesso começou com a fabricação do medicamento Madrevita - produto que deu nome à empresa, que começou a ampliar, nos anos 60, sua linha e segmento de atuação. O Madrevita conquistou o mercado farmacêutico nacional com marcas fortes e de tradição no estado, como Aseptol, Supertônico, Tussibel, Sanoverme e Puritol, dentre outros. A empresa atua nos segmentos farmacêutico e cosmético - higiene pessoal. A unidade fabril possui área de 10 mil metros quadrados. Seu processo produtivo está em conformidade com os padrões mais avançados da tecnologia industrial. Comercializa seus produtos em todo o país.

Herbert Johnson - Grupo Johnson

O pioneirismo é o traço marcante de outro empreendedor escolhido pela FIEC para a homenagem do Dia da Indústria. Então presidente da SC Johnson, fabricante das Ceras Johnson e de outros produtos de limpeza, o industrial americano Herbert Johnson veio ao Ceará em 1935 para pesquisar as potencialidades da carnaúba - principal insumo para os produtos fabricados pela empresa. Depois de conhecer de perto o cultivo da árvore, a fim de assegurar uma fonte de recursos renováveis e manejáveis, o empresário decidiu instalar uma unidade no Ceará. Graças à carnaúba, a Ceras Johnson virou uma potência que atua em mais de 20 países e fatura bilhões de dólares anualmente. Falecido em 1978, o empresário foi sucedido pelo filho Samuel Johnson, hoje à frente da organização.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
MEDALHA DO MÉRITO INDUSTRIAL 2012
Indústria espera melhor resultado
Fiec e CNI comemoram hoje o Dia da Indústria e apresentam balanço sobre desempenho do setor no ano

Mesmo com a queda de 2,3% no primeiro trimestre, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) acredita em uma elevação dos resultados do setor nos próximos meses. Hoje, data em que escolheu para comemorar o Dia da Indústria, a instituição fez um balanço do cenário econômico cearenses e divulgou as perspectivas para a indústria nos próximos trimestres.

Para a Fiec, o incremento de até 5% no Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará em 2012, projetado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), pode ser positivo para a indústria cearense. De acordo com o presidente da instituição, Roberto Macêdo, "o mês de julho já está tendo uma reação".

De acordo ainda com a Fiec, o desempenho da indústria de transformação será decisivo para os resultados do setor industrial em 2012, visto que o segmento corresponde hoje a 52,7% das riquezas produzidas pela indústria no Estado.

A produção física da indústria de transformação cearense ficou entre os três piores resultados de 13 estados pesquisados nos primeiros meses de 2012, segundo o Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (INDI), ligado à Fiec. De janeiro a maio, o decréscimo no Ceará foi de 2,7%, ante a queda de 3,4% da produção nacional. Os resultados negativos podem ser explicados pela perda de empregos, com ênfase na indústria de transformação, onde 2.057 postos de trabalho foram perdidos no semestre, sendo a maioria no setor de calçados.

Postos de trabalho

O setor da construção civil também foi outra área onde houve registro de grande número de demissões, com 780 postos de trabalho perdidos. Se destacam por criarem novas oportunidades a metalurgia (798), químico farmacêutico (306), minerais não metálicos (177) e madeira e mobiliário (142).

Produção

O setor têxtil foi o maior responsável pelo resultado negativo da indústria de transformação, registrando queda de 22,1% no acumulado de janeiro a maio deste ano, gerando uma redução de 4,2% na produção de todo o Estado. Entre as atividades econômicas que representaram crescimento estão os setores de refino de petróleo e álcool (35,6%), metalúrgica básica (35,1%) e máquinas e aparelhos elétricos (12,5%).

Comércio exterior

De acordo com o Ceará em Comex - estudo elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Fiec - as exportações cearenses somaram U$S 614,5 milhões no primeiro semestre deste ano, frente aos U$S 610,3 milhões do igual período do ano passado. Já as importações tiveram um aumento de 22,4%, chegando a U$S 1,14 bilhão nos seis primeiros meses deste ano.

Queda

2,3% foi o recuo da indústria cearense nos três primeiros meses deste ano, segundo a Fiec. Melhora no desempenho depende do segmento de transformação
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
NEI - PALESTRA
Edilmar Norões - Fiec: debate inovação
Em sua oitava versão, o Núcleo Empresarial de Inovação, iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Ceará, por meio do Instituto Euvaldo Lodi e tendo como parceiros o Senai, Sesi e Sebrae/Ceará, realizará, no próximo dia 8 de agosto, mais um encontro tendo como foco de discussão "oportunidades para inovação".

Através de cada um desses eventos o objetivo visa sensibilizar as empresas a implantarem uma cultura de inovação em seus ambientes corporativos. Tendo em vista estes objetivos é que por parte de seu presidente, Roberto Macedo, a Fiec tem emprestado amplo apoio de incentivo à iniciativa.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
SENAI - PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO
Edilmar Norões - Complexo Industrial e Portuário do Pecém
Para atuar na montagem de um programa de capacitação às empresas que deverão se instalar no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, foi criado um grupo de trabalho coordenado pelo Senai/CE, entidade integrante do Sistema Fiec.

