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Fortaleza, CE - quinta-feira, 05 de julho de 2012 |
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| AIRM – ASSESSORIA DE IMPRENSA E RELAÇÕES COM A MÍDIA - UNIDADE DE CLIPPING | |
| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| FLUXO DE CAIXA | |
| Economia - Fluxo de Caixa | |
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Por: Rubens Frota
Dias 3, 17 e 31 de agosto, na sede da Fiec acontecerá o "Fluxo de Caixa: Da fundamentação a implantação na prática", programa que buscará passar a compreensão dos fundamentos concentuais da Gestão do Fluxo de Caixa e a sua implantação na prática. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| APÓSTOLOS DA INOVAÇÃO | |
| Egídio Serpa - 12 Apóstolos da Inovação | |
| Juntaram-se a Fiec, por meio do seu Instituto de Desenvolvimento Industrial (Indi), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o famoso Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). As três instituições vão dar partida a um programa batizado de "Apóstolos da Inovação", para o qual foram selecionados seis alunos de universidades do Ceará e seis do ITA, que, durante quatro semanas, visitarão empresas de 12 setores econômicos que mais geram impacto econômico e social para este Estado. Em seguida, esse time de alunos vai identificar os três setores nos quais o Governo, a iniciativa privada e a sociedade devem apostar. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| INOVA CEARÁ 2012 | |
| Egídio Serpa - Uma aliança pelo Ceará | |
| Assinado pelas federações da indústria, do comércio e da agricultura, pelas entidades do comércio varejista, pelas principais universidades do Estado, pelo Sebrae e pela Embrapa, será divulgado hoje, no seminário Inova 2012, no Hotel Vila Galé, o "Compromisso pela Inovação" - uma carta que iluminará o Movimento Inova Ceará, ao qual prometem aderir todos os seus signatários. O Inova Ceará quer ser uma aliança entre universidades, setor produtivo, poder público e lideranças sociais por "soluções inovadoras, criativas e sustentáveis" para fortalecer as empresas, melhorar a renda do trabalhador e a qualidade de vida da população e abrir chance aos jovens. Este é o tempo inadiável da inovação. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| INOVA CEARÁ 2012 | |
| O Povo Economia - Produção de energia | |
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Por: Neila Fontenele
A geração de energia por microempresas será um dos temas discutidos hoje, no VIII Seminário de Gestão da Inovação - Inova Ceará 2012. Para falar sobre o assunto, estará presente o engenheiro eletrotécnico Mário Cruz, atual diretor-presidente da Soltek Energias e representante da Bosch Solar Energy e Setproyecto, empresa portuguesa que atua na área de produção de energia. A presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Ceará (Senge-CE), Thereza Neumann, participará do debate. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| INOVA CEARÁ 2012 | |
| Inovação - Startups são tema em discussão no Inova Ceará | |
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O primeiro dia do VIII Seminário de Gestão da Inovação, o Inova Ceará, reuniu cerca de 500 pessoas no Hotel Vila Galé, na Praia do Futuro. O grande destaque foi a apresentação de lançamento do Movimento Inova Ceará, que abrange o projeto Inova Ceará Startups, idealizado por Júlio Alves, representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI). ''O objetivo do projeto é implantar um ecossistema de inovações no empreendedorismo. Suprir demandas específicas na tecnologia, gerando emprego e renda e modificando a sociedade'', explica Júlio.
Empresários, professores universitários e estudantes se reuniram para discutir a importância dos parques tecnológicos e estimular a inovação nas empresas cearenses. O evento é organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi) e a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Para Carlos Matos, organizador do Seminário, a inovação é hoje o maior meio de geração de novos empregos, formação de profissionais, e fonte de capital. De acordo com a coordenadora do Indi, Kelly Whitehurst, os 12 estudantes colaboradores do Startups (seis do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA) e seis de universidades do Estado) vão participar do processo de aproximação entre universidades e empresas, utilizando o meio acadêmico como fonte de pesquisa. "Startups são empresas com perfil inovador e potencial de crescimento em expansão, com baixo custo de operação e rápido retorno financeiro. Em todo o mundo, elas são responsáveis por superar os obstáculos do contexto de crise internacional. O objetivo do Inova Ceará é sensibilizar indústrias, empresários e universidade para trabalharem por uma indústria inovadora e com meios sustentáveis", diz Kelly. (Roberta Figueredo/Especial para O POVO) SERVIÇO VIII Seminário de Gestão da Inovação - Inova Ceará Quando: até hoje, 5, das 8h30min às 17h30min Onde: Hotel Vila Galé (Av. Dioguinho, 4189, Praia do Futuro) Entrada gratuita | |
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| BLOG ELIOMAR DE LIMA |
05 de julho de 2012 |
| INOVA CEARÁ 2012 | |
| INOVA 2012 - Reitor do ITA é conferencista | |
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O Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (INDI), ligado à Federação das Indústrias do Estado, promoverá nesta quinta-feira, no Hotel Vila Galé, o Inova Ceará - Um jeito de pensar na frente. Trata-se de um seminário que buscará a inserção de ações inovadoras no dia-a-dia das empresas. A coordenação geral é do presidente do INDI, Carlos Matos.
Em sua oitava edição, o INOVA traz também uma programação diversificada de palestras, workshops e apresentação de cases de sucesso. Na programação de sexta-feira, destacam-se as palestras: "Projeto Inova Ceará Startups", ministrada pelo coordenador do Projeto Educação Livre da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Júlio Alves, "Formação para Inovação", com o reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Carlos Pacheco, "Tendências do Futuro", com a gerente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEPR), Marília de Souza e "Inovação em Micro energia: as oportunidades que se abrem no Brasil e no Mundo", com diretor da Saltec Energias de Portugal, Mario Cruz. DICIONÁRIO DE ECONOMÊS Startups - Empresas essencialmente inovadoras, de baixo custo e de rápido retorno financeiro. | |
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| JANGADEIRO ONLINE |
05 de julho de 2012 |
| INOVA CEARÁ 2012 | |
| Inova Ceará debate importância das "startups" para o desenvolvimento do País | |
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Inovar. Esta é a "palavra" do VIII Seminário de Gestão da Inovação, o Inova Ceará, que começa nesta quarta-feira (4) em Fortaleza. O evento, que segue até quinta-feira (5), ocorre no Hotel Vila Galé, na Praia do Futuro, e reúne poder público, academia e setor produtivo em palestras, workshops e apresentação de cases de sucesso. Um dos principais focos é debater a importância das "Startups".
"São empresas com perfil inovador e potencial de crescimento exponencial, com baixo custo de operação e rápido retorno financeiro", define a coordenadora do evento, Kelly Whitehurst. Durante o evento, será realizado o 2º Seminário Cearense de Startups, em que serão apresentados alguns cases de sucesso de empresas brasileiras e da israelense Kyron Systems. A coordenadora explica que o objetivo do Inova Ceará é sensibilizar indústrias, empresários e a universidade - considerados atores no processo de inovação - para trabalharem juntos por uma indústria inovadora, para superar os obstáculos do contexto de crise internacional. "Devemos descobrir novas formas de se sobressair no mercado. Sem inovação, não dá para concorrer com outros países", diz. Dentre as principais palestras do evento, Kelly destaca o debate com o representantes da empresa Bosh, Mário Cruz, sobre micro energia - que ainda está sendo regulamentada no Brasil. "Quando for aprovada, as empresas vão poder produzir a própria energia", explica. Na programação do Inova, também há uma mostra tecnológica de produtos, serviços e processos inovadores. Homenagem O Inova Ceará é um evento promovido desde 1999 pelo Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (INDI), que é ligado à Federação das Indústrias do Estado (FIEC). Neste ano, o seminário homenageará, com o troféu Inova 2012, o marechal Casimiro Montenegro Filho, cearense que criou o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e que faleceu no ano 2000. Números da inovação Segundo a Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec) - realizada em 2008 e divulgada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - das 100 mil empresas pesquisadas, 2.085 são cearenses. Entre essas, 59,7% inovaram em suas atividades. Número não muito distante dos 61,9% registrados nas empresas de todo Brasil. Quanto aos profissionais envolvidos com inovação, no Estado do Ceará, 17,8% são graduados. A porcentagem de pós-graduados, por sua vez, é de apenas 1,6%, e a de nível médio, 11%. A média brasileira para todas essas porcentagens são maiores: os graduados são 51,7%; os pós-graduados, 9,1%; e os profissionais com nível médio, 27,7%. Mais detalhes sobre a programação e os palestrantes você acompanha no site www.seminarioinova.com.br. A cobertura do evento também está sendo transmitida pelo Facebook.
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| INOVA CEARÁ 2012 | |
| Inova Ceará 2012 | |
Inova Ceará 2012
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| BNDES | |
| PARCERIA COM O BNB - Maior desembolso é meta do BNDES | |
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Depois de ser o primeiro da região Nordeste a alcançar todos os municípios do Ceará com as operações do cartão de crédito voltado às micros, pequenas e médias empresas, a meta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o Estado é investir no aumento do desembolso nesta modalidade de contratação. Para isso, a estratégia da instituição é atuar por regiões e no financiamento de projetos para a inovação dos negócios.