A criação desse grupo de trabalho, como afirma o presidente Roberto Macedo, atende às diversas demandas que estão surgindo na região. Ainda segundo o presidente da Fiec, um documento elaborado por essa equipe e com informações como as que o governo do Estado por certo vai precisar, vai ser entregue ao governador Cid Gomes em ato já marcado para o próximo dia 7 de agosto, no Palácio da Abolição.

TOPO

O POVO

26 de julho de 2012

 
PROGRAMA APÓSTOLOS DA INOVAÇÃO
Alunos do ITA visitam Redação
Os estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e coordenadores do programa Inova Startups, Leonardo Esmeraldo e Anderson Espíndola, visitaram ontem a Redação do O POVO.

O Inova Startups lançou, no começo do mês, o programa Apóstolos da Inovação, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec-CE), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o ITA.

O programa promoveu a vinda de seis estudantes do ITA que vieram estudar, com seis estudantes das universidades do Ceará, o cenário econômico do Estado. Juntos, analisaram seis setores da indústria no Ceará: eletrometal-mecânico, educação, tecnologia da informação, construção civil, energia e agronegócio.

Para Leonardo, o objetivo do projeto é apontar startups dentro desses setores, estimulando o empreendedorismo. "Queremos multiplicar essa experiência. Os alunos vão voltar para as universidades com ideias inovadoras, formando uma rede de informações e de pesquisas", conta.

Para o consultor do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi), Ricardo Sabadia, essa iniciativa vai trazer benefícios para o desenvolvimento da indústria do Estado. "Os estudantes cearenses do ITA se formam e não voltam para o Ceará, desenvolvendo o seu aprendizado em outros estados. Queremos que os cearenses contribuam para os aspectos econômicos do Estado, vencendo desafios", disse.
TOPO

INVEST NE

26 de julho de 2012

 
INDI - INDÚSTRIA CEARENSE
Perspectivas para economia cearense continuam positivas
Pesquisa indica incremento de até 5%, maior que a performance esperada para a economia brasileira

Em 2012, a economia mundial tende a reduzir seu crescimento para aproximadamente 2,5% em função da crise externa que atinge, sobretudo, países da União Europeia. Nesse cenário, a perspectiva para a economia brasileira este ano, segundo o ministro da Fazenda Guido Mantega, é crescer 2,5%, embora economistas garantem que dificilmente a geração de riquezas no país cresça além dos 2% em 2012. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aposta no índice de 2,1% para a economia brasileira e de apenas 1,6% para a indústria nacional. Quanto à economia cearense, porém, a previsão é mais otimista. As projeções do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) para o Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará, em 2012, indicam incremento de até 5%, mais que o dobro da performance esperada para a economia brasileira.

O crescimento do PIB cearense pode vir a ser maior do que o esperado, à medida que acontece o reaquecimento do setor industrial este ano. Investimentos do Governo do Estado e da iniciativa privada, face à demanda gerada por novos empreendimentos em curso no Ceará, tendem a promover a expansão da indústria, proporcionando maior dinamismo econômico ao estado.

O economista da Fiec, Pedro Jorge Vianna, tem a mesma visão positiva para o estado. "Nesse semestre a indústria vai voltar a crescer. O PIB do estado vai ficar com o índice de 4%, podendo chegar a 5%. A indústria vem apresentando taxas de crescimento para o segundo semestre", explica.

O comportamento da produção física da indústria de transformação cearense situou-se, nos primeiros meses de 2012, entre os três piores resultados dos 13 estados pesquisados. Contudo, os dados de abril e maio demonstraram que a atividade industrial cearense reagiu, crescendo 2,9% no período e ultrapassando os resultados do país (-0,9%) e voltando a crescer quando comparado com igual período do ano anterior (acréscimo de 1%), após 17 meses consecutivos de queda nesta base de comparação. Assim, a retração das atividades da indústria de transformação cearense, que atingiu queda de 2,3% no primeiro trimestre do ano, não deve se repetir nos dados dos próximos trimestres de 2012.

A perspectiva é positiva em relação ao comércio exterior. A alta das exportações cearenses foi puxada, preponderantemente, por produtos que, tradicionalmente, compõem a pauta exportadora principal do Ceará: calçados, couros e castanha de caju. Juntos, os três itens acumularam mais de 357 milhões de dólares em vendas externas, mais da metade de tudo que o estado enviou nos seis primeiros meses do ano para o mercado externo.

Esse resultado também pode ser aplicado para outras regiões do Nordeste, como Bahia e Maranhão, que estão recebendo investimentos na mesma medida do Ceará. " Acredito que esses estados vêm de um processo de investimento bastante volumoso, tendo um impacto positivo sobre a região", afirma Vianna
TOPO

FESTALEZA

26 de julho de 2012

 
FÓRUM DE DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE
III Fórum de Deficiência e Acessibilidade
O III Fórum de Deficiência e Acessibilidade - Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças é um fórum de debates e idéias de onde esperamos que saiam Resoluções, Ações e Leis capazes de vencer a barreira da indiferença e da falta de informação.

Nascido de uma parceria entre a FIEC, na pessoa do Dr. Roberto Macêdo, e a Arte Pensamento, este é o 3º ano consecutivo do Fórum de Deficiência e Acessibilidade que acontece na FIEC - Federação das Indústrias do Ceará, onde cada edição acontecem debates com temas diferentes sobre esse universo.
O tema proposto pelo Fórum pretende chamar atenção para as 45 milhões de pessoas que declaram possuir algum tipo de deficiência, segundo o Censo IBGE/2010. Essa população quer ser incluída na sociedade, como sujeitos de plenos direitos e deveres que são, quer ser ouvida, respeitada como cidadãos, quer conviver, participar e não apenas ser tolerada. As ações de inclusão ainda precisam ser rotina no cotidiano de quem toma decisões e, sobretudo, no cotidiano de cada um de nós.
Um dos objetivos do Fórum é conscientizar através de ações relevantes e transformadoras, pois o hábito de infringir leis que não resultam em punição efetiva faz com tais leis pareçam inexistir, quando, na verdade, elas são atuais, sérias, mas, por não fazerem parte da cultura e do cotidiano, perdem parte de sua eficiência e, ao serem ignoradas, causam profundos transtornos aos cidadãos especiais.
A relevância do III Fórum de Deficiência e Acessibilidade é reforçada por essas questões iminentes que já não têm o direito de ser postergadas, sob o risco de sermos conhecidos como um país sem políticas efetivas.

Aproveitando a visibilidade dos grandes eventos esportivos a serem realizados no Brasil tais como: Copa do Mundo 2014, Olimpíadas e ParaOlimpíadas 2016, o terceiro Fórum pretende também garantir olhares e mentes atenciosas para a questão do turismo inclusivo, como parte do desenvolvimento econômico e da justiça social, envolvendo, para isso, o maior número de pessoas entre pesquisadores, poder público, iniciativa privada e outros segmentos da sociedade.

O Evento, com entrada franca, será realizado no próximo dia 31 de julho na FIEC, no auditório Waldir Diogo de Siqueira, com início às 08h. O coquetel de encerramento acontecerá às 19h, na esplanada da FIEC,com o show dos artistas Thiago Sandes e David Valente, ambos com necessidades especiais e exemplos de superação.

O fórum de debates cujo o desafio é: " Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças ", discutirá acerca dos avanços e deficiências verificados ao longo dos últimos vinte e dois anos com relação à proteção e convívio com o portador de necessidades especiais.

O Evento contará com a participação do Norte-Americano, Dr. Scott Rains, especializado em Turismo Inclusivo; o Secretário de Turismo do Estado do Ceará, Bismarck Maia; a Procuradora Geral do Estado de Goiás, Dra. Maisa de Castro Barbosa; o Assistente Técnico da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência da Câmara Municipal de Fortaleza, XycoTheóphilo; o Vereador da Câmara Municipal de Fortaleza, Guilherme Sampaio; a Coordenadora especial de Políticas Públicas para os Idosos e as Pessoas com Deficiência do Estado do Ceará, Isabel Pontes; o Sr. Mauro Guedes; Luiza Perdigão; o Presidente da Camara de Vila Real de Santo Antonio, Algarve/ Portugal, Luis Felipe Gomes e Dra. Nadja Pinho, Titular da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência da Câmara Municipal de Fortaleza.

Evento: III Fórum de Deficiência e Acessibilidade
Título: "Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças".
Data: 31 de julho de 2012.
Horário: das 08h às 21h.
Almoço livre e coffee-break pela manhã e a tarde
Coquetel às 19 horas
Local: FIEC - Federação das Indústrias do Estado do Ceará
Endereço: Av. Barão de Studart, 1980 - Aldeota.
Fortaleza -CE / Brasil
CEP: 60.120-901
ENTRADA FRANCA

TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
INCENTIVOS FISCAIS
Fiec - Incentivos Fiscais
Incentivos Fiscais

TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
FÓRUM DE DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE
III Fórum de Deficiência e Acessibilidade
III Fórum de Deficiência e Acessibilidade

TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
SEMINÁRIO HSM - FORTALEZA
Seminário HSM - Fortaleza
Seminário HSM - Fortaleza

TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
PROGRAMA CUIDAR
Programa da BSPAR investe em capacitação de operários da Construção Civil
Nesta semana, os trabalhadores que atuam nas obras dos empreendimentos Mirante, Casa Reale e Reserva Passaré, da BSPAR Incorporações, receberam capacitação do Serviço Social da Indústria (SESI) sobre temas ligados à Saúde e Segurança no Trabalho como Trabalho em Altura e Utilização Correta dos EPIs (Equipamento de Proteção Individual).

As atividades fazem parte do Programa Cuidar, da BSPAR, que acontece mensalmente e é conduzida por técnicos de segurança e assistentes sociais do SESI para minimizar os riscos de acidentes e de doenças. No mês de julho, o programa atendeu cerca de 500 trabalhadores dos canteiros de obra da empresa.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
SELEÇÃO
Senai recruta - Instrutor Educacional
Instrutor Educacional

TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
EXPORTAÇÃO DE FRUTAS
Exportação de frutas avança 23%
A expectativa do setor é de crescimento ainda maior nos próximos meses, implicando em queda dos preços

Ao contrário do que ocorreu em alguns dos setores com maior participação nas exportações cearenses - a exemplo das indústrias têxtil e calçadista, que apresentaram queda significativa no primeiro semestre deste ano -, a fruticultura registrou um aumento expressivo da receita advinda das vendas ao exterior nos seis primeiros meses de 2012.
Em comparação com igual período de 2011, o avanço do setor foi de 23,4%, segundo dados da do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O crescimento fez com que o Ceará ficasse na segunda posição entre os estados brasileiros que receberam maior receita com a exportação de frutas, ficando atrás apenas de São Paulo.