De acordo com o chefe de Departamento de Operações de Internet do BNDES, Ricardo Albano, a tática consiste em identificar os fornecedores dos atuais usuários do cartão para fazer deles também fornecedores do banco. Ele adiantou o interesse de novos parceiros para possuir maior capilaridade nos negócios de pequeno porte. Existem ainda conversas com banco menores e também com o BNB. Força das MPEs "As micros e pequenas empresas estão chegando com força no mercado e nunca percebemos tanto isso quanto nas operações do nosso cartão", declarou durante reunião na Superintendência Regional do Banco do Brasil (BB), ontem. Na ocasião, estiveram representantes do BB, um dos principais parceiros do cartão BNDES no Estado, e da Fiec, que conta com um posto de emissão do cartão em sua sede. Atuação dos parceiros "Sozinho é difícil cumprir uma meta. Hoje, estamos provocando o BNDES e o Banco do Brasil para levar uma comitiva primeiro ao Iguatu e depois para outras regiões do Ceará promovendo o cartão", disse o gerente da unidade de Articulação de Crédito/Posto de Informação BNDES/Fiec, Fernando Aragão. Números do Ceará Contando com 12.584 cartões emitidos desde 2003, o Estado apresenta 88% de microempresários como usuário do crédito, enquanto 11% são empresas de pequeno e apenas 1% de médio porte. Ao todo, são R$ 622 milhões pré-aprovados para empresários cearenses no cartão. Por setores, a modalidade tem maior penetração no comércio (62%), seguido pela indústria (19%) e serviços (17%). | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| AGRONEGÓCIO DO CAJU | |
| Olarias usam madeira de cajueiro | |
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A atividade, autorizada pelo Ibama e apoiada pelo Governo do Estado, acontece desde 2005 e ajuda o setor ceramista
Russas A cadeia produtiva do cajueiro alimenta a economia até mesmo quando não tem mais caju. Há pelo menos sete anos, certificado pelo Ibama e com apoio governamental, a madeira dos cajueiros serve de lenha para as olarias nos Municípios do Vale do Jaguaribe, responsável pela maior parte do abastecimento de telha colonial no Nordeste. A poda de resíduos de cajueiro, ou mesmo a retirada dessas árvores antigas e já sem produtividade, atua no combate a cupins e pragas nessas frutíferas. A parceria de sucesso foi uma ação do Sindicato dos Produtores de Caju no Ceará (Sincaju), e torna-se mais importante como estratégia no combate à crise de produção. Os órgãos fiscais do meio ambiente estão de olho na regularidade do setor ceramista no Ceará. E porque muitas olarias utilizavam madeira proibida por lei, a "lenha branca", algumas empresas foram fechadas pela Justiça, comprometendo a atividade econômica. Com fins nessa regularização, e diante da própria necessidade de poda das árvores de caju em preparação à produção, ou mesmo à derrubada para renovação de pomar, o presidente da Sincaju, o agrônomo Paulo de Tarso Meyer Ferreira, solicitou junto ao Ibama e outros órgãos federais que a madeira do cajueiro pudesse ser usado como lenha para as olarias no Ceará, especialmente em Russas. "Foi uma ação que iniciamos em 2005, conseguimos apoio do Governo do Estado, e o que ocorreu foi que, além de ajudarmos o setor ceramista, combatemos as pragas que atacam o caju e conseguimos dar vazão econômica mesmo quando já não há mais caju", afirma Paulo de Tarso. Assim, o produtor consegue renda com os resíduos da poda e no período após a produção". De acordo com o Sincaju, a poda traz benefícios aos pomares de cajueiro. O seu manejo é essencial para a produtividade em quantidades viáveis. A substituição de copas de plantas já improdutivas por clones selecionados de cajueiro anão precoce possibilita que madeira seja encaminhada para o setor ceramista. Autorização Para isso, o sindicato obteve uma autorização do Ibama para fazer somente o transporte da madeira de cajueiro. A venda para olarias e padarias, que usam o resíduo como lenha, diminui o custo de produção dos plantadores. De quebra, esse fornecimento para o setor evita que ocorra mais desmatamento para a produção de lenha. "Ficamos felizes de ver o sucesso das cerâmicas no Ceará, porque sabemos que contribuímos para isso, e é uma honra da qual não queremos abrir mão", dia Paulo de Tarso. Conforme matéria publicada, na última terça-feira na Vitrine do Comércio, Russas abastece cerca de 70% do mercado de telha colonial do Nordeste. O rendimento vai da extração da poda do cajueiro até o carregamento do produto final aos estados consumidores. Na cidade, as olarias geram aproximadamente quatro mil empregos. A indústria de processamento da castanha de caju está entre os líderes na pauta de exportações do Ceará. Existem pelo menos 50 Municípios com produção permanente de cajueiro, abastecendo a cadeia produtiva. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), o agronegócio do caju no Ceará movimenta 150 mil empregos no campo e 20 mil empregos na indústria e serviços. Estima-se que, em todo o Estado, atuem cerca de 60 mil produtores de caju, a maioria com plantios de até 20 hectares. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| CENTRO INTEGRADO SESI-SENAI EM SOBRAL | |
| Vertical - E a Dilma? | |
| Cid Gomes esteve com Lula em Brasília e disse ter ouvido dele a confirmação de que o Estado terá sua refinaria. Foi o que ele revelou ao participar terça-feira, em Sobral, da inauguração do Centro de Capacitação Sesi/Senai. | |
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| CENTRO INTEGRADO SESI-SENAI EM SOBRAL | |
| Economia - Sobral | |
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Por: Rubens Frota
Essa semana a cidade de Sobral aniversariou e a população ganhou novos benefícios vindos da Fiec, do Governo do Estado e da própria prefeitura de Sobral. | |
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| BLOG DO EDILSON |
05 de julho de 2012 |
| CENTRO INTEGRADO SESI-SENAI EM SOBRAL | |
| Unidade Integrada SESI-SENAI é inaugurada em Sobral | |
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O Ceará ganhou mais um reforço na educação profissional dos jovens do Estado. Na noite de terça-feira (3), foi inaugurado em Sobral, Zona Norte do Estado, o Centro de Formação Profissional do SENAI José Euclides Ferreira Gomes Junior e o Núcleo de Negócio do SESI Silvana Machado dos Santos, formando a Unidade Integrada SESI-SENAI do município. "Há ainda muito que se fazer na educação do nosso Estado. Mas é fundamental que o foco esteja na capacitação por meio da educação profissional", afirmou o Governador Cid Gomes, durante a solenidade.
O novo equipamento que faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) vem reforçar a educação profissionalizante no Estado junto às 88 já inauguradas Escolas Estaduais de Educação Profissional (EEEPs) nos mais diversos municípios. De acordo com o Governador, "o compromisso continua, serão 140 EEEPs inauguradas até o fim de 2014. Atualmente já temos 51 modalidades de cursos e queremos lançar ainda mais". A ideia do novo equipamento, que somou o investimento de R$ 20 milhões, é ampliar o atendimento às demandas das empresas instaladas no norte e noroeste do estado, impulsionando o desenvolvimento do setor industrial, em especial, os segmentos calçadista, vestuário, metal-mecânico e construção civil. "Sobral já se destaca como um dos maiores polos calçadistas do Brasil, mas com essa unidade integrada poderá se destacar em diversas outras áreas", disse Cid. Segundo o presidente da FIEC, Roberto Macêdo, Sobral tem cerca de 300 empresas industriais, que empregam mais de 30 mil funcionários. "Uma unidade dessa magnitude era necessária para capacitar tantas pessoas que sobrevivem da área industrial. Ainda neste ano queremos abrir só no SENAI mil matrículas, e mais 2.500 em 2013", afirmou. A unidade ainda fortalecerá o atendimento a 160 indústrias e outros 540 estabelecimentos existentes em 36 municípios. Centro de Formação Profissional do SENAI José Euclides Ferreira Gomes Junior O portfólio do Centro de Formação Profissional do SENAI José Euclides Ferreira Gomes Junior consta de oficinas de solda, mecânica geral, construção civil, informática, automação, eletrônica e calçados, consultorias no processo produtivo, em gestão empresarial e em segurança no trabalho, desenvolvimento de produtos, revisão de layout e cronometragem. Os cursos disponíveis inicialmente são Leitura e Interpretação de Desenho Mecânico, Metrologia, Mecânico de Manutenção Máquinas Industriais, Soldador no Processo Revestido Aço Carbono e Aço Baixa Liga, Auxiliar Administrativo Financeiro, Controladores Lógico Programáveis (CLP), Comandos Pneumáticos, Eletropneumática, Comandos Hidráulicos, Eletro-hidráulica, Eletricidade Básica, Instalação Elétrica Predial, Comandos Elétricos, Pedreiro de Alvenaria, Assistente de Produção, Operador de Computador e NR 10 (Básico e Complementar), entre outros. Núcleo de Negócio do SESI Silvana Machado dos Santos O portfólio de serviços do Núcleo de Negócio do SESI Silvana Machado dos Santos contempla várias áreas. Na de educação e cultura, estarão disponíveis serviços de educação básica (ensinos fundamental e médio) e educação continuada com a oferta de 62 cursos voltados para a formação pessoal e profissional, educação digital, leitura e matemática. Na área de qualidade de vida, serão colocados à disposição serviços de saúde e segurança do trabalho, com atendimento na saúde do trabalho e saúde ocupacional, assistência médica e odontológica e exames de auxílios diagnósticos. Além disso, o programa Vida Saudável, com a oferta de ginástica laboral, circuitos de estilo de vida, jogos, formação esportiva, musculação, ginástica. Fonte: Coordenadoria de Imprensa da FIEC | |
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| BLOG DE SOBRAL - PREFEITURA MUNICIPAL |
05 de julho de 2012 |
| CENTRO INTEGRADO SESI-SENAI EM SOBRAL | |
| Governador Cid Gomes inaugura Unidade Integrada do SESI e SENAI de Sobral | |
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A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) inaugurou nesta terça-feira, 3 de julho, às 18h, o Centro de Formação Profissional do SENAI, José Euclides Ferreira Gomes Junior, e o Núcleo de Negócio do SESI, Silvana Machado dos Santos, que funcionarão de forma integrada. O evento contou com a presença do Governador do Ceará, Cid Gomes e do presidente da FIEC, Roberto Proença de Macêdo.
A inauguração fez parte das comemorações dos 239 anos de Sobral e o equipamento fica na Avenida Dr. José Arimatéia Monte e Silva, nº 1003, no bairro Campo dos Velhos, ao lado do Centro de Convenções de Sobral. O equipamento é um dos mais modernos do país e irá oferecer formação e qualificação profissional a jovens e adultos, visando novas oportunidades de mercado. Em Sobral, o Pólo metal mecânico será o principal setor contemplado com o empreendimento, que também atuará como motor de atração para a instalação de novas empresas e indústrias na região. O investimento de mais de R$ 15 milhões fortalecerá o atendimento a 160 indústrias e outros 540 estabelecimentos existentes em 36 municípios do Noroeste e do Norte do Estado. Dentre os principais setores que serão favorecidos, destacam-se os setores, calçadista, vestuário, metal mecânico e da construção civil. | |
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| INCENTIVOS FISCAIS | |
| FIEC - Incentivos Fiscais | |
Incentivos Fiscais
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| DESONERAÇÃO DE FOLHA | |
| Governo vai ampliar desoneração de folha para outros setores | |
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O governo ampliará a desoneração da folha de pagamento para outros setores econômicos, a exemplo do que foi feito com 15 ramos da indústria em abril deste ano, como: têxtil, confecções, calçados e couro, móveis, plástico, material elétrico, autopeças, naval, aéreo, hotelaria, tecnologia de informação, dentre outros.