De acordo com o presidente do Instituto Frutal, Euvaldo Bringel, o avanço no período se deve à união de diversos fatores, entre os quais se destacam as melhores condições de infraestrutura do Estado, a utilização de novas tecnologias e a alta do dólar nos últimos meses, em comparação com o primeiro semestre do último ano.

Segundo Bringel, os investimentos voltados aos projetos de irrigação são alguns dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do setor nos últimos meses. A atração de investimentos para a zona rural cearense, acrescenta, também tem impulsionado a fruticultura.

Maiores avanços

Principal fruta exportada no período, o melão apresentou elevação de 44,4% no último semestre, em relação a similar período de 2011. A maior variação, porém, foi do coco, 314,3%, sendo seguida pela melancia, que registrou aumento de 161,5% . Conforme o presidente da Frutal, o avanço do melão é visto de forma especialmente positiva, uma vez que esse produto demanda elevada mão-de-obra.

Euvaldo Bringel destaca que as exportações no primeiro semestre correspondem a aproximadamente um terço do total de vendas ao exterior a cada ano. Nos seis primeiros meses deste ano, foram exportados US$ 33,6 milhões. A expectativa do setor, informa, é alcançar US$ 100 milhões até dezembro.

Em 2008, recorda, as exportações alcançaram cerca de US$ 130 milhões. Contudo, destaca Bringel, por conta da crise financeira internacional, as vendas no exterior, nos anos seguintes, caíram significativamente, ficando abaixo dos U$ 100 milhões. Nesse contexto, indica, os produtores passaram a se voltar mais para os consumidores do País.

Mercado interno

Conforme o presidente da Frutal, o mercado interno também tem se mostrado promissor para o setor, devido, entre outros fatores, ao aumento da renda do brasileiro. Conforme explica, com maior poder aquisitivo, muitos consumidores que antes priorizavam unicamente itens alimentícios como arroz, carne e feijão agora passam a consumir mais frutas. Além disso, diz, a maior longevidade da população também têm influenciado o setor.

Ele informa ainda que, devido à produção em larga escala e à demanda do mercado interno, a tendência é que diversos itens tenham queda nos preços nos próximos meses.

Mesmo com a elevação expressiva das exportações, alguns itens apresentaram queda nas vendas ao exterior, como a banana e o mamão. Segundo Euvaldo Bringel, a redução está ligada ao aquecimento do mercado interno, que demandou com mais força os produtos. O abacaxi, por sua vez, teve uma queda de 100% nas exportações. Conforme explica, o fato se deveu a pragas que atingiram a produção da única empresa, no Ceará, que exporta esse item.

Gargalos

Apesar dos avanços da fruticultura, Bringel ressalta que há diversos gargalos a serem superados no Estado. O principal, afirma, é a baixa escolaridade do trabalhador rural. "Se uma pessoa não sabe ler, como vai ler um manual e aprender a usar um defensivo ou saber como fazer a manutenção de um equipamento?", ilustra o presidente da Frutal.

Outro entrave, destaca, é o baixo valor da terra, o que, para os pequenos produtores, acarreta em dificuldades para apresentar garantias e adquirir crédito.

Movimentação nos portos

O crescimento do setor impactou também na movimentação dos portos do Pecém e do Mucuripe. Conforme Bringel, a maior parte das frutas exportadas pelo País saem dos dois portos cearenses. Nos seis primeiros meses deste ano, foram exportadas, pelo porto do Pecém, cerca de 55 mil toneladas de frutas. Do total, 71,1% teve origem no Ceará. Em segundo lugar, está o Rio Grande do Norte, com 25,5%.

JOÃO MOURA
REPÓRTER

TOPO

VALOR ECONÔMICO

26 de julho de 2012

 
CONCESSÕES ELÉTRICAS
Regras para renovar as concessões elétricas preocupam setor
O sigilo montado pelo governo em torno do processo de renovação das concessões que expiram em 2015 angustia o setor elétrico. Ninguém mais tem dúvidas sobre a decisão da presidente Dilma Rousseff de prorrogar os contratos, em vez de fazer uma relicitação dos ativos, mas esse é apenas o início de uma enorme lista de perguntas que ainda não têm respostas claras.

"O dilema entre prorrogação ou relicitação das concessões está superado. Agora, a preocupação do mercado é com as condições que vão ser fixadas pelo governo", diz o presidente-executivo da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Reginaldo Medeiros.


Além da ansiedade em saber quanto as tarifas vão cair, o mercado tenta descobrir o verdadeiro alcance do benefício - se privilegiará consumidores residenciais ou abrangerá a indústria - e mostra preocupação com os efeitos disso sobre as gigantes do setor, principalmente a Eletrobras.

Relatório do Itaú BBA levanta questionamentos importantes sobre a situação financeira da estatal. O banco trabalha com a possibilidade de que a prorrogação das concessões - considerando, como exigência do governo, queda de R$ 30 por megawatt-hora (MWh) das tarifas de geração, e de 40% nas receitas permitidas para remunerar as atividades de transmissão - cause estragos em suas contas.

Caso esses números se confirmem, o fluxo de caixa da Eletrobras perderá R$ 4,2 bilhões, o equivalente a 67% do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) verificado no ano passado.

O analista Marcos Severine, do Itaú BBA, destaca que as contas da Eletrobras já estão em "situação alarmante" e podem se complicar ainda mais. Ele lembra que a estatal tem se endividado para arcar com investimentos em megaprojetos de usinas hidrelétricas. A relação entre dívida líquida e Ebitda subiu de 0,4 em 2010 para 1,8 em 2011 e pode chegar a 5 em 2014, às vésperas do vencimento das concessões, segundo indicam os cálculos do banco.

A preocupação com a Eletrobras e outras empresas, como a Cesp e a Cteep, extrapola aspectos relacionados ao mercado financeiro e ao impacto nos preços de suas ações. Para o setor elétrico, o ponto principal é que "a Eletrobras tem sido uma parceira natural da iniciativa privada e não pode ficar sem dinheiro para investir nos futuros projetos da Amazônia", conforme ressalta Luiz Fernando Vianna, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine).

Basta olhar a composição acionária das últimas grandes hidrelétricas leiloadas para ver o papel da Eletrobras: junto com suas subsidiárias, ela tem 49,98% de participação em Belo Monte, 49% em Teles Pires, 40% em Jirau e 39% em Santo Antônio. Vianna teme um aperto grande do governo, com o pretexto de que os investimentos já foram amortizados, a ponto de comprometer a geração de caixa para novos investimentos. "A expansão do sistema pode ficar comprometida. Aliás, se for para ficar no vermelho, as empresas podem até devolver as concessões", afirma o executivo.

Dilma exigiu de seus auxiliares uma queda de dois dígitos nas tarifas de energia com a renovação das concessões, mas para atingir esse percentual será necessário um "empurrão" das desonerações de impostos (como PIS-Cofins) ou de encargos setoriais. Nos cálculos do Itaú BBA, o efeito da renovação das concessões puramente poderá ser de 6,2% para o consumidor.

Mesmo depois de definida a queda de tarifas, a questão é saber quem realmente sairá ganhando com o benefício. As discussões caminhavam para uma fórmula em que o ganho seria capturado principalmente pelos consumidores residenciais. Esse esquema previa que os "blocos" de energia mais barata - produzida pelas usinas com investimentos amortizados e concessões prorrogadas - seriam divididos pelas distribuidoras por cotas. Dessa forma, o mix final da energia comprada pelas distribuidoras teria um preço menor.

Tudo indicava que esse desenho excluiria as indústrias, já que elas compram energia diretamente no mercado livre, sem passar pelas distribuidoras das regiões onde estão instaladas. Com a determinação da presidente Dilma de buscar a competitividade da indústria a todo custo, cresceram as apostas em outra fórmula, que trata os consumidores de forma isonômica.

Por essa outra fórmula, todo o ganho com a queda de tarifas seria alocado em descontos na tarifa pelo uso do sistema de transmissão (Tust), a conta que todo mundo paga pela energia que sai das usinas e chega na porta de casa ou da empresa.

O diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, toma cuidado para não entregar pistas demais. Mas destaca que "o governo tem uma preocupação especial com o setor industrial", uma declaração que, no meio de tão poucas informações circulando sobre o assunto, é suficiente para animar os grandes consumidores.
TOPO

O ESTADO

26 de julho de 2012

 
COMPLEXO PORTUÁRIO DO PECÉM
Empresários do CIPP participam do pacto
As empresas instaladas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém participam hoje, a partir de 8 horas, do encontro do Núcleo Setor Produtivo do Pacto pelo Pecém no auditório da sede da Cearáportos (Esplanada do Pecém, S/Nº). No momento eles estão construindo o diagnóstico sobre o desenvolvimento do CIPP. As instituições colaboram com informações sobre os impactos, visões e oportunidades diante da instalação de novos empreendimentos. Já aconteceram reuniões com os núcleos das prefeituras, das instituições públicas federais, sindicatos e associações comunitárias.

As associações comunitárias apresentaram suas visões anteontem, em reunião no Cetrex na Caucaia. Entre as principais preocupações estão os impactos ambientais; a não-captação de mão de obra local, mesmo com a oferta de cursos profissionalizantes, e a especulação imobiliária, que dificulta a permanência dos moradores na cidade, devido aos altos aluguéis. As questões sociais como a gravidez na adolescência, drogadição e prostituição foram apontadas, bem como a falta de cuidados no transporte do carvão, por exemplo, que segundo os participantes têm provocado alergias e doenças de pele.

A rodada de reuniões dos núcleos continua até agosto. O setor produtivo está dividido entre as empresas já instaladas no CIPP e as representações empresariais que se reúnem na próxima terça-feira (31/07) na Assembleia Legislativa. As demais reuniões serão as seguintes: representações do poder público estadual (01/08); as entidades de representação profissional (02/08), e a Academia e instituições formadoras (07/08), sempre na Assembleia.
TOPO

O POVO

26 de julho de 2012

 
ATERROS SANITÁRIOS
Ceará terá 30 consórcios para construção de aterros sanitários
Consórcios regionais para construção de aterros sanitários beneficiarão todos os municípios do Estado

O Ceará terá 30 consórcios entre municípios e a Secretaria das Cidades para a construção de aterros sanitários regionais. O objetivo da parceria entre os municípios e o governo do Estado é apresentar uma solução para o destino dos resíduos sólidos dentro dos padrões de desenvolvimento sustentável, com produção de energia renovável e geração de créditos de carbono.