“Vamos fazer isso. Já estamos conversando com vários (outros) setores. Qualquer setor que estiver interessado na desoneração da folha, representado por sua entidade, deve entrar em contato conosco”, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ontem. O ministro não especificou um período para que a medida passe a vigorar. “Somente agora em agosto a medida (nos setores industriais), vai ter efeito”, acrescentou. As empresas serão beneficiadas pelas medidas do Plano Brasil Maior cujo intuito é aumentar a competitividade da indústria. A desoneração da folha de pagamento reduz o valor da contribuição patronal à Previdência Social, de 20% para 1% ou 2% sobre faturamento da empresa. De acordo com o ministro, a medida irá ampliar a competitividade da produção brasileira, tendo em vista que diminui o custo da mão de obra. “Nós vamos ampliar a desoneração a condições cada vez melhores”, destacou. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| BNB | |
| Ferraro pode ficar 90 dias no BNB | |
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Último capítulo da novela política está previsto apenas para depois das eleições municipais
A novela em que se transformou a indicação de um nome de perfil técnico à presidência definitiva do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) tende a ganhar novos capítulos. Dos atuais 30 dias, prazo determinado pelo Ministério da Fazenda para a interinidade do atual presidente, o baiano, Paulo Sérgio Ferraro, deve passar para 90 dias. Fontes ligadas ao banco e à Câmara Federal, em Brasília, informam que o "último capítulo da trama política" está previsto apenas para depois das eleições municipais. "Ela (a presidente Dilma Rousseff) vai esperar a poeira (onda de fraudes e corrupções) baixar, para conversar com os governadores", avalia o parlamentar, pedindo para não ser identificado. PT x PSB "O objetivo é fazer diminuir a crise interna, porque nesse clima de tensão, ninguém se sustenta", acrescenta a fonte. O fato é que todos os dias surgem novos indícios e denúncias de fraudes, com envolvimento de novas empresas e funcionários em desvios de recursos e corrupção, que, segundo o Ministério Público pode chegar à casa do bilhão de reais. Paralelo à crise institucional, argumenta o parlamentar, o acirramento da crise entre os partidos dos Trabalhadores (PT) e Socialista Brasileiro (PSB), notadamente nos Estados do Ceará, Pernambuco e, agora, Belo Horizonte, seria outro fator suficiente para Dilma deixar para após as eleições a decisão do nome do futuro presidente do BNB. O resultado da correlação de forças ao fim do período eleitoral entre os dois partidos e entre o governador cearense Cid Gomes, e o da Bahia, Jacques Wagner, podem ser o vetor decisivo à indicação do novo presidente da instituição. Se de um lado, Cid Gomes quer manter à frente do BNB, um cearense; Jacques Wagner luta pela permanência do conterrâneo, Paulo Ferraro. Sem esquecer que parte do PMDB, do deputado Federal alagoano, Renan Calheiros e do vice-presidente da República, Michel Temer, defende o nome do goiano e atual diretor Financeiro e de Mercado de Capitais do BNB, Fernando Passos. E que o secretário estadual da Fazenda, Mauro Benevides Filho, e o diretor da Antaq e ex-presidente do BEC, Pedro Brito, também compõem o quadro da mesma novela. Consultada, a direção do BNB respondeu que ainda não recebeu informação oficial alguma sobre a expansão da interinidade de Paulo Ferraro, que expira em 15 dias. Para que ele seja reconduzido por mais 60 dias, basta um ato normativo do próprio Conselho Administrativo do BNB, com o aval do Ministério da Fazenda. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| BNB | |
| O Banco é do Nordeste | |
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Nós, brasileiros, precisamos valorizar as instituições eminentemente brasileiras. Com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), a prática é quase inexistente. Bem antes dessa vassoura de fogo da corrupção passar porta adentro pelo banco, a imprensa já falava de certa orquestração no sentido de desativar o maior banco desenvolvimentista da região. Desde sua criação, em 19 de julho de 1952, outras regiões do Brasil ficaram enciumadas. Para atender a esses reclamos, foi criado o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O BNB é fundamental para a Região, não só para financiar a agricultura e a indústria, mas também o comércio. Até o cancioneiro popular, pela sanfona telúrica de Luiz Gonzaga, cantou o Nordeste e destacou a entidade: “Eu sou do Banco? Do Banco do Nordeste, ‘caba’ da peste”. Quando o então ministro da Fazenda do governo Vargas, Horácio Láfer, visitou a Região, em 1951, impressionou-se com as consequências da seca. Passou a defender a criação de um instrumento desenvolvimentista para a região. O BNB é filho da estiagem, neto do progresso. Não pode ser bisneto da corrupção. Mas precisamos dar outra cara à instituição. Desativar o BNB é ferir de morte um dos princípios republicanos, o bem comum, porque o desenvolvimento sustentável do Nordeste traduz muito bem esse pensamento em uma sociedade carente de crescimento. Os números publicados na imprensa local dizem tudo: 10,9 milhões de operações contratadas pelo Crediamigo; R$ 35,1 bilhões alocados desde 1989 no semiárido e 827mil contratações do Crediamigo realizadas. Os desvios de condutas, a falta de caráter e a má administração não podem macular a imagem de uma instituição de importância ímpar. Necessário faz-se que se apurem todas as denúncias em âmbito administrativo, para então passar ao Poder Judiciário, e este dar o veredito. A presidência do BNB deve ser exercida por servidor de carreira. Ninguém mais compromissado com a casa do que um servidor que nasceu dentro dela e que, por isso, não deixará morrer a flor de mandacaru, seja por falta de chuva de racionalidade seja por uma tempestade torrencial de corrupção. Assis Cavalcante assisvisao@secrel.com.br Advogado e empresário | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| BNDES - BNB | |
| BNDES se alia ao BNB para ofertar crédito | |
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Em parceria com o BNB, o BNDES lança no Ceará um cartão para financiar micro, pequenos e médios empresários
O Banco do Nordeste (BNB) será o novo parceiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a emissão dos Cartões BNDES. Este é um produto de crédito que existe desde 2003 para o financiamento de investimentos produtivos de micro, pequenas e médias empresas. Porém, só agora, nove anos depois, chega à maior parte da Região Nordeste - no Ceará, já havia cidades atendidas pelo programa. “Nossa meta é chegar, até o fim do ano, em todos os municípios brasileiros. Nesse sentido, estamos incluindo novos parceiros para a emissão dos cartões”, afirma o chefe do Departamento de Operações de Internet do BNDES, Ricardo Albano. Já são parceiros o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Banrisul e Caixa Econômica Federal. Segundo Ricardo, o BNB será outro importante aliado, uma vez que, no Nordeste, estão 80% das cidades brasileiras ainda não atendidas por essa linha de crédito. Ontem, uma cerimônia marcou a chegada dos cartões em todas as 184 cidades do Estado. Como ato simbólico, foi entregue o primeiro cartão BNDES emitido em Abaiara, a 498 km de Fortaleza. Esta era a única cidade cearense ainda sem o cartão. Prazo “O cartão BNB/BNDES é baseado no conceito de cartão de crédito para financiar de forma ágil e simplificada as empresas”, explica o superintendente de gestão de produtos de crédito e de serviços bancários do BNB, João Robério Pereira de Messias. Ele afirma que as negociações de implantação do novo produto estão em fase técnica, por isso ainda não há perspectiva do montante de crédito a ser investido. “Mas já está acordado que o cartão será entregue ao cliente do BNB a partir do segundo semestre deste ano”, diz. Para o superintendente do BNB, a parceria só reforça a “integração do trabalho” dos dois bancos. “O BNDES não está tomando o lugar do BNB. O BNDES cumpre seu papel de desenvolvedor social, mas só terá capilaridade através dos bancos parceiros”, disse. Ricardo Albano, do BNDES, concorda. “Devemos ainda firmar mais operações com o BNB. Só conseguimos operar com as micro empresas através de agentes financeiros. É sempre uma ação complementar”. O quê ENTENDA A NOTÍCIA O BNDES tem ampliado o acesso ao microcrédito pelo Brasil, papel quase sempre dos bancos regionais. Desde 2003, o BNDES aplicou R$ 622 milhões em microcrédito no Ceará. O BNB, de 2002 a 2011, aplicou R$ R$ 1,85 bilhão. SERVIÇO Informações sobre os Cartões BNDES Site: https://www.cartaobndes.gov.br Cartão financia negócios no interior do Ceará A cidade de Abaiara, a 498 km de Fortaleza, não tinha sequer um posto de gasolina. Não até o empreendedor Maurício Sampaio decidir contratar as linhas de crédito do Banco do Nordeste (BNB), em 2008, e instalar o Posto Padre Cícero e Frei Damião. Hoje, quatro anos depois, o empresário optou por um novo investimento, para ampliar o faturamento de R$ 130 mil mensais para R$ 160 mil. “Fiz um cartão BNDES para comprar mais uma bomba para o meu posto”, disse o microempresário. O limite do cartão de Maurício (o primeiro de Abaiara) é de R$ 50 mil, mas os cartões BNDES podem ter até R$ 1 milhão em crédito pré-aprovado. Com esse dinheiro, micro, pequenas e médias empresas podem equipar e levar inovação aos seus negócios. Mas as compras só podem ser feitas a fornecedores cadastrados pelo banco. “São 200 mil itens de investimento em praticamente todos os setores, desde veículos utilitários até maquinas e serviços de inovação”, afirma o chefe de departamento de operações de Internet do BNDES, Ricardo Albano. Segundo ele, este ano, o BNDES deve liberar R$ 11 bilhões em crédito pré-aprovado em todo o Brasil. Este ano, no Ceará, já foram R$ 150 milhões. “Estamos crescendo na faixa de 50% a cada ano, tanto em números de operações (foram 540 mil, em 2011) quanto em volume de crédito”, cita. Desde 2003, já foram emitidos, no Ceará, 12.584 cartões BNDES, sendo 88% para microempresas, 11% para pequenas empresas e 1% para médias. Do total, 62% dos cartões têm como titulares empresas do setor de comércio, 19% da indústria e 17% do setor de serviços. Foram R$ 622 milhões em limites de crédito pré-aprovado. (LMB) Passo a passo Para adquirir um Cartão BNDES é preciso entrar no site www.cartaobndes.gov.br e clicar no link “Solicite seu Cartão BNDES”. No site, é possível escolher a bandeira do cartão: Banco do Brasil com bandeiras Visa ou Mastercard; Bradesco, com Visa; e Itaú e Caixa Econômica Federal, com Mastercard. Quem quer se cadastrar como fornecedor deve acessar o mesmo site e clicar em “Seja um fornecedor credenciado” . | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| BNB | |