Por meio dos consórcios serão desativados os lixões e construídos aterros sanitários. O objetivo é melhorar a saúde pública estadual na área de saneamento básico e alinhar as políticas do Estado com as políticas ambientais de sustentabilidade.

Dos 30 projetos previstos para serem executados pela Secretaria das Cidades, 26 já estão criados legalmente. O secretário estadual das Cidades, Camilo Santana, explica que cada consórcio abrange mais de um município. “O objetivo final da criação desses consórcios é que todos os municípios do Ceará sejam beneficiados pela implantação dos aterros sanitários regionais”.

Santana detalha que a necessidade da criação dos consórcios municipais surgiu da dificuldade de um município sozinho construir, operar e gerenciar um aterro sanitário. “Agregamos municípios como uma forma de viabilizar o projeto”. Depois de implantado, a responsabilidade de coleta do lixo é do município. “O Estado é parceiro nessa fase inicial de consultoria e formação do consórcio. Depois a gerência fica a cargo do município”, explica o secretário.

De acordo com Camilo Santana, dos 26 criados legalmente, 11 projetos de construção de aterros sanitários estão em andamento em diferentes regiões do Estado. Ele detalha que o projeto mais avançado é o do Aterro do Cariri, que tem conclusão prevista para outubro deste ano, quando será submetido à aprovação do órgão financiador. A etapa seguinte é a elaboração do edital de obras e seu posterior lançamento para contratação da empresa que executará as obras. Serão beneficiados 10 municípios da Região do Cariri. São eles: Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Altaneira, Caririaçu, Farias Brito, Jardim, Missão velha, Nova Olinda e Santana do Cariri.


O quê


ENTENDA A NOTÍCIA

Aterro sanitário é um depósito onde é descartado o lixo da cidade. Os aterros devem possuir um controle da quantidade e tipo de lixo, sistemas de proteção ao meio ambiente e monitoramento ambiental.

Projeto de lei propõe coleta seletiva de lixo

A deputada estadual Bethrose (PRP) propôs na Assembleia Legislativa do Ceará projeto de lei que determina a obrigatoriedade da implantação da coleta seletiva de lixo em condomínios, estabelecimentos comerciais e industriais, escolas e órgãos públicos. Segundo a deputada, o objetivo do projeto é fortalecer práticas mais conscientes de preservação do meio ambiente. O estabelecimento que desrespeitar a lei ficará sujeito à multa e suspensão do alvará de funcionamento ou licença ambiental. O projeto segue em tramitação na Assembleia Legislativa.

A proposta se relaciona, no âmbito federal, com o Plano de Gestão de Resíduos Sólidos dos municípios e estados brasileiros, que deve indicar como será feito o manejo do lixo em cada localidade do país. O plano faz parte da lei n° 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil produz, em média, 90 milhões de toneladas de lixo por ano. Desse montante, a maioria é disposta a céu aberto, em lixões, sem nenhum tipo de controle da poluição. Essa prática contribui para a degradação do meio ambiente por meio da contaminação do ar e das águas, causando malefícios à saúde da população.

Bethrose defende que a coleta seletiva e a reciclagem do lixo são atividades que aproveitam os resíduos urbanos de forma a reduzir os custos e os danos ambientais decorrentes do armazenamento de lixo, além de poupar o uso de recursos naturais utilizados com matérias-primas e propiciar a geração de emprego e renda para a população desempregada. “A coleta é o início do processo de valorização daquilo que é desprezado. Muitas pessoas sobrevivem da coleta desse tipo de material”,defende a parlamentar. (MS)

TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
SINDUSCON-CE
Setor de locação de máquinas aquecido
Copa do Mundo e empreendimentos no Porto do Pecém tornam o Estado atrativo para o segmento

Acompanhando o aquecimento da construção civil, impulsionado pelo aumento do número de obras de infraestrutura voltadas à Copa de 2014 no Brasil e pela implantação de empreendimentos estruturantes no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), o mercado de locação de equipamentos e máquinas pesadas cresceu aproximadamente 150% no Ceará nos últimos cinco anos, segundo o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Sindileq-CE).

Dados da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema) ratificam o amplo potencial desse mercado. Estimativas da entidade indicam que cerca de 30% do total de máquinas vendidas no País se destinam ao setor de locação, que vem ampliando investimentos em tecnologia para atender à demanda de um mercado cada vez mais exigente e competitivo.

De acordo com o presidente do Sindileq-CE, Roberto Faria, a perspectiva é tão promissora que, além das empresas locais que já atuam no mercado cearense de locação de máquinas e equipamentos, outras locadoras do eixo Sul e Sudeste do País estão sendo atraídas para o Estado. "Estamos na linha de frente no mercado de locação", comemora Faria, que enumera os motivos para tal cenário.