| Corrupção - Empréstimo negado em Jaguaribe saiu pelo Maranhão | |
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Empresário revela ao O POVO que ele e seu sócio receberam financiamento do Banco do Nordeste (BNB) por meio de fraude. Ele era parceiro de negócio do vereador Marcos Rogério Machado (PRB), o Marcão, assassinado por pistoleiros na Câmara Municipal de Jaguaretama em setembro do ano passado
Apesar da solicitação ter sido feita na agência do BNB de Jaguaribe, no sertão do Ceará, um empréstimo de R$ 1 milhão e 943 mil foi liberado pela agência do bairro Renascença, localizada em São Luís do Maranhão. Para o valor ser aprovado por lá, o vereador cearense Marcos Rogério Machado de Lima, da pequena Câmara Municipal de Jaguaretama, teria usado da influência política em Fortaleza para ser beneficiado. Além do suposto apadrinhamento político, o vereador e seu sócio, o empresário Genivaldo Bezerra Peixoto, 52, abriram uma firma que nunca funcionou e compraram até “garantias” para apresentar ao banco. Em um cartório no município de Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, pagaram R$ 245 mil por escrituras de terrenos sem valor no estado de Goiás e no Eusébio (Ceará). Apesar da fraude, o gerente da agência Renascença, de São Luís (Maranhão), validou o documento e autorizou o financiamento de quase R$ 2 milhões para a compra de seis veículos pesados e uma carroceria. De acordo com Genivaldo Bezerra, que se diz vítima de um golpe, “nenhum tostão” do empréstimo feito no BNB teria passado por suas mãos. Leia as revelações de Genivaldo Bezerra a O POVO. O POVO – Como o vereador Marcos Rogério chegou ao senhor? Genivaldo Bezerra – Eu conhecia ele de muito tempo e o pai dele tem uma propriedade vizinha à minha, no distrito de São Pedro, aqui em Jaguaretama. Ele se candidatou a vereador na eleição passada e trabalhei pra ele. Foi a primeira vez que ele foi candidato. Quando se elegeu, um dia chegou pra mim e disse: “Rapaz, você é uma pessoa que me ajudou muito e quero fazer alguma uma coisa por você”. E o que é? Perguntei. Ele disse que estava planejando um empréstimo no Banco do Nordeste. Isso antes da última eleição para deputado, em 2010. Ele disse “rapaz, tem um deputado (do PT) que vai ajudar a gente”. OP – Ele era cabo eleitoral do deputado? Genivaldo – Trabalhou pra ele na última eleição. Veio duas vezes aqui. Ele dizia: “Nós não temos condições de tirar um projeto desse. Mas como o deputado é influente e ele sabe que nós vamos botar as máquinas pra trabalhar, nós vamos ganhar dinheiro”. OP – O senhor chegou a falar com o deputado? Genivaldo – Não. Eu mesmo, não. O contato era com o vereador. Ele repetia que tinha amizade com o deputado e com o superintendente do BNB, o Isidro (Morais, recém-afastado do cargo). Ele dizia que tudo ia dar certo. Lá, ele chegava no Banco do Nordeste como se fosse o dono. Ele entrava na sala do Isidro. O vereador dizia que não se preocupasse que o empréstimo ia sair. OP – Qual a proposta do vereador? Genivaldo – Nós íamos abrir um financiamento, comprar umas máquinas e ele ia me botar para trabalhar com as máquinas. Tudo lícito. Eu não tinha como provar nada. O pessoal falava, mas, comigo mesmo, ele (o vereador) sempre honrou os compromissos. Comprou por quase dois anos no meu mercantil e me pagou direitinho. Comprou 25 reses (gado) e me pagou. Eu achava que jamais ele faria isso. Justamente porque eu tinha trabalhado com ele na política. Alugou meu carro e um som para trabalhar para a eleição do deputado na época. Pagou R$ 3.500 pelo aluguel do carro. O carro era meu. Eu fazia propaganda durante a campanha para o deputado. Era o que a gente chama aqui de volante (carro com caixas de som). Quando terminou a campanha, ele pagou tudo direitinho. OP – O senhor leu o projeto apresentado ao BNB? Genivaldo – Eu vi. Fui lá naquela empresa... Não é Podium. É outra. O cara da Podium foi quem fez o negócio com ele (o vereador). Eu não peguei em nenhum centavo e ele disse que também não pegou. Parte foi para a conta da Podium. OP – E as máquinas? Genivaldo – Nem nas máquinas eu peguei. Eu não sei nem se ele recebeu de fato essas máquinas (seis veículos e uma carroceria). Mas aí passou dezembro, janeiro, fevereiro e nada desse empréstimo. Peguei meu carro e fui bater na agência de Jaguaribe e falei com o gerente: “Rapaz, fizemos esse empréstimo e tal e não saiu até agora. E eu tô com medo”. Aí o gerente disse: “Vamos olhar aqui”. E ele disse “não, rapaz, esse empréstimo já saiu em 31 de de janeiro de 2011”. Ele viu lá o extrato e disse que já tinha saído o capital de giro e o dinheiro para comprar as seis máquinas. Os R$ 183 mil de capital de giro tinham sido transferidos da conta da gente para a conta do rapaz da Podium. Isso sem eu nem saber e não ter assinado nada. A conta estava zerada. OP – O senhor e o vereador abriram uma empresa? Genivaldo – Sim, a Ouro Metal Construções Ltda. OP – A Ouro Metal era pra funcionar aqui, em Jaguaretama? Genivaldo – Exatamente, mas nunca funcionou. As coisas foram passando e ele se transformou, ficou diferente comigo e nada dele falar do resto do dinheiro. Aí, eu falei pra ele: “Vamos receber as máquinas. O dinheiro já tinha saído”. E ele disse que “sim” e fomos para a Podium. Quando chegamos lá (na Podium, em Fortaleza), o Clayton disse que não entregava tudo. Eram seis máquinas e uma carroceria caçamba basculante. Ele falando e Marcão ali, calado. Ele disse que o Marcão estava devendo um dinheiro a ele e, por isso, não entregava. E eu perguntei: “Quanto ele está te devendo? Ele disse que tinha emprestado R$ 300 mil. Trezentos mil! Como é que empresta R$ 300 mil a ele?”. E ele respondeu: “Ora, ele disse que me pagaria quando o empréstimo (BNB) fosse sair. Era garantido”. Aí foi que eu fui entender, os R$ 183 mil do capital de giro que ele passou para a conta dele (da Podium) era por conta da dívida do Marcão. Então, ele disse que só entregaria quatro máquinas (ver fac-símile na página 31) e ficaria com a ret roescavadeira grande e a motoniveladora. E eu disse que não aceitava porque ia dar problema no banco. Nós estávamos devendo ao banco seis máquinas (e uma carroceria) e não quatro. OP – E o que o senhor fez? Genivaldo – Eu fui ao cartório de Jaguaretama me aconselhar com Francijaime (tabelião) sobre o que fazer e ele disse que eu ia levar um balão. Aí, ele preparou um documento dando um prazo para a Podium entregar as máquinas em 48 horas; caso contrário, eu ia pra Justiça. Depois eu recebi uma resposta dele, dizendo que havia entregado as máquinas. Fui de novo na Podium, em Fortaleza, e ele (Clayton) disse que tinha entregado as máquinas para o vereador. “Ele veio aqui e disse que se responsabilizava e eu entreguei”, o Clayton falou. Eu pedi uma cópia do documento de entrega e ele me deu a original. Depois entreguei ao delegado (Edmar Granja, de Jaguaribe). O vereador recebeu as seis máquinas (e a carroceria) e nunca mais apareceu para falar comigo. Dali em diante, ele pegou um talão de cheque da firma (Ouro Metal) e sentou o pau a dar cheque sem fundo. OP – A firma nunca existiu? Genivaldo – Não. Ela existiu para a compra das máquinas, mas nunca funcionou. Elas seriam alugadas para prefeituras e obras grandes. OP – O BNB cobrou a primeira parcela do empréstimo? Genivaldo – Mandou várias cartas. Depois, nunca mais recebi cobrança. Começou a partir de janeiro de 2012. A primeira prestação, se não me engano, era de R$ 23 mil por mês. Durante sete anos. OP – Deixaram de cobrar porque detectaram a fraude? Genivaldo – Acho que sim. Quando eu fui lá, na agência do Jaguaribe, vi que esse negócio estava errado. Depois, eu comecei a denunciar, mandei um e-mail para agência. O empréstimo não havia saído por Jaguaribe. Eles arrastaram para uma cidade do Maranhão. A agência de Renascença. Eu nem sabia que podia fazer isso num banco. Eu fui funcionário 15 anos do Banco do Brasil. Nunca tinha visto um banco fazer uma coisa dessas. Você assinar um contrato fora da agência onde você pediu? OP – Teve fraude nas garantias? Genivaldo – As garantias, o Marcos me disse que tinha um rapaz em Fortaleza que vendia. “Você chega lá, compra e o rapaz passa um documento para o seu nome e o banco aceita”. No caso, era em nome da firma. Eu sei que ele comprou uma escritura de um terreno em Goiás. Passei a escritura para o advogado. OP – A agência de Jaguaribe teria se negado a conceder o financiamento por que achou suspeito o terreno em Goiás? Genivaldo – Não sei. Eu só vim saber que o projeto havia saído de Jaguaribe quando fui à agência e o gerente disse que o projeto havia ido para o Maranhão. Acho que foi por isso que arrastaram o empréstimo pra lá [No Maranhão, apresentaram a escritura de outro terreno “superavaliado” localizado no Eusébio (Ceará)]. OP – Duas das máquinas foram vendidas em Morada Nova? Genivaldo – Rapaz, eu só fui saber disso depois da morte dele (do vereador, em setembro de 2011). Um dia o delegado chegou aqui e me perguntou pelas máquinas. Acho que ele nem recebeu, apesar de ter assinado um documento. Em Morada Nova, vendeu para uma revendedora de carro. E a outra foi para um tal de “Nêgo”, que veio até aqui. Um rapaz me falou que outras duas caçambas estavam em Limoeiro do Norte alugadas para Prefeitura. Foram alugadas por causa da influência política do deputado Maílson (Cruz). Fui ao encontro dele numa rádio e perguntei pelas caçambas. Ele me respondeu que tinha mandado entregar ao Clayton, da Podium. E perguntei: “Mas por quê? O Clayton não era o dono. Já havia vendido as máquinas”. E aí ele falou que o Clayton queria o maquinário. Disse isso e foi embora. Fui lá no Clayton e ele não me recebeu. Procurei o advogado Flávio Jacinto e entreguei a documentação. OP – Quando o vereador foi morto por pistoleiros, o senhor ficou com medo? Genivaldo – Fiquei apavorado. Todo mundo na cidade dizendo que tinha sido eu que havia mandado matar. O delegado veio e contei a história toda. Nesse dia, a família dele estava toda lá e eu falei com o velho pai dele. Disse que não tinha nada a ver e que o filho dele era envolvido em várias coisas. Sim, aí passei a receber correspondências de vários cheques sem fundo do BNB. Toda semana recebia uma, vários cheques que davam mais de R$ 100 mil. Eu peguei, entreguei ao delegado as correspondências. E contei que, para comprar uma das garantias, o vereador Marcão havia me pedido cinco cheques emprestados. OP – Qual o valor? Genivaldo – R$ 245 mil para comprar as garantias. O cabra que estava vendendo me disse que não tinha perigo de colocar os cheques antes do tempo. Nos encontramos, em Fortaleza, duas ou três vezes. Eu, o Marcão e o velho que vendeu as garantias. Não lembrado do nome dele, mas tenho o telefone. O véi telefonou um dia e falou que ia botar meus cheques no banco. Fui na agência de Jaguaribe e dei contraordem, mas ele ainda protestou um cheque de R$ 20 mil. Ele trocou os cheques com um cara num cartório em Aquiraz. Os cheques eram para pagar o terreno em Goiás, eu tenho a escritura. Procedimento O POVO não revela o nome do deputado porque não encontrou provas que atestem a intermediação de empréstimo para o vereador Marcos Rogério no BNB. No inquérito policial e nas auditorias da CGU e BNB, também não existem provas. O jornal enviou e-mails para o deputado Maílson Cruz na semana passada e ligou para seu gabinete. Não houve retorno. O POVO também entrou em contato com a assessoria de imprensa do BNB para falar sobre o assunto. O banco informou que todas as denúncias estão sendo alvo de auditorias. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| BNB | |