Demanda

"A implantação da siderúrgica deu força ao crescimento desse mercado em nosso Estado. Associado a isso, há a demanda da estrutura que está sendo feita para a Copa do Mundo, com a construção de viadutos, vias de acesso, etc. Há dinheiro do governo sendo investido nisso. Acreditamos que essa seja razão de muitas empresas do Sul e Sudeste estarem chegando ao Ceará, como a Baran, que está se associando à Coopercon (Cooperativa da Construção Civil do Ceará) e criando a Cooperloc para disponibilizar um número assustador de equipamentos para alocar", exemplifica.

Espaço para todos

Segundo o presidente do Sindileq-CE, existem muitas outras empresas chegando a esse disputado mercado. Apesar do aumento da concorrência, ele garante que há espaço para todos.

"Somente entre os dois a três últimos meses vinte e cinco empresas ingressaram no ramo de locação no Ceará. Se o mercado não fosse tão promissor, elas não estariam entrando nesse mercado", reforça.

Faria afirma que a projeção é continuar a crescer. "O Sindileq-CE tem registro hoje de 100 empresas do ramo no Estado, mas acredito existem bem mais, sem falar naquelas que estão locando mas exercem outra atividade fim". É o caso do Grupo Orguel - líder na fabricação, venda e locação de máquinas e equipamentos para construção, indústria e mineração, no qual o executivo trabalha.

Produtos

Conforme a Associação Brasileira de Empresas Locadoras de Bens Móveis para Construção Civil (ALEC), os dez produtos mais locados no País são ferramentas elétricas, andaimes, betoneiras, compactadores, compressores de ar, cortadoras de piso, bombas, geradores, escora/formas e máquinas para acabamento de pisos de concreto. Ainda segundo a Associação, quem responde pela maior fatia do mercado nacional de locação de máquinas e equipamentos são as pequenas e médias empresas. Dentre o total de locadoras filiadas à ALEC, 50% são pequenas, 30% são médias e apenas 20% são de grandes empresas.

Estratégia

Para o setor da construção civil, o mercado de locação só tende a crescer, principalmente porque a terceirização proporciona maior competitividade às empresas construtoras.

"Estamos falando de equipamentos cujos preços muito altos. São equipamentos pesados como andaimes, escoramentos, cremalheiras, elevador de cabo, etc. Todos são itens caros e de utilização pequena", observa o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), Roberto Sérgio Ferreira.

Segundo ele, embora os valores de locação desses produtos sejam elevados, é mais compensador para as empresas da construção civil terceirizar a aquisição de máquinas e equipamentos. "Se investe muito para adquirir uma máquina dessas e fica capitalizado em demasia. Quanto ao custo (dos alugueis), com a entrada Coopercon nesse mercado, os preços tendem a melhorar. Quanto mais concorrente melhor", observa.

SALTO

150% foi o crescimento registrado no mercado de locação de equipamentos e máquinas pesadas no Estado nos últimos cinco anos, de acordo com o Sindileq-CE

Tecnologia ajuda no avanço da lucratividade

Empresa especializada no desenvolvimento de um sistema de gestão para locadoras de equipamentos, a SISLOC Softwares já sente os reflexos do aquecimento do mercado de locação. O volume de negócios fechados pela empresa no primeiro trimestre de 2012 é 50% maior ao contabilizado no mesmo período de 2011, enquanto a média de crescimento gira em torno de 20%.

"As locadoras já entenderam que é preciso se atualizar tecnologicamente para conseguir atender toda a demanda sem perder espaço para o concorrente. No caso do Sisloc, o sistema permite a gestão do imobilizado (patrimônio), o faturamento de contratos e a emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e e NFS-e), SPED (PIS e COFINS) e, ainda, o uso de ferramentas com funcionalidades em dispositivos móveis - celulares e tablets, bem como WebService, que permite integração com outros ERP", aponta o diretor de mercado da SISLOC Softwares, Leônidas Ferreira Júnior.

Terceirização

Em relação às vantagens proporcionadas pela terceirização do serviço, ele compartilha da mesma opinião do presidente do Sinduscon-CE. "Não vale mais a pena ter uma máquina (aquisição) na empresa, seja de pequeno ou grande porte, se ela será utilizada apenas em determinadas obras em períodos esporádicos, por exemplo. Além disso, a manutenção do imobilizado, a capacitação de funcionários, a compra de peças e a estocagem exigem altos investimentos. Por consequência, a locação torna-se mais vantajosa", avalia.

Nordeste

Embora afirme que o mercado brasileiro de locação está aquecido no geral, Leônidas Ferreira garante que o Nordeste é o mercado mais aquecido. Segundo ele, os estados mais crescentes na Região são Ceará e Pernambuco, seguidos da Paraíba. No Norte, ele diz que o mercado mais promissor é o Pará. "Os dois estados que mais crescemos (a SISLOC Softwares) percentualmente em número de clientes foram Ceará e Pernambuco. Igualitariamente eles registraram um incremento de até 30% a mais de clientes face a igual período do ano anterior.

Para 2012, ele prever crescer 50% em comparação com o ano passado. "Temos perspectivas de obras até 2020 no Estado", projeta. "Nosso maior cliente do CE é Magna Locações. Esse cliente é do próprio estado e tem filiais fora. Ele aluga contêineres, que faz a parte do armazenamento de materiais. São os primeiros a entrar e os últimos a sair de uma obra, consequentemente têm maior faturamento", exemplifica o executivo.