| EMPRÉSTIMO - Caminhões foram vendidos ilegalmente | |
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Veículos comprados com o dinheiro do BNB foram devolvidos, vendidos ou sumiram, deixando o banco com o prejuízo. Apesar da fraude, não há indícios de relação entre a morte do vereador Marcos Rogério Machado e o empréstimo
A investigação sobre o assassinato do vereador Marcos Rogério Machado de Lima (PRB), o Marcão, levou os delegados Edmar Granja e Vera Lúcia Passos, da delegacia Regional do Jaguaribe, a um caminho imponderável. Morto por pistoleiros já identificados, Marcos Rogério acabou deixando rastros de outro crime que se consolidava na surdina. De acordo com Edmar Granja, Marcos Rogério estava arregimentando “laranjas” em Jaguaretama para fazer empréstimos fraudulentos no Banco do Nordeste (BNB). Em pelo menos um caso, o parlamentar teve êxito. Foi quando convidou o empresário Genivaldo Bezerra (ler entrevista na página 30) para ser sócio em um financiamento de R$ 1,943 milhão. Marcos Rogério, segundo a delegada Vera Lúcia, após ter conseguido o primeiro crédito, planejava pedir mais dinheiro ao banco. Por último, usaria o nome de um casal de funcionários que trabalhava na Prefeitura de Jaguaretama. “Os dois laranjas prestaram depoimento e confessaram que aceitaram o convite. Receberiam um dinheirinho e ele ficava com o resto. Seriam R$ 5 milhões”, revela a delegada. Apesar de apresentar projetos ao BNB, Marcos Rogério não tinha intenção de fazer funcionar empresa alguma. No inquérito que apura a morte por pistolagem, os delegados afirmam ter encontrado provas que mostrariam a má-fé do parlamentar. No primeiro financiamento, conta Vera Lúcia, ele não pagou nem a primeira prestação ao banco. Para o BNB, explica a delegada, o vereador propôs a compra de seis veículos de grande porte e uma carroceria basculante. Máquinas que seriam alugadas pela empresa de fachada Ouro Metal Construções Ltda. Os equipamentos seriam alugados para construtoras ou prefeituras. No entanto, observa a policial de Jaguaribe, Marcos Rogério só chegou a alugar dois veículos. Para a empresa RR Transportes e Construções, por intermédio do suplente de deputado Maílson Cruz, em Limoeiro do Norte. Estranhamente, observa Vera Lúcia, a retroescavadeira e uma motoniveladora foram devolvidas pelo parlamentar à empresa Podium Comercial de Caminhões e Máquinas Pesadas Ltda. “Não podia. Há um documento, assinado por Marcos Rogério, atestando que o vereador recebeu da Podium as máquinas. Se recebeu, em tese, as máquinas foram pagas. Se alguém deveria ficar com os veículos deveria ser o BNB, que ficou no prejuízo, e não a Podium”, atesta a delegada. Marcos Rogério, segundo a delegada, vendeu ilegalmente outros dois carros em Morada Nova. “Os que restaram, não localizamos”, informa. Apesar de o vereador estar envolvido no golpe milionário contra o BNB, os delegados acreditam que não há relação direta entre o assassinato de Marcos Rogério e o empréstimo. Segundo Vera Lúcia, o parlamentar tinha “outros problemas” que podem ter sido a causa do crime de pistolagem. O POVO apurou que a morte de Marcos Rogério teria sido tramada na cadeia pública de Morada Nova. A Coordenadoria de Inteligência da Secretaria da Segurança do Ceará teria feito interceptações telefônicas que mapearam a conversa entre mandante e pistoleiros. Segundo Vera Lúcia, a autoria do crime é atribuída aos pistoleiros foragidos Danilo de Oliveira Costa, o Bola, e Francinildo Edson da Silva, o Pinguim. Além de provas contra os dois, os policiais de Jaguaribe conseguiram prender Wiseley Paulo Nogueira Diógenes. Ele teria indicado, de acordo com a delegada, onde estava vereador no dia do crime. (Demitri Túlio) Onde ENTENDA A NOTÍCIA O vereador Marcos Rogério Machado de Lima, do PRB, foi assassinado na Câmara Municipal de Jaguaretama em 19/9/2011. Jaguaretama está no vale Jaguaribe, considerada pela polícia uma zona de atuação de pistoleiros. Polícia pedirá quebra de sigilo bancário e telefônico Para se aprofundar nos negócios do vereador Marcos Rogério Machado de Lima, a delegada Vera Lúcia Passos, que está respondendo pela delegacia Regional de Jaguaribe, pedirá autorização judicial para quebra de sigilo telefônico, financeiro e bancário do parlamentar de Jaguaretama. Independentemente da ordem judicial, a delegada já havia solicitado à agência do Banco do Nordeste (BNB) de Renascença, sediada em São Luís no Maranhão, cópias do contrato firmado entre a instituição e o vereador. No entanto, o gerente geral em exercício na agência, Marcelo Monteiro Nunes, negou o envio dos documentos para o inquérito. De acordo com Nunes, “não consta, no elenco das hipóteses legais de excepcionalidade, que as instituições financeiras poderão fornecer informações/documentos diretamente à Polícia Civil do Ceará”. O executivo da agência de Renascença, por temer responder por quebra de sigilo bancário, só repassará o contrato mediante “decisão judicial fundamentada”. Na data do crime em Jaguaretama, dia 19 de setembro de 2011, um cofre do vereador deixou de ser periciado pela Polícia Civil. De acordo com Vera Lúcia, a família não permitiu que os policiais tivessem acesso ao conteúdo. “Naquele momento, por falta de um mandado de busca e apreensão, deixamos de coletar provas que poderiam ser importantes tanto para o crime de pistolagem quanto para o golpe no BNB”, reclamou. O POVO entrou em contato com a família do vereador Marcos Rogério. O parente acionado não quis comentar sobre o empréstimo nem sobre o homicídio. O jornal ligou para outro familiar em Natal (RN), mas o telefone não completou. Bate-pronto Por email, o advogado da Podium Caminhões, Eulidio Souza, rebateu as acusações do empresário Genivaldo Bezerra e da Polícia Civil. O POVO - Por qual motivo a Podium teria se apropriado de duas caçambas se os seis veículos já estavam quitados, como consta em declaração dada pela própria Podium ao vereador Marcos Rogério em 4/4/2011? Eulidio de Souza Júnior - Nunca houve nenhuma apropriação de nenhum produto vendido ao senhor Marcos Rogério. Existe um documento, com firma reconhecida, onde o mesmo declara que recebeu todos os produtos e tirando qualquer responsabilidade da Podium. E era de nosso conhecimento que os bens estavam com o deputado Maílson, e o mesmo havia efetuado a devolução à viúva do senhor Marcos Rogério. O POVO - Quanto a Podium recebeu do financiamento de R$ 1,943 milhão do vereador Marcos Rogério? Eulidio de Souza - Recebemos o valor dos bens ora vendidos, tudo conforme notas fiscais. O POVO - A Podium emprestou R$ 300 mil ao vereador Marcos Rogério com a promessa de que seria pago com dinheiro do BNB? Eulidio de Souza - Não emprestamos dinheiro algum e sabemos que esta afirmação foi feita pelo sócio do senhor Marcos Rogério e o mesmo será acionado judicialmente. O POVO - Qual o valor pago pelo vereador pelos seis veículos pesados e a carroceria caçamba compradas na Podium? Eulidio de Souza - O valor constante nas notas fiscais. O POVO - A Podium já havia feito outros negócios com o vereador Marcos Rogério? Eulidio de Souza - Nunca. O mesmo não passou de um cliente sazonal. Acrescentando os fatos, todos os bens estão com a viúva do senhor Marcos Rogério e a Podium está sendo vítima de todas essas acusações infundadas. Tudo será esclarecido e os responsáveis responderão judicialmente pelos seus atos. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| SOBRAL | |
| Sobral amplia posição como polo de desenvolvimento | |
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A "Princesa do Norte" já pode ser considerada "rainha" pelo seu nível de crescimento entre as cidades do Interior
Sobral Hoje, este Município comemora seu 239º aniversário em pleno desenvolvimento social, cultural e econômico. A cidade é polo comercial, industrial e educacional na zona norte. Chega à data de sua fundação com diversos motivos para comemorar. Entre eles, a implantação de quatro novas indústrias, três do ramo automotivo e uma do ramo alimentício. As vantagens geográficas e financeiras atraem investidores de todo o País, fazendo com que algumas indústrias mudem a localização de sua sede para o Município. Em seu quarto ciclo de desenvolvimento, a cidade vive agora a implantação do polo metalmecânico, que se caracteriza pela implantação de indústrias. A fase que ainda se desenrola iniciou em 1993, com a vinda de uma unidade industrial da empresa Grendene. De acordo com o último censo do IBGE, vivem 10.724 habitantes em Sobral que geram cerca de R$ 1,9 bilhão como Produto Interno Bruto (PIB). Para a Prefeitura Municipal, grande parte desses cidadãos trabalham nas indústrias sediadas na cidade. Trabalho A Fábrica da Votorantim Cimentos foi implantada em 1968 e tem capacidade para produzir cerca de 600 mil toneladas por ano de cimento da marca Poty e gerar mais de 500 empregos diretos. Já a Grendene, uma das maiores empresas do setor calçadista brasileiro, emprega mais de 17 mil funcionários de Sobral e localidades vizinhas. Atualmente, são cerca de 150 empresas presentes em Sobral e está em curso a instalação da Rodomundi, montadora de veículos especiais e implementos rodoviários, dentre outras que estão em processo de negociação com a Prefeitura. Nela, serão produzidos, inicialmente, caminhões coletores e compactadores de lixo e viaturas de combate a incêndios. Para o gestor geral da fábrica de Sobral, Dilnei Gilgen, a vantagem de instalação no Município se dá devido à proximidade com o Porto do Pecém. "A partir da estabilização da fábrica na cidade, nosso intuito é dar início à exportação para países da América Central, Europa e África", afirma o empresário. A vantagem da localização também é apontada pelo secretário de Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, Pedro Aurélio Aragão, assim como os incentivos dados pela Prefeitura. "Fornecemos a infraestrutura e o terreno para que a empresa venha para a cidade", diz o secretário. Esse incentivo foi criado em 2001 por meio da Lei do Programa do Desenvolvimento Econômico de Sobral (Prodecom), que trata de possibilitar aceso a incentivos municipais e financiamentos, impostos, construção civil e montagem industrial necessária. "Nós também nos destacamos devido à qualificação da nossa educação. Hoje, contamos com três instituições de Ensino Superior públicas e tantas outras privadas" complementa ele. A nova montadora é a terceira indústria do ramo que se estabelece na cidade. A TAC Motors, que está mudando sua sede de Joinville (SC) para Sobral, foi a primeira. A montadora deve investir mais de R$ 200 milhões e gerar 1.200 empregos no total. Outra indústria do ramo automobilístico que está sendo implantada é a Marcovel, fabricante de ônibus da marca Marcopolo. No seguimento de temperos, irá se instalar, no Distrito de Jaibaras, a Sabor do Norte, que é vista pelo secretário como um impulso para os produtores locais venderem seus produtos. Pedro Aurélio lembra, ainda, da necessidade de mão de obra qualificada para a atuação nas indústrias. "Elas abrirão oportunidades imprescindíveis para os jovens à procura de um primeiro empregou ou estágio". O estudante universitário Flávio Braga cursa Engenharia Elétrica e espera pela vinda das indústrias. Considera que as oportunidades de estágio prático serão maiores durante todo o processo de industrialização. Para Pedro Aurélio, o crescimento do polo industrial de Sobral traz uma nova movimentação para a economia, tanto da cidade quanto de toda a Zona Norte, pois possui benefícios como a arrecadação de impostos, o aumento da renda da população e a ampliação do mercado de trabalho. Ele também aponta que as pesquisas sobre a cidade atraem os investimentos. "Revistas conceituadas apontam Sobral como uma das melhores cidades de mesmo porte para se viver. Juntando isso com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o perfil socioeconômico da cidade se mostra favorável para a vinda de empreendimentos", diz. Aos que buscam empregos, o investimento em cursos é uma tendência. Gaspar Ximenes está desempregado e não cursou o ensino superior. Agora, procurar fazer cursos técnicos para enriquecer seu currículo. "Estou fazendo principalmente cursos envolvendo mecânica", afirma. Mais informações: Prefeitura Municipal de Sobral Rua Viriato de Medeiros, 1250 Centro - Zona Norte Telefone: (88) 3677.1100 Fone/Fax: (88) 3677.1101 | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| NUTEC | |
| O Povo Economia - NUTEC FINALIZA MÁQUINA PARA PRODUÇÃO DE ÓLEO | |
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Por Neila Fontenele
Até o fim do mês devem ser concluídos os ajustes finais na máquina de extração de óleo de vísceras de peixe que está sendo construída pelo Núcleo de Tecnologia Industrial (Nutec). A máquina vem sendo desenvolvida há um ano e, depois de testes finais em laboratório, o protótipo vai ser levado pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) a uma comunidade pesqueira, provavelmente às margens do Açude Castanhão, para uma avaliação final. A máquina terá capacidade para extrair 15 litros de óleo de vísceras de peixe/hora e integra a segunda etapa do Programa Biopeixe do Nutec. Dentre as vantagens da invenção, estão o custo de produção, que será reduzido, a facilidade de inclusão de pequenas comunidades e a geração de renda e sustentabilidade. | |
| TOPO | |
| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| COELCE | |
| Devolução chega a R$ 3,2 milhões | |
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Conforme a Arce, em 2011, foram verificadas 1.737.221 infrações no fornecimento de energia em todo o Ceará
A Coelce devolveu R$ 3,2 milhões aos consumidores de diversos municípios cearenses devido a 1.737.221 violações dos indicadores individuais, no que diz respeito à interrupção e à frequência dessas interrupções no fornecimento de energia, ocorridas em 2011. As informações são da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (Arce), que realiza, sistematicamente, a fiscalização da qualidade do fornecimento em todos o Estado. Com relação a 2010, os relatórios fechados pela Arce mostram que a Coelce apresentou um total de 1.158.444 violações, o que representou, em devolução aos consumidores, R$ 1,8 milhão. Segundo a Arce, o número de violações em 2010 cresceu 17 vezes sobre o total de violações ocorridas em 2009, "o que evidencia a redução das metas realizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), estabelecidas por meio dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (Prodist)". Para fiscalizar a qualidade do fornecimento de energia, a equipe de técnicos da Arce a continuidade da distribuição de energia elétrica, avaliando a consistência dos indicadores individuais e coletivos de continuidade de acordo com o estabelecido na Resolução Normativa Aneel nº 469/2011, que revisou o Módulo 8 do Prodist, reduzindo as metas e estimulando a busca da melhoria do fornecimento de energia elétrica por parte das concessionárias. Esses indicadores medem a quantidade de vezes e a duração das interrupções de energia elétrica ocorridas em cada Unidade Consumidora - chamados de DIC, FIC, DMIC - e os valores equivalentes para um agrupamento de unidades consumidoras denominado Conjunto de Unidades Consumidoras - os chamados DEC e FEC. A Arce analisa, ainda, a compensação financeira efetuada pela distribuidora aos consumidores que tiveram seus indicadores individuais com valores acima do limite estabelecido pela Aneel. Com relação ao ano de 2010, a Arce salienta que não foram constatadas irregularidades nos valores de compensações efetuadas por violação dos indicadores individuais de interrupção, creditados pela Concessionária aos consumidores. Estímulo "Pelas novas regras da Aneel, as distribuidoras pagam aos consumidores pelas eventuais faltas de energia. Essa foi uma forma da Aneel para estimular as distribuidoras a prestarem um serviço melhor", explica o presidente da Coelce, Abel Rochinha. Segundo ele, a Coelce vem melhorando ano a no, sendo, inclusive, reconhecida pela Aneel, como a distribuidora com o melhor serviço no que diz respeito à continuidade do serviço de energia, medidos pelos indicadores coletivos. "Eu respeito os dados da Arce, mas os dados que nós temos e esse reconhecimento da Aneel contradizem a Arce", diz. Conforme a Coelce, as distribuidoras de energia possuem metas estipuladas de duração e frequência de interrupções no fornecimento de energia, pelos indicadores individuais, apurados mensalmente. À medida que são identificados percentuais superiores à meta, os consumidores são automaticamente ressarcidos nos faturamentos posteriores à referida apuração. Como empresa regulada, a Coelce vem cumprindo essa determinação. Compensação 1,8 milhão de reais foi o montante devolvido pela Coelce aos consumidores devido às violações no fornecimento de energia ocorridas em 2010 Companhia é a melhor distribuidora pela 4ª vez Pelo quarto ano consecutivo, a Coelce foi reconhecida como a melhor distribuidora de energia do País pelo Prêmio Abradee, concedido pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). A solenidade de premiação ocorreu na noite de ontem, na sede da Confederação nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Também pelo quarto ano consecutivo, a Coelce foi a mais bem avaliada pelo cliente, juntamente coma Elektro e a Copel. A Coelce recebeu ainda o primeiro lugar nas categorias de responsabilidade social e qualidade da gestão entre as distribuidoras com mais de 500 mil consumidores, ambas pelo segundo ano consecutivo. Nesta última categoria, a Coelce dividiu a primeira posição com CPFL Paulista e RGE. Orgulho De acordo com o presidente da Coelce, Abel Rochinha, as premiações são motivo de orgulho para a empresa. "Estamos todos muito felizes com tudo que está acontecendo. Nossa equipe trabalhou duro para alcançar este resultado, consequência de dedicação, amor pelo que fazemos, eficiência e compromisso com o nosso cliente. Só temos é que agradecer muito a todos os cearenses pela confiança", afirma. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| CALÇADOS CHINESES | |
| Breves - Calçados chineses têm nova sobretaxa | |
| Partes e peças dos calçados chineses serão taxados ao entrar no Brasil. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), será cobrada sobretaxa às importações do produto com alíquota de 182% sobre o valor da importação. O Brasil já aplica sobretaxa de US$ 13,85 a cada par de calçado chinês. A entrada dos produtos, entretanto, burlava a medida com a entrada de calçados em partes. | |
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA | |
| Economia - Posse | |
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Por Rubens Frota
Hoje será a posse do Jornalista Nilton Almeida na Associação Cearense de Imprensa. Substitui a saudosa Ivonete Maia e sua vice presidente Emília Augusta. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| SUDENE | |
| Egídio Serpa - Sudene vem aí | |
| Será no próximo dia 13, uma sexta-feira, no Centro de Eventos do Ceará, a 15ª reunião do Conselho Deliberativo da Sudene. O governador Cid Gomes vai apresentar o CEC ao ministro Fernando Bezerra Coelho e aos governadores da região. | |
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| CRISE INTERNACIONAL | |
| Ministro diz que o País está preparado para enfrentar a crise internacional | |
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem, em São Paulo, que o País está mais preparado para superar a crise internacional do que estava em 2008. Segundo ele, a solidez fiscal brasileira, conquistada ao longo dos anos, ajuda a segurar os efeitos negativos da recessão europeia. “Temos mais experiência em crises, mais solidez fiscal que, em 2008, e estamos com mudanças importantes em curso na economia brasileira, que já estavam sendo implementadas”, disse, durante participação em encontro do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Mantega ainda reiterou que o juro real está, atualmente, em patamar baixo, porque o Governo Federal criou condições fiscais para que isso ocorresse.