Com o mercado de locação carente de mão de obra qualificada, a SISLOC pretende investir também no ensino a distância. "Este mercado tem dificuldade de treinar, formar e contratar pessoas. Com base nesse cenário, lançamos uma universidade corporativa em janeiro para ajudar a formação de clientes, além do nosso corpo técnico". O ensino a distância se propõe a diminuir o custo logístico na etapa de treinamento. (AC)

ÂNGELA CAVALCANTE
REPÓRTER
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

26 de julho de 2012

 
MERCADO DE TRABALHO
36 mil vagas foram criadas na RMF
O desempenho leva em conta os números de junho deste ano, ante igual mês do ano passado

A geração de emprego voltou a crescer, em junho, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), em relação a igual mês do ano passado, enquanto o desemprego permaneceu estável no comparativo anual. Houve aumento de 36 mil assalariados. O setor privado foi responsável pelo surgimento de 27 mil dessas vagas. Sendo que 18 mil foram formais e 9 mil informais. No comparativo com maio deste ano, ocorreu queda de quatro mil vagas informais. No total, foram gerados nove mil postos de trabalho a mais na Região Metropolitana.
Por sua vez, o contingente de desempregados no mês se manteve em 174 mil pessoas, repetindo o mesmo número de junho de 2011. Em contrapartida, na comparação com maio de 2012, o desemprego apresentou retração, totalizando três mil pessoas a menos na fila do desemprego. A taxa de desemprego total caiu de 9,9%, em maio, para 9,7% da População Economicamente Ativa (PEA) em junho face a maio.

No respectivo mês, seis mil pessoas ingressaram no mercado de trabalho, passando a fazer parte da PEA.

Os dados são da sexta edição de 2012 da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) na RMF. Os números foram divulgados ontem por técnicos do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que realizam mensalmente o estudo em parceria.

Quadro estável

Para o analista de Mercado de Trabalho do IDT, Mardônio Costa, "o ritmo de crescimento do desemprego (na RMF) vem perdendo força a partir de abril, sinalizando um quadro de estabilidade e de possível melhora no segundo semestre". Porém, o quesito informalidade, segundo ele, ainda preocupa.

"Embora nos últimos meses o emprego com carteira assinada venha puxando a geração de empregos, em relação a junho de 2011, vemos que o emprego com maior expansão foi o sem carteira assinada. Isso é preocupante, pois mostra a insegurança das empresas em relação ao desempenho da economia", avalia o técnico, que espera a alteração dessa tendência no segundo semestre deste ano.

Conforme o levantamento, o nível de ocupação cresceu 0,6% em junho, quando o total de ocupados na RMF somou 1,62 milhão de pessoas.

Dentre os setores de atividade, as ocupações foram geradas pela indústria de transformação e a construção civil. O primeiro setor apresentou alta de 3,4%, com a criação de dez mil postos de trabalho no mês. A construção civil foi o maior destaque, registrando 5,4% de expansão, com a geração de 7 mil vagas em junho. Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e os Serviços, fecharam 4 mil vagas, cada um, em junho. Em termos percentuais, o primeiro segmentos declinou 1,1%. Já os Serviços experimentaram retração de 0,5% no mês.

No comparativo anual (junho 2012/2011), novamente a construção civil foi quem mais se destacou, criando 10 mil novas ocupações no ano e registrando expansão de 7,9% no ano. O comércio contabilizou leve alta de 0,8%, gerando apenas três mil postos. A indústria de transformação perdeu seis mil vagas (-2%), enquanto os serviços fecharam 8 mil postos (-1%).

Levantamento dos rendimentos percebidos em maio, mostram que o rendimento médio real dos ocupados apresentou relativa estabilidade (-0,4%) face a abril do corrente ano, ficando em R$ 985,00. Já o rendimento médio dos assalariados teve alta de 2,2% fechando em R$ 1.063.

De acordo com Ediran Teixeira, coordenador da PED no Dieese, "apesar de estar perdendo força, os ganhos reais ainda estão um pouco acima dos 5% ao ano. Segundo ele, os homens e adultos são "privilegiados" quando surgem novas oportunidades de trabalho, enquanto os jovens seguidos das mulheres continuam sendo os mais penalizados pelo desemprego.

Pior performance

Em maio de 2012, o rendimento médio real dos ocupados se manteve estável em Fortaleza (-0,4%), ficando em R$ 985,00, mantendo a pior performance dentre as sete regiões metropolitanas onde a pesquisa é aplicada e a única abaixo de mil reais. Em relação a taxa de desemprego, a RMF continua com a terceira menor taxa (9,7%), perdendo apenas para Belo Horizonte (4,8%) e Porto Alegre (7,2%).

"Estamos nos aproximando de Recife (10,9%) e nos distanciando cada vez mais das taxas menores. A tendência é que a capital pernambucana decline mais um pouco, ficando no mesmo patamar da RMF", prevê Ediran Teixeira.

Sem mudanças

174 mil trabalhadores da Região Metropolitana de Fortaleza ficaram sem emprego em junho deste ano, mesma quantidade em idêntico mês de 2011

ÂNGELA CAVALCANTE
REPÓRTER
TOPO