De acordo com o empresário cearense, Patriolino Dias, diretor-executivo da Construtora Dias de Sousa, depois da crise de 2008, o setor da construção civil teve dois anos com um crescimento maior do que estava preparado. Ele admitiu que a crise provocou um efeito, mas não tão negativo. “Realmente, houve uma desaceleração da economia, mas ela não foi tão negativa assim, pois já estávamos enfrentando falta de mão de obra e de insumos. O nosso setor ainda está crescendo, apesar de um pouco menos, mas continua em evolução. Creio que esta redução da velocidade com que vínhamos evoluindo, serviu como um regulador. Acho que o nosso País está mais preparado para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional e continuaremos (as construtoras) apresentando crescimento nos próximos meses”, afirmou. EFEITOS O ministro acredita que, apesar da crise financeira, que começou nos Estados Unidos de maneira mais forte, os efeitos já são semelhantes. Mantega ressaltou que a mudança da política monetária não tem impactos imediatos, porque implica a reestruturação de toda a economia brasileira. “Uma política monetária mais eficiente ajuda no controle da inflação, com juros cada vez menores e reduções de ‘spreads’. E há uma política de solidez fiscal com contenção dos gastos e de custeio, que implica aumento de investimentos. Está em curso uma reforma da estrutura tributária brasileira, que é ruim, ultrapassada, que prejudica a produção, e merece redução de tributos”, disse. Ele lembrou, ainda, que estímulos a investimentos e fortalecimento do mercado interno também estão em curso. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| SALA DO EMPREENDEDOR | |
| Empresas são formalizadas | |
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Em Crateús, quem está no mercado informal recebe incentivo para entrar no mercado formal gratuitamente
Crateús Quem já comercializa, industrializa ou presta serviço de maneira informal ou está planejando iniciar alguma atividade nessas áreas, neste Município ou região, pode buscar ajuda para formalizar a sua empresa. A Sala do Empreendedor, criada por meio de parceria da Prefeitura, Sebrae e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), apoia quem busca se formalizar no mercado. Sem pagar qualquer taxa, o empreendedor vai à sala, com os documentos de identificação (dele e da empresa, se for o caso) e já sai de lá com o certificado de empreendedor individual e o CNPJ da nova empresa em mãos. Funciona na sede da CDL. Nesta semana, o serviço foi deslocado para o centro comercial da cidade, por conta da Semana do Empreendedor. Numa tenda, técnicos do Sebrae prestam informam, encaminham formalizações de empresas e oferecerem capacitações para empreendedores. Inaugurada em fevereiro, o espaço é um instrumento que propicia a entrada legal do empreendedor no mercado de negócios da região. Formalizado, ele pode realizar negócios com várias vantagens. "Regulariza a sua atividade, adquire CNPJ e, a partir daí, pode comprar e vender com nota fiscal, regularizar a situação de funcionários, adquirir alvará de funcionamento e os benefícios do INSS", diz o articulador de micro e pequena empresa, que coordena a Sala do Empreendedor, Teobaldo Neto. Ao cadastrar sua empresa no local, o empreendedor leva também os boletos de pagamento do INSS referentes aos meses deste ano. Aliás, segundo o coordenador, esse é o único encargo que o novo empreendedor vai pagar ao se formalizar. O valor gira em torno de R$ 31 a R$ 37, dependendo da atividade e é pago mensalmente. Outro dever é declaração imposto de renda anualmente como pessoa jurídica, serviço que é prestado gratuitamente na sala. Ao todo, 76 empreendedores, entre cabeleireiros, mototaxistas, eletricistas, fotógrafos, vendedores, costureiras e mecânicos já cadastraram suas empresas. Segundo Teobaldo, o grande desafio é sensibilizar os empreendedores para a formalidade. Muitos temem a carga tributária. Outros não conhecem as vantagens que irão obter com a formalização da sua empresa. "Por falta de informação muitas pessoas acabam permanecendo no mercado informal, achando que irão ter muitos encargos. O grande desafio é chegar próximo delas e informar, pois, é dessa maneira que elas formalizam o seu negócio, porque veem que é vantajoso", afirma. De acordo com ele, existem no Município pouco mais de 1500 empresários formais e a Sala, juntamente com o Sebrae e parceiros, buscam formalizar mais empreendedores, embora já tenham alcançado as metas para este ano. Ana Maria Melo vende confecções em sua própria residência. Sentiu a necessidade de formalizar a sua atividade, se informou e viu as vantagens. Já está com o CNPJ em mãos. Após entrar no mercado formal, o empreendedor é acompanhado pelos consultores e assessores, a fim de solidificar o negócio. A Sala fornece cursos de capacitação e o projeto "Negócio a Negócio", mantido pelo Sebrae, visita os novos empreendedores. Realiza um diagnóstico situacional do negócio sugerindo caminhos para a empresa. "Com o projeto, identificamos pessoas que estão no mercado informal e incentivamos a formalização e acompanhamos os que formalizam a sua empresa na Sala", afirma Ivina Soares, agente de orientação do Sebrae. Mais Informações: Sala do Empreendedor - Rua Almirante Tamandaré, 753 - Crateús Telefone: (88) 3691.1595 | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| ESMALTEC | |
| Egídio Serpa - Livre Mercado | |
| Marca líder do mercado brasileiro de fogões, a Esmaltec - empresa do Grupo Edson Queiroz - é a maior consumidora de aço da região Nordeste e a única a produzir a Linha Branca completa fora do Sul e Sudeste. Instalada no Distrito Industrial de Maracanaú em área de 360 mil m², dos quais 75 mil m² ocupados pela fábrica, a Esmaltec dá emprego direto a 3.300 pessoas e pode produzir, mensalmente, até 300 mil eletrodomésticos que são exportados para países da América do Sul, Caribe, EUA, Oceania e Oriente Médio. | |
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| O POVO |
05 de julho de 2012 |
| ANUÁRIO DE FORTALEZA | |
| Vertical - Fortaleza em Anuário | |
| Tudo pronto para o lançamento da primeira edição do Anuário de Fortaleza. Será amanhã, às 19 horas, no Espaço O POVO de Cultura & Arte. A publicação traz uma radiografia da infraestrutura da cidade e destaca questões da mobilidade urbana de uma cidade que ocupa hoje o sétimo lugar em número de veículos no País. - mais de 800 mil. O Anuário expõe, por exemplo, que, em termos de transporte público, Fortaleza conta com 249 linhas de ônibus, nas quais operam 1.789 veículos, com quase cinco mil pontos de parada. A frota de táxi é de 2.392 veículos, os mototaxis são 2.209. Ou seja, há um quadro que precisa ser estudado com atenção. Esses dados, com certeza, interessarão, e muito, neste ano que é eleitoral. Detalhe: nessa festa, os convidados conhecerão ainda a segunda edição da revista O POVO Cenário. | |
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| SENAC | |
| Senac inaugura nova unidade de apredizagem | |
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No próximo dia 10 de junho, às 16 horas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Ceará (Senac-CE) irá inaugurar sua quinta unidade em Fortaleza (a nona do Estado): o Senac Maraponga. Localizada no Shopping Maraponga Mart Moda Expansão (Rua Luxemburgo, 50), a nova unidade vai oferecer mais de 25 cursos voltados para os segmentos de Comércio, Comunicação, Design, Gestão, Idiomas e Moda. A expectativa inicial é que cerca de 1,5 mil pessoas sejam formadas, por ano, na unidade, conforme informa a diretora regional do Senac-CE, Ana Cláudia Martins Maia Alencar. “O Senac Ceará busca atender aos empresários, funcionários, corretores, vendedores do Shopping da Moda Íntima e Maraponga Mart Moda, além do público externo. Nosso grande objetivo é qualificar e aperfeiçoar esses profissionais, contribuindo para alavancar os negócios”, comenta.
BENEFÍCIOS Segundo o diretor de marketing do Maraponga Mart Moda, Alexandre Holanda, o shopping tem mais de 300 indústrias de moda, de oito estados brasileiros, e reúne compradores atacadistas de várias regiões do País. Segundo ele, a chegada da unidade Senac Maraponga representa o início de uma “nova era para a moda cearense, pois beneficiará a todos os atores dos vários segmentos, assim como a sociedade em geral”. Durante os meses de agosto e setembro, os cursos profissionalizantes ofertados serão: Desenvolvimento de Habilidades Gerenciais (45h/a), Espanhol Básico para Atendimento ao Público (40h/a), Inglês Básico para Atendimento ao Público (40h/a), Qualidade no Atendimento ao Cliente (20h/a), Técnicas de Negociação e Vendas (45h/a) e Vitrines Temáticas (45h/a). Mais informações sobre a Unidade Maraponga: (85)-3452-7065. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| ABASTECIMENTO D´ÁGUA | |
| Risco de colapso d´água | |
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A justificativa maior para a transposição dos excessos d´água do Rio São Francisco para os vales secos do Nordeste começa a se tornar incontestável com a seca quase total deste ano. Particularmente no Ceará, o risco de colapso hídrico preocupa os órgãos públicos incumbidos do suprimento de água potável.
A estiagem é a maior dos últimos 40 anos. Sem chuvas, os açudes, nas áreas mais castigadas pela aridez, não conseguiram repor suas reservas e, agora, tendem para o esgotamento total. O fenômeno se repete nos sertões da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Piauí e Rio Grande do Norte, onde falta infraestrutura hídrica para suprir o consumo das populações rarefeitas. As primeiras gerações dos cientistas do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) quase acertam no emprego da açudagem como o enfrentamento ideal das estiagens prolongadas do Nordeste. Os açudes, de fato, exercem papel relevante na aridez do sertão, modificando o meio ambiente, garantindo o abastecimento humano e animal e possibilitando o desenvolvimento da agricultura irrigada. O progresso científico, contudo, não chegou a produzir um meio de neutralizar a evapotranspiração. Armazenar a água, portanto, não equacionou, de vez, a fonte de suprimento. Os raios solares são responsáveis pela absorção de 40% do volume retido. O longo período de oito meses entre uma e outra estação das chuvas, verificada, no Ceará, nos meses de fevereiro, março, abril e maio, contribui para a evaporação da água retida nos açudes. E, assim, provoca desespero. Há muito se cogitou uma fórmula para se evitar esse efeito, cobrindo as lâminas d´água dos reservatórios com proteções de plásticos. A ideia, embrionária, não prosperou por falta de tecnologia capaz de fabricar as proteções e até de operá-las. Em consequência, voltou-se à estaca zero porque os açudes não suportam períodos de estiagens sucessivas. Em pleno julho, a oito meses do possível retorno das chuvas, no Ceará, a Cagece aponta um quadro crítico para o abastecimento de água em 25 municípios. O colapso começaria por Quiterianópolis, no Sertão Central; Beberibe, no Litoral Leste; e nos municípios do Maciço de Baturité, especialmente, Pacoti e Palmácia. Essas áreas registraram os menores índices de pluviosidade. O Estado dispõe de uma empresa exclusivamente para monitorar a carga total dos 10,9 bilhões de metros cúbicos de uma rede de 132 açudes públicos. Contudo, a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh) estima a capacidade acumulada por essa rede em apenas 64%, com perda de, pelo menos, 1% a cada mês, o correspondente a 1,6 bilhão de metros cúbicos de água. As avaliações da Cogerh diferem da Cagece, quando ela aponta as situações mais críticas em Tauá e Baixio, cujos açudes estão com carga estimada em 12%. O segundo estágio envolve 20 outras cidades, cujas fontes abastecedoras estão com seus estoques inferiores a 20%. Há igualmente o terceiro estágio com capacidade entre 20% e 30%, compreendendo 23 cidades e o quarto, com 18 municípios, onde as reservas se situam abaixo de 40%. Garantia de abastecimento tem apenas Fortaleza e sua Região Metropolitana, de acordo com projeções feitas pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (Arce). Pela extensão da escassez d´água, compreende-se a grandeza da obra de interligação das sete bacias hidrográficas do Ceará com o Rio São Francisco. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| SINDROUPAS | |
| Sindroupas - Assembleia Geral | |
Sindroupas - Assembleia Geral
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| SINDUSCON | |
| Oportunidades: crescem investimentos no mercado hoteleiro | |
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A Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 alimentam esse otimismo, criam um ambiente propício para a realização de um novo ciclo de investimentos no setor e de ações governamentais que contribuirão para impulsionar o crescimento que tem sido experimentado pelo turismo no Brasil.
O setor espera que esses eventos contribuam com a melhoria da imagem do País, possibilitem a maior exposição de nossos atrativos turísticos na mídia internacional e, assim, promovam a maior ocorrência de turistas estrangeiros em todo o País. CRESCIMENTO ANUNCIADO De acordo com o Ministério do Turismo, em um cenário de crescimento acelerado e de ganhos de competitividade, o mercado interno poderá alcançar, no ano de 2014, o patamar dos 500 milhões de postos de trabalho nas atividades características do turismo, com 35,4 mil estabelecimentos hoteleiros, 78 milhões de desembarques domésticos e sete milhões de turistas estrangeiros, com impacto de US$ 9 bilhões em divisas internacionais. A disponibilidade de unidades habitacionais nas redes hoteleiras das cidades-sede da Copa tem atraído a atenção do setor e das instituições governamentais envolvidas com o evento. O Ministério do Turismo acenou recentemente com a expectativa de investimentos privados de R$ 8 bilhões na hotelaria brasileira nos próximos quatro anos. Segundo o engenheiro civil Francisco José Di Marco, o mercado hoteleiro está em franca expansão. “Durante vários anos houve um represamento no número de unidades hoteleiras ofertadas e, de alguns anos para cá, foram feitas expansões e construção de novos hotéis”, afirma. DE OLHO NAS OPORTUNIDADES Para o diretor de Incorporações do Sinduscon-CE, Patriolino Dias, vários empresários já enxergam nesse cenário uma oportunidade de negócio, oferecendo novos hotéis para a rede cearense. Patriolino Dias afirma ainda que observando o crescimento desse nicho de mercado, as construtoras que já atuam no ramo de incorporação estão inovando e investindo na hotelaria. “A construtora Dias de Sousa é um exemplo disso. Há mais de 30 anos no mercado imobiliário cearense, entregando residências e empreendimentos comerciais, a empresa resolveu em 2012 ampliar a sua atuação para a área hoteleira, construindo um hotel a 200 metros de distância do Centro de Eventos do Ceará”, comenta. De olho nas oportunidades, vários hotéis de Fortaleza estão investindo na construção de novos empreendimentos como também na reforma e ampliação dos mesmos. É o caso do Hotel Gran Marquise que está com um plano de investimento para renovação de 100% dos apartamentos, corredores, spa, health club e business center e uma atualização na decoração do lobby até junho de 2014. “Também estamos investindo na comunicação, com uma nova cobertura para a internet e também na parte de cozinha, com uma nova padaria e um novo ambiente de pré-preparo, totalizando um investimento de mais de 17 milhões de reais”, explica o gerente Philippe Godefroit. DESAFIOS O Nordeste é uma região repleta de oportunidades. Há áreas livres em todos os estados, um grande litoral, sol e mar que vão aumentando sua participação nos roteiros turísticos, e crescimento econômico em diversos pólos geradores de demanda hoteleira. Grupos nacionais e internacionais realizam estudos para implantarem seus empreendimentos na região. No entanto, como exigem altos investimentos os resultados ainda demoram a sair do papel. O engenheiro Di Marco destaca a falta de mão de obra qualificada como um dos grandes desafios para a construção destes empreendimentos. “A mão de obra qualificada é rara. Durante muito tempo os trabalhadores e investidores achavam que o tradicional “feijão com arroz” era suficiente, hoje não. Produtividade, acabamento, novos materiais, qualidade são aspectos muitos cobrados nos empreendimentos atuais, desta forma a mão de obra precisa se adequar”, explica. Para Patriolino Dias, um dos maiores desafios ao se investir neste setor é a qualidade dos serviços ofertados. “O setor da construção civil do Ceará está preparado para enfrentar grandes obras, para construir grandes hotéis e resorts no Estado. Mas, para alguns empresários da área da construção civil, o desafio seria a administração deste equipamento”, explica. É com base na manutenção desse cenário de expansão do mercado brasileiro que o setor vem trabalhando para os próximos anos. As expectativas são extremamente favoráveis por parte de analistas, investidores e profissionais do turismo. Anúncios de novos investimentos e o correspondente aumento das consultas de empresas do ramo hoteleiro ao BNDES anunciam excelentes perspectivas e consolidam a trajetória de crescimento esperada. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL | |
| Maior carência de qualificação entre gerente e garçom | |
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Levantamento do Dieese indica quais são os jovens profissionais que mais sofrem com a falta de capacitação
Marceneiros, soldadores e pintores, gerentes comerciais, cozinheiros, garçons e outras profissões afins são as ocupações com maior carência de qualificação na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Na área comercial, 24,7% dos gerentes ocupados no mercado de trabalho local com idade entre 26 e 60 anos não possuem a qualificação necessária para exercerem seus cargos. Na mesma faixa etária, no setor de serviços, 24,5% dos cozinheiros, garçons e outros trabalhadores que exercem atividade no ramo da alimentação são considerados subqualificados. Na indústria, 26% dos trabalhadores dessas idades que exercem funções de marcenaria, solda e pintura também carecem de qualificação. Os dados constam na pesquisa "Qualificação e Mercado de Trabalho: Apontamentos para política pública em regiões metropolitanas", que foi divulgada na manhã de ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada mensalmente pelo Departamento em parceria com o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT). De acordo o economista Eduardo Schneider, coordenador nacional de Análise da PED no Dieese, o estudo contempla as sete regiões metropolitanas onde a PED é aplicada. A metodologia, segundo ele, visa identificar as carências do mercado de trabalho em cada região metropolitana para adequar as políticas públicas à realidade de cada uma delas. Sem apagão generalizado "A pesquisa mostra que não há apagão generalizado, mas existem de fato ocupações que enfrentam a falta de mão de obra qualificada nessas regiões", diz. Outra conclusão do levantamento realizado pelo Dieese é que "as empresas precisam avançar na remuneração para que o trabalhador passe a investir mais na própria qualificação". Para Erle Mesquita, coordenador de Estudos e Análise do Mercado de Trabalho do IDT, o levantamento demonstra que a realidade do mercado de trabalho na RMF segue a tendência apresentada no País, excetuando o baixo nível de remuneração da nossa região. Baixa remuneração "A RMF segue mais ou menos a mesma tendência das outras regiões. O grande agravante que temos em nossa região metropolitana são os baixos salários. A gente tem a pior renda das sete regiões da PED. Esse rendimento médio não chega a R$ 1 mil. Apenas 160 mil ocupados (na RMF) ganham mais de R$ 800,00", exemplifica. Jovens Entre os jovens ocupados, com idade entre 16 e 25 anos, o levantamento mostra que a maior proporção de profissionais subqualificados está entre garçons e cozinheiros (22,7%), trabalhadores do serviços domésticos (21,1%), trabalhadores da construção civil (21,1%), professores e técnicos na área da educação (21%), escriturários, almoxarifes e armazenistas no comércio (19,4%) e operadores de máquinas de costura, bordado e confecções de roupas na indústria têxtil (18%). "Em geral marceneiros, gerentes comerciais - que antes se formavam dentro da própria empresa, cozinheiros, garçons e profissões afins, que têm muito a cara de Fortaleza são as mais demandadas. Nesse período do ano o setor de turismo fica muito aquecido e muitas vezes falta qualificação adequada. A gente tem um boa orla marítima, mas há dificuldade de trabalhadores qualificados nessas áreas", completa Erle Mesquita. Construção sente mais a ausência de preparação Dentre os setores mais atingidos com a subqualificação da mão de obra, o estudo cita a construção civil. "Não só aqui como nas outras regiões que a gente percebe que aqueles setores que receberam maior impacto de investimentos, como a construção civil, principalmente diante dos eventos esportivos e do próprio crescimento da economia, foi um dos setores de maior dinâmica do mercado de trabalho e com maior carência de mão de obra qualificada", destaca Erle Mesquita, coordenador de Estudos e Análise do Mercado de Trabalho do IDT. Ele lembra que outro ponto em comum é que todas as regiões onde a PED é aplicada serão contempladas com a Copa do Mundo. "Então foi exatamente em setores como a construção civil, o comércio - a parte gerencial, e na indústrias - algumas profissões de chão de fábrica também envolvendo a produção - que a gente tem sentido que houve maior demanda". Rotatividade Outro ponto levantado pelo analista do IDT para a carência de mão de obra qualificada é a alta rotatividade nas empresas. "O que a gente ver também é que a transformação recente do capitalismo bloqueou uma estrada reta da carreira, na qual as pessoas entravam na empresa e permaneciam durante toda sua trajetória profissional". Diante dessa nova realidade ele diz que as empresas encontram hoje maior dificuldade de repor a mão de obra. "Aqui no Ceará, por exemplo, temos uma média de 240 mil demissões por ano, sendo que cerca de 160 mil ocorrem com pessoas com até 1 ano de emprego. Então há uma rotatividade muito grande da mão de obra e o mercado encontra mais dificuldade de repor imediatamente aquela mão de obra, dificultando que as empresas mantivessem um padrão", explica Mesquita. (AC)
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
05 de julho de 2012 |
| PRODETUR | |
| Prodetur NE investiu R$ 100 mi no Estado | |
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A restauração de edificações históricas no Ceará, como o Seminário da Prainha, foi uma das aplicações do programa
A segunda etapa do Programa de Desenvolvimento do Turismo do Nordeste (Prodetur NE) terá seu relatório final avaliado hoje na sede do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com a participação de representantes do Ministério do Turismo (Mtur), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e dos governos estaduais. No Ceará, informa o secretário de Turismo do Estado, Bismarck Maia, foram investidos R$ 100 milhões através do Prodetur. Conforme Bismarck, do total, R$ 60 milhões se referem à primeira etapa do programa, tendo sido aplicados nas obras da rodovia CE-085 e do Aeroporto Internacional Pinto Martins. "Foi um programa extremamente importante", comentou. Aplicação Através do Prodetur NE II, acrescenta o secretário, foram contempladas intervenções como a restauração do Centro Histórico de Aquiraz, da Emcetur e do Seminário da Prainha, totalizando R$ 40 milhões. Segundo divulgou o BNB, a segunda fase do Prodetur NE, finalizada em março último, destinou recursos para a execução de 136 projetos. Do total, foram contemplados 52 projetos de fortalecimento da capacidade municipal, 81 projetos de planejamento estratégico, capacitação e infraestrutura, além de três projetos de promoção de investimento privado. Investimentos Ao todo, foram investidos US$ 400 milhões, sendo um montante mínimo de US$ 160 milhões de contrapartida da União, dos estados e dos municípios. Também houve investimentos privados realizados com recursos do FNE-Proatur, somando R$ 1,4 bilhão, nos últimos 10 anos, em municípios da Região. De acordo com o BNB, do total de recursos colocados à disposição através do programa, 99,7% foram aplicados em ações de projetos de fortalecimento da capacidade municipal da gestão do turismo, planejamento estratégico, capacitação e infraestrutura para o crescimento turístico. Participam hoje da avaliação do relatório programa os secretários de Turismo do Ceará, Piauí, Bahía, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Pernambuco, o gerente do BID para os Países do Cone Sul, José Luis Lupo Flores, e o representante do BID no Brasil, Juan Carlos de La Hoz. | |
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| O ESTADO |
05 de julho de 2012 |
| PRODETUR | |
| Prodetur/NE II - Reunião debate apoio ao turismo | |
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Em reunião, que será realizada, hoje, na sede do Banco do Nordeste (BNB) em Fortaleza, representantes daquela instituição, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Ministério do Turismo (Mtur) e dos governos estaduais avaliarão o relatório final do Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Prodetur/NE II). Além dos secretários de Turismo do Ceará, Bahia, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Pernambuco, o encontro contará com as presenças do gerente do BID para os Países do Cone Sul, José Luís Lupo Flores; do representante do BID no Brasil, Juan Carlos de La Hoz, e os do Mtur, Carlos Sobral e Fábio Rios Mota. Pelo BNB, estarão Paulo Ferraro, presidente interino, e Stélio Gama, diretor de Gestão do Desenvolvimento.
Encerrada, em março de 2012, a segunda fase do Prodetur/NE destinou recursos para a execução de 136 projetos nos diversos componentes de sua matriz de financiamento. Desse total, foram contemplados 52 projetos de fortalecimento da capacidade municipal; 81 de planejamento estratégico, capacitação e infraestrutura, e três de promoção de investimento privado. Os recursos envolvidos chegam a US$ 400 milhões, sendo US$ 240 milhões oriundos do Contrato de Empréstimo 1392/OC-BR e um montante mínimo de US$ 160 milhões (40% do total), de contrapartida da União, dos estados e dos municípios. Além disso, os investimentos privados realizados com recursos do FNE-Proatur, nos municípios ao redor dos Projetos apoiados pelo Prodetur, atingiram R$ 1,4 bilhão nos últimos dez anos. O Prodetur beneficiou polos turísticos de cinco estados nordestinos - Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Piauí, além do Polo do Vale do Jequitinhonha, no norte de Minas Gerais. Ele teve seu escopo de ações expandido em relação à sua primeira fase, contemplando, além de infraestrutura, ações voltadas para o fortalecimento da gestão do turismo e ações de capacitação profissional e empresarial do setor. | |
